<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993</id><updated>2012-02-16T13:15:42.552-08:00</updated><category term='10/06/2009'/><category term='05/07/2009'/><category term='18/06/2009'/><category term='28/05/2009'/><category term='20/05/2009'/><title type='text'>Mundo Novo - Miguel Nozar</title><subtitle type='html'>Analisa e destaca temas como: CHINA; GLOBALIZAÇÃO; COMÉRCIO EXTERIOR; GEOPOLÍTICA; ECONOMIA; MARKETING; GESTÃO; BRASIL; AMÈRICA LATINA.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://miguelnozar.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>61</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-4201770916988853195</id><published>2010-04-14T13:06:00.000-07:00</published><updated>2010-04-14T13:06:52.004-07:00</updated><title type='text'>GUERRA SEM QUARTEL</title><content type='html'>Na Cúpula de Washington sobre Segurança Nuclear, finalizada em 13/04/2010, na qual participaram 47 nações, - inclusive o Brasil - foram alcançados importantes acordos para reduzir o risco de uma catástrofe de consequencias inimagináveis, sendo consensual entre os participantes o imperativo de uma intensa colaboração entre todos e a necessidade do estrito cumprimento das normas da AIEA – Agência Internacional de Energia Atómica – organismo diretamente subordinado às Nações Unidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, um pouco de bom senso na estupidez do homem na sua volúpia de autodestruição por atacado, desde que, segundo especialistas, os arsenais nucleais no fim da Guerra Fria, em 1989, apenas considerando os EUA e a ex-URSS, eram suficientes para destruir toda a vida no planeta mais de 1.000 vezes. Que desperdício inacreditável!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso, sem considear a ameaça - potencialmente ainda mais terrível - dos arsenáis químicos e biológicos ainda em poder das grandes potências, o que também comprova a força da parte escura do ingenio humano a serviço de formas cada vez mais letais de destruição, infelizmente aperfeiçoadas (?) continuamente nos últimos 5.000 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As terras de América colonizadas (ou escravizadas?) por Espanha e Portugal 500 anos atrás estão, aparentemente, livres desses pesadelos, pelo menos por agora. Porém, outros enemigos tão destruidores e sinistros ameaçan o progresso e o bem estar de seus mais de 500 milhões de habitantes, que suportam o ataque sem tréguas daquilo que podemos, com toda propriedade, batizar de “nossos” Quatro Cavaleiros do Apocalipse: A POBREZA, A VIOLÊNCIA, O NARCOTRÁFICO E A CORRUPÇÃO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os quais, tal hidra maligna, possui estreitas relações uns com os outros, formando uma corrente perversa que ocasiona danos irreparáveis á qualidade de vida, ofuscam a democracia e possuem um enorme potencial para gerar conflitos, internos e externos, solapando e fragilizando as instituiçõe e as perspectivas de progresso dos países–vítima, elevando progressivamente seus níveis de carências econômicas, sociais e psicológicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O triste exemplo do México está na vitrine e serve de alerta para a urgência de medidas práticas – não de retórica política – para empenhar todos os esforços e todos os recursos para combater esses fragelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outra parte, antes tarde que nunca, parece ganhar espaço no saber convencional dos governantes da América Latina de que esse combate pode ser muito mais efetivo se as ações são coordenadas a nível regional – pelo menos - com um trabalho conjunto de seus serviços de inteligência, seus organismos de segurança, seus sistemas judiciários e todas as forças responsáveis da sociedade organizada para combater e tentar ganhar essa guerra não declarada, porém não menos maléfica, e cuja virulência tem aumentado quase que exponencialmente nessa primeira década do Século XXI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos é o que se pode extrair das declarações, acordos e juras de boas intenções que, com uma visão do melhor dos mundos (irreal, na verdade!) encerram as cumes dos mandatários da UNASUL – União das Nações Sul-Americanas; do MERCOSUL – Mercado Comúm do Sul; da Comissão de Segurança Hemisférica da OEA - Organização dos Estados Americanos; e do MCCA – Mercado Comum Centro-Americano.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse esforço conjunto, o Brasil tem o papel-chave de protagonista principal em razão de sua importância econômica, estratégica e geo-política e, sob qualquer ponto de vista, a sua vitória nessa cruzada para derrotar esses enemigos ardilosos terá importância decisiva no sucesso do esforço para construir um futuro mehor para os povos da América Latina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-4201770916988853195?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/4201770916988853195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/4201770916988853195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2010/04/guerra-sem-quartel.html' title='GUERRA SEM QUARTEL'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-8202448812090781403</id><published>2010-04-06T05:18:00.000-07:00</published><updated>2010-04-06T05:18:48.107-07:00</updated><title type='text'>ATAQUE FRONTAL</title><content type='html'>Em março de 2010, no transcorrer da XI Assembléia Popular Nacional - a APN é o orgão legislativo máximo da China – foram analisadas, debatidas e definidas as grandes metas e os caminhos que o colosso asiático deve trilhar para atingir seus objetivos políticos, econômicos, financeiros, sociais, estatégicos, ambientais e internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As decisões dessa Assembléia, que reune 3. ooo representantes de todas as regiões do país e que, em geral, aprovam estudos e propostas dos grupos da elite do planejamento do governo, têm uma importância indiscutível e decisiva para pautar as ações executivas dos dirigentes chineses, sendo utilizadas como uma orientação fundamental para obter os resultados positivos que mais interessam ao dragão asiático que, é bom notar, abriga um quinto dos habitantes do planeta, com problemas, carências e anseios proporcionais a sua grandeza humana, econômica e territorial. E, acreditem, com os olhos fixos no horizonte onde deve alcançar seu objetivo maior:Vir a ser a primeira potência do globo... até 2030!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pode passar por alto que a China - marcando diferenças evidentes com as atuações das potências historicamente detentoras da coroa da dominação planetária - atua com a paciência e competência de um consumado jogador de xadrez para alcançar essa ascendência mundial, objetivo não confessado e não por isso menos desejado, ainda que cautelosamente disfarçado sob a cortina de sorrisos, amabilidades e declarações bem comportadas da diplomacia chinesa.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sob a pressão natural da maioria de seus habitantes que anseiam por uma melhor qualidade de vida, a China tem pressa e sabe que precisa fazer muito mais que os avanços espectaculares alcançados nas últimas três décadas. O presidente Hu Jintao – que em poucos dias estará no Brasil – enfatiza no encerramento da XI Assembléia: "É necessário mudar o modelo de desenvolvimento econômico e dar maior atenção aos temas do interesse imediato da cidadania. Essa mudança é urgente e precisa acontecer no menor prazo possível, sob pena de consequencias potencialmente desastrosas para o futuro da China”. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Especialistas da Universidade de Pequim – que abriga o principal “think tank” do governo - assinalam que nos próximos anos a “aceleração da mudança” será o ponto-chave nas discussões, programas e ações executivas e indutoras do governo.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;(Aliás, por favor, não confundir com nosso PAC ainda que, em muito, têm lá suas semelhanças. Apenas, fica no ar a dúvida se, por efeito emblemático das coisas da economia, nossos especialistas em desenvolvimento não repetem as mesmas receitas que deram certo na distante terra do urso panda. Ou pode, por magia, ser o contrário?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, no front externo, a China também tem pressa e acelera sua presença e influência com a atuação incansável de seus “caixeiros viajantes promotores das boas relações com todos os povos” - destaque especial para o presidente Hu Jintao; o primeiro ministro Wen Jinbao; e o Ministro das Relações Exteriores, Yang Jiechi – que percorrem todos os cantos do planeta numa peregrinação jamais antes conhecida no mundo da diplomacia, distribuindo generosamente apertos de mão, sorrisos e ...montanhas de dinheiro, especialmente para países da África e América Latina.  Nos intervalos, fecham acordos para garantir os suprimentos de matérias primas, imprescindíveis para movimentar a gigantesca máquina de produção do país asiático e também, para não perder a viagem, conseguem o apóio – ou a neutralidade- para a realização de seu objetivo maior, logicamente não anunciado, para atingir o posto de maior potência do planeta, hoje ocupado pelos EUA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais, tem comprovado condições para chegar ao ápice, lembrando que são discípulos aplicados dos ensinamentos do mestre Confúcio: “No trabalhoso caminho da vida, tudo se consegue com paciência, equilibro e persistência”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-8202448812090781403?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/8202448812090781403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/8202448812090781403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2010/04/ataque-frontal.html' title='ATAQUE FRONTAL'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-5758307858867452493</id><published>2010-03-25T14:24:00.000-07:00</published><updated>2010-03-26T05:17:28.784-07:00</updated><title type='text'>GUERRA &amp; PAZ</title><content type='html'>Em 1776, no clássico “Riqueza das Nações”, Adam Smith pontificava sobre o fim dos conflitos entre nações que, na sua visão, seriam empurrados para um canto esquecido “por exércitos de empresários que atravessariam as fronteiras com o único objetivo de negociar e potencializar suas vantagens comparativas”. Mundo ideal, que descortinava um cenário internacional unido pelo comércio e que, de certo modo, antecipava alguns dos aspectos positivos do processo de globalização que se solidificaria mais de duzentos anos mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2009, levadas pelo turbilhão da crise do sistema liberal-capitalista, as exportações mundiais declinaram pouco mais de 12% com relação ao ano anterior, enquanto que o Brasil emplacava amargos 24%%, um tropeção acre na sua corrida para ganhar os mercados mundiais. Mas, o que mais chama atenção é que, revertendo um quadro histórico -  as trocas além fronteiras normalmente crescem com uma velocidade sempre superior à taxa de evolução do PIB - foi o comércio internacional que cooperou para empurrar para as trevas o crescimento da economia planetária, que teve uma queda média inferior à 3%. Bem, de qualquer modo, parece que o paciente iniciou, entre trancos e barrancos, o processo de recuperação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante lembrar que, nos tempos tumultuados de nosso caminho para o futuro, tanto a ONU como a OMC insistem na importância do intercâmbio comercial como instrumento decisivo para a manutenção da convivência pacífica entre os povos e o fortalecimento dos caminhos para o crescimento sustentável, pelo menos do ponto de vista econômico. Confirmando isso, recente estudo das Nações Unidas demostra uma correlação direta entre comércio, desenvolvimento e paz, onde se verifica que quando existem laços comerciais fortes, as controvérsias são suavizadas pelo predomínio de interesses comuns e os índices de desenvolvimento não param de subir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale enfatizar que, nos últimos anos e confirmando essa visão, um dos aspectos mais destacados no crescimento do comércio mundial foi o fulminante aumento da participação internacional dos países asiáticos - liderados por China, India, Malasia, Singapura, etc - numa das regiões potencialmente mais conflituosas do globo. Onde, sem dúvida, o caminho da harmonia foi azeitado pelo comércio e seus efeitos positivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como lição de casa, não pode passar despercibido que esses países têm em comum, pelo menos, um aspecto: utilizam eficientemente todas as armas do arsenal do marketing internacional, de modo contínuo e criativo. E, muito importante, têm estrategias eficientes para integrar a expansão de seu comércio além fronteiras com o desenvolvimento econômico intra fronteiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliados decisivos dos asiáticos nessa evolução explosiva na conquista dos mercados planetários tem sido o desempenho bem-sucedido de mais de 180 Trade Centers, implantados nas mais importantes cidades do mundo, os quais operam como centros especializados de negócios, com espaços adequados para exposição permanente de produtos em esquemas rotativos, além da missão de executar outras ações de marketing, tais como vendas; promoção; lançamentos de produtos; participação de eventos; publicidade; pesquisa de compradores, de concorrentes, de tendências, de potencial de mercado, de preferenciais, de preços, etc. Enfim, todas armas possantes para ganhar a guerra dos mercados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo Brasileiro recém nos últimos anos acordou para a importância do papel do estado na promoção das vendas internacionais, somando uma atuação fundamental no apóio às empresas, especialmente às P&amp;M. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E dando os primeiros e decisivos passos com a implantação de centros de negócios brasileiros em Miami, Dubai, Varsovia, Havana, Beijing e Moscou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-5758307858867452493?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/5758307858867452493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/5758307858867452493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2010/03/guerra-paz.html' title='GUERRA &amp; PAZ'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-7474555766696474277</id><published>2010-03-16T07:07:00.000-07:00</published><updated>2010-03-16T12:28:45.801-07:00</updated><title type='text'>GUERRA COMERCIAL</title><content type='html'>No comércio internacional é preciso entender que são os interesses que regulam as relações entre as nações, num esquema de “tomalá-dacá”. E ponto final, a despeito de toda a retórica gasta por diplomatas, políticos, governantes e negociadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo esse princípio em mente, nada de espantar se quando, por um motivo ou outro, esses interesses são contrariados e forçam o país que se julga prejudicado a blindar seu próprio quintal, erguendo o escudo dos mecanismos de proteção de seu mercado interno para evitar ou dificultar a entrada de produtos e serviços do exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, essas ameaças – as mais conhecidas se encondem trás a fachada de subsídios, dumping, tarifas compensátorias, entraves burocráticos, exigências especiais - – atentam em contra o desenvolvimento normal do mercado e, com maior ou menor intensidade, podem significar uma série de contratempos que se enlaçam numa espiral maléfica na forma de um revés para a manutenção de empregos, com potencial para reduzir o crescimento setorial e regional e levar à perda de competitividade – interna e externamente – assim como o retrocesso tecnológico, de consequências sempre danosas no longo prazo. Isso, para dizer o menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que autênticos– porque consequência de um fato econômico solidamente comprovado - ou ilegí-timos-porque escondem ineficiências e trazem prejuizos muito maiores que o mal que se pretende remediar - esses mecanismos de proteção não deixam de causar algum tipo de prejuizo no “outro lado” e até, muitas vezes, no país que ergue seu escudo protetor. Por outra parte nem sempre é possível distinguir os benefícios reais para os consumidores, pelo menos no curto e médio prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas barreiras defensivas, de uma forma ou outra, deterioram o bom relacionamento entre os países, como é o caso do contencioso do Brasil com os EUA, a China e a Argentina, para citar apenas os três maiores sócios de nossas relações comerciais, que representam quase 30% de nosso intercambio com o exterior e com os quais os conflitos são mais visíveis e com maior potencial de risco para o bom andamento de nosso comércio além fronteiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formalmente aprovadas pela Organização Mundial do Comércio, após mais de sete anos de infrutíferas negociações, as represálias brasileiras no caso dos subsídios ao algodão nos EUA é o episódio mais gritante de desentendimentos entre duas nações amigas. O que lembra a famosa frase: “Amigos sim, mas negócios aparte”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;È claro que o Brasil precisa e deve proteger seus interesses. Mas é uma pena que isso aconteça na forma de represálias – sob quaisquer modalidades - desde que não foram possíveis soluções de consenso. E assim sendo,  ao enveredar para a luta na proteção de seus interesses, a desforra do outro lado é quase inevitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que até justifica as manchetes da imprensa econômica internacional que, ávida como sempre de pôr lenha na fogueira, proclama que o Brasil está iniciando uma guerra comercial. Claro que não, como provam as demoradas e pacientes tentativas dos Ministérios de Relaçoes Exteriores e da Indústria e Desenvolvimento para tentar acordos que atendam os interesses das partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, não devem duvidar: Os EUA não podem aceitar passivamente as represálias do Brasil. Pelos antecedentes do país do Norte, alguma reação é até lógica e, sem dúvida, virá. Até nem que mais não seja para livrar a cara do Governo Americano e ajudar a digerir esse novo prato “a la brasilera”.  Pelo menos uma coisa é certa: A estas horas, muitos altos membros da burocracia estatal estadounidense devem estar lembrando, com evidente nostalgia, daqueles “bons tempos” nas primeiras décadas do Século XX quando os EUA mandavam e desmandavam por estas bandas da América Latina. E aproveitam para invocar a imagem forte e arrogante de Theodore Roosevelt (1858-1919) e seu não menos famoso “Big Stick”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para alegria dos falcões, os tambores de guerra estão sendo preparados para animar os adversários.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-7474555766696474277?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/7474555766696474277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/7474555766696474277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2010/03/guerra-comercial.html' title='GUERRA COMERCIAL'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-6399167273378447110</id><published>2010-02-25T05:46:00.001-08:00</published><updated>2010-02-25T05:46:21.106-08:00</updated><title type='text'>UM NOVO GRANDE MERCADO</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CUsers%5CMIGUEL%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" 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o límite da maior crise econômico-financeira dos últimos 80 anos, foram aplicadas muitas soluções inovadoras para reduzir o choque das ondas destrutivas geradas pelo aumento do desemprego, a queda do consumo, a falta de perspectivas e a paralisia causada pelo medo às imagens sombrias que antecipavam tempos futuros de muito sofrimento. Era preciso soluções urgentes para evitar o pior e, pelo menos, evitar o efeito dominó disseminado pela convulsão do aparelho liberal-capitalista que, agora sim, expunha sua execrável face oculta. De maneira especial, era necessário reduzir o impacto negativo da crise nas camadas da população &lt;i&gt;que menos têm&lt;/i&gt; e que, sob qualquer ponto de vista, &lt;i&gt;mais&lt;/i&gt; &lt;i&gt;pagam&lt;/i&gt; pelas falhas dos “senhores do sistema”. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Grandes países, como o Brasil, Índia e China – que, juntos, reunem 2,7 bilhões de pessoas, 40% do total mundial – empregaram, com muita eficiência, um arsenal de medidas para aumentar o &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #4a442a;"&gt;consumo interno,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; principalmente entre os grupos de menor renda. Assim, usaram mecanismos de lógica econômica para tal finalidade, como redução de juros, eliminação de impostos, aumento da disponibilidade de financiamento e facilidades de crédito. E o sucesso estava garantido, pois tinham como aliados indispensáveis a &lt;i&gt;indústria&lt;/i&gt; – que reduziu margens e lançou milhares de novos produtos ajustados a essa classe de consumidores – e o &lt;i&gt;comércio &lt;/i&gt;– que acreditando nesse novo mercado, não deixou de investir e de disseminar seus pontos de venda.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Esse “ás na manga” suavizou o efeito da queda média de 22% das exportações nesses países – algo como US 300 bilhões – e abriu um espaço imenso para novas empresas, assim como deu sustentabilidade às existentes, entre as quais são destaque as pequenas e médias (P&amp;amp;M) de capital nacional e que atendem, preferencialmente, os mercados locais e regionais. Bem, o efeito positivo disso no tempo tem, pelo menos, o impacto de uma revolução sócio-econômica-mercadológica de consequências benêficas impressionante nas relações entre produtores &amp;amp; comerciantes &amp;amp; consumidores, assim como, não menos importante, amplia o leque de oportunidades para uma real democratização da matriz econômica, tradicionalmente dependente de grupos poderosos com interesses nem sempre voltados para as classes que formam a base da pirâmide social.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Guardadas as diferenças conceituais e técnicas para sua definição em cada país, esses “consumidores especiais do Século XXI”, agrupam números impressionantes, com 980 milhões em China; quase 900 milhões na ìndia; e 140 milhões no Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Coimbatore Krishnarao Prahalad, economista indiano e afamado consultor internacional, em seu livro “&lt;i&gt;A Riqueza na Base da Pirâmide”&lt;/i&gt; desvendou as tremendas oportunidades de mercado oferecidas pelos “pobres do planeta”, destacando o imenso desafio que tem que ser enfrentado pelas nações e as empresas que, para ganhar posições nesse imenso mercado, precisam produzir em novos patamares de quantidade, preço e qualidade, fortemente ajustados a esse novo perfil de consumidor-cliente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;i&gt;Não está demais lembrar que, nessa corrida, os asiáticos estão na dianteira, liderados por seus dois grandes expoentes: China e Índia. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-6399167273378447110?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6399167273378447110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6399167273378447110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2010/02/um-novo-grande-mercado.html' title='UM NOVO GRANDE MERCADO'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-238997639958919782</id><published>2010-02-11T12:13:00.000-08:00</published><updated>2010-02-11T12:54:43.674-08:00</updated><title type='text'>A NOVA FRONTEIRA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/S3Rk5z6na3I/AAAAAAAAAVc/Yx28tbO7x1s/s1600-h/intro%5BCAMPO+DEVASTADO.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/S3Rk5z6na3I/AAAAAAAAAVc/Yx28tbO7x1s/s320/intro%5BCAMPO+DEVASTADO.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Comparativamente, Brasil e China têm duas imensas fronteiras geográficas a conquitar, cada uma com aproximadamente 5.000.000 Km2, pouco habitadas, plenas de riquezas e promessas de uma revolução sem precedentes na ocupação dos seus respectivos territorios.Mas é até uma ousadia comparar a Amazonia brasileira – cuja fragilidade ambiental recém agora começa a ser respeitada, cuja natueza não suportarta a presença humana irrestrita sem danos irreparaveis a nossa biodiversidade, cujas terras são planas, facilmente degradáveis e inundaveis – com o Oeste da China, de altas montanhas, vales imensos, gigantescas áreas aptas para uso agrícola sem necessidades de agredir o meio ambiente, com grandes reservas minerais, afinal, uma região para desbravar e ocupar economicamente sem mais delongas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Problemas existem, é claro, do tamanho de suas potencialidades, a començar pela distancia até a costa e o acesso aos grandes mercados, tanto internos como do exterior. E, não menos crucial, a falta de infraestutura básica para abrigar grandes contingentes humanos. Mas, a China tem um plano - ora em execução acelerada - tem os recursos, tem a vontade política e tem a determinação mil vezes provada ao longo de sua história. De tudo, trata-se de contruir um novo país que vai abrigar, lá por 2050, o dobro da população do Brasil e ser uma peça muito respeitável no jogo do poder global já a aprtir de 2020-2025.&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Por outra parte, é muito importante realçar a formidável diferença entre o modelo de desenvolvimento que está sendo ora implementado, com aquele adotado pelo gigante asiático nas últimas três decadas, quando a consigna maior – e irrefutável – era crescer a qualquer custo para tentar desmontar a gigantesca bomba atómica social herdada da era Mao, que ameaçava esfacelar irreversívelelmente a sociedade chinesa e, por contagio geopolitico natural, arrastrar o resto do planeta a conflitos de desenlace imprevisivelos pelo potencial que tinha de atritar a Índia, a Russia, o Japão e os EUA. E alimentar colossais interesses, pelo mundo afora, sempre a espreita de oportunidades para aumentar sua fatia de poder. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, era preciso crecer rapidamente para gerar os recursos imprescindiveis para evitar o pior. Mas, toda essa afobação gerou uma vítima inocente, até naturalmente comprazente, que foi agredida, violada, usada, dilacerada e com isso, deu sua contribuição imprescindivel para o sucesso do projeto de crescimento acelerado:&lt;i&gt; o meio ambiente.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;E que, desde o início do processo, lá por 1978, até o início do Século XXI, China era o paraíso das indústrias poluidoras – multinacionais umas, locais outras – que, mercê exigencias ambientais flouxas ou inexistentes, deitaram e rolaram sem dar a mínima para os danos ambientais, com a única preocupação de produzir mais... e lucrar o máximo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Resultado: Hoje a China rivaliza com os EE. UU o execrável título de maior gerador de gases de efeito estufa do mundo, ao que deve acrecentar-se&amp;nbsp; os danos terriveis causados a seus sistemas de sustentação da vida natural, especialmente no seus grandes rios. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Hoje, felizmente, tudo mudou. Nos últimos anos, a China tem multiplicado seus esforços para remediar os erros do passado e pautar o desenvolvimento futuro num zelo absoluto pela preservação ambiental. Na implementação da conquista do Oeste, os cuidados ambientais são condição básica para execução de qualquer projeto, o que, de resto, é exigencia sine-qua-non para qualquer obra, em qualquer lugar no país. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Claro, é uma tarefa de décadas alterar o modelo predador. No momento, um notável primeiro grande passo é a meta estabelecida para reduzir a emissão de gases de efeito estufa em 38% - base 2005 - até 2020. O que, entre outras coisas, vai exigir mudanças radicais no modelo de produção de energia elétrica, que depende do carvão num alarmante 75%. Proporção que vale a pena comparar – com justo orgulho - com o modesto 1% do Brasil, sem esquecer o fardo dos EUA, com seus preocupantes 50%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Essa meta-compromisso é parte de um projeto maior, que abrange 40% da população mundial e inclue outras grandes nações as quais, ainda que em proporções diferentes, também cometeram – a ainda cometem – suas iniqüidades ambientais, como ìndia, Russia, Africa do Sul e Brasil, os cinco participantes do acordo concluído em Nova Delhi, em Novembro de 2009.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Da China, pode afirmar-se que aprendeu sua lição e, a seu favor, deve lembrar-se que é o país que mais investe no planeta para corrigir os erros ambientais do passado e evitar sua repetição, no presente e no futuro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Sem dúvida, os tempos que virão são plenos de bons propósitos. Mas...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-238997639958919782?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/238997639958919782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/238997639958919782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2010/02/nova-fronteira.html' title='A NOVA FRONTEIRA'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/S3Rk5z6na3I/AAAAAAAAAVc/Yx28tbO7x1s/s72-c/intro%5BCAMPO+DEVASTADO.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-488462846319845675</id><published>2010-02-03T14:43:00.000-08:00</published><updated>2010-02-03T14:43:30.345-08:00</updated><title type='text'>DILEMA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;La por 1972, Jigme Syngie Wangchuck, então rei do Butão – pequeno país encravado nas alturas dos Himalaias, esprimido entre a China e a India - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;idealizou o conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB), unindo preceitos budistas às expectativas que reservava para seu povo. Era, senão outra &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;coisa, uma inovadora visão de que o verdadeiro progresso de uma coletividade humana surge quando o desenvolvimento espiritual e o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;desenvolvimento material são simultâneos, assim se complementando e reforçando mutuamente. Isso, em contraponto com o mecanismo clássico &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;de medida da riqueza de uma nação, resumida no PIB (Produto Interno Bruto).&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Quatro eram os pilares que amparavam esse novo conceito: A promoção de um desenvolvimento sócio-economico sustentável e igualitário; a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;conservação e proteção do meio ambiente natural; a preservação dos valores culturais; e o estabelecimento de uma boa governança. Nada mais e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;nada menos era necessário para o crescimento do FIB e, desse modo, sustentar o bemestar e a qualidade de vida da população.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;É claro que o saber economico tradicional ignorou esse intruso que sabotava o dogma fundamental do sistema liberal&amp;amp;capitalista que tinha estabelecido &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;a lei férrea dos mercados, sustentando que é preciso crescer continuamente, a qualquer custo, cada vez mais, e mais, e mais... sem limites. Oba! &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Mais consumo, mais riqueza, mais uso dos recursos naturais. E - nunca está demais para dar uma maozinha - muita desconfiança, insegurança, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;violência, discordia e muitos conflitos sangrentos, tudo para manterem aquecidos os mercados de segurança e de armamentos. Que são componentes muito importantes no modelo vigente.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Mas, a grande contradição desse tipo de desenvolvimento econômico – que incorporamos sem questionamentos ao saber convencional - está no &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;fato de que, enquanto a economia busca um crescimento infinito, os recursos naturais da Terra são limitados. Exemplo: se os 80% dos habitantes do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;planeta quisessem manter um padrão de vida parecido aos 20% melhor aquinhoados na escala de consumo, bem, seriam necessários, no mínimo, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;cinco planetas terra para atender essa demanda. Isso, hoje. Em 2050, com nove bilhões de seres humanos compartilhando bens e serviços&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; deste conturbado mundo, temos que acrescentar mais três planetas. Seria mais que bemvindo um toque da deusa Avatar para solucionar esse dilema!&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;"Os economistas não perceberam um fato simples que para os cientistas é óbvio: o tamanho da Terra é fixo, nem sua massa nem a extensão da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;superfície variam. O mesmo vale para a energia, água, terra, ar, mineral e outros recursos presentes no planeta. A Terra mal está conseguindo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;sustentar a economia existente, muito menos uma que continue crescendo", afirma o economista Herman Daly, professor da Universidade de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Maryland e renomado especialista em sistemas econômicos.&amp;nbsp; Na mesma linha, C. K. Prahalad, consultor do governo da Índia, conclue que “o mundo caminha para o abismo porque, cedo ou tarde, a luta pela posse e o uso dos recursos naturais, que hoje ainda é dissimulada e administrada parcialmente pelos organismos internacionais e os governos das grandes nações, ocasionará conflitos de consequencias inimaginaveis. É necessário, com a maior urgencia, começar a discutir a mudança do modelo”.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;È mais que evidente que, não mais que seja por simples motivo político, todos os paises procuram índices crescentes de desenvolvimento,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; sem dar muita atençaõ aos meios para conseguirem isso. Nada mais justo para 95% dos países do planeta, se isso leva a uma melhor &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;distribuiçãom da renda e abolição da pobreza. Mas, na prática, o que observamos nas últimas decadas foi a concentração da riqueza em poucos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;países, nos quais, como é natural, grande parte de seus habitantes são condicionados a desfrutar de um ganho adequado e crescente, sem &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;entender a existencia de limites naturais nos recursos disponíveis do Mãe Terra.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Alterar o sistema de geração de riquezas passa a ser uma imposição natural. Felizmente, os primeros passos já estão sendo dados e, pelo menos, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;nos questionamentos de muitos dos mais creditados foruns econômicos internacionais e nos movimentos que defendem o meio ambiente, a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;pressão por uma mudança começa a ganhar força. Mas, ninguém deve iludir-se: A luta para a construção de uma nova arquitetura econômica&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;será longa, muito difícil, cheia de obstáculos e enfrentará a resistencia tenaz dos grupos mais poderosos do planeta.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Lembrete: O sistema atual tem na sua bagagem as manhas de quase 300 anos de existencia.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-488462846319845675?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/488462846319845675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/488462846319845675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2010/02/dilema.html' title='DILEMA'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-2586891914636322899</id><published>2010-01-28T12:43:00.000-08:00</published><updated>2010-01-28T15:43:52.063-08:00</updated><title type='text'>AMEAÇA LATENTE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/S2H1bnt30JI/AAAAAAAAAVM/HXsySzv6XcM/s1600-h/CAOS+CORRUP.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="125" src="http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/S2H1bnt30JI/AAAAAAAAAVM/HXsySzv6XcM/s320/CAOS+CORRUP.JPG" width="468" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Com indisfarçável alegria, aguçada com generosas doses dos mais caros champagnes que o dinheiro pode comprar os donos e os principais executivos das grandes corporações internacionais e seus braços mediáticos, festejavam a decisão da Suprema Corte de Justiça dos EE. UU que permite a empresas privadas financiar, &lt;b&gt;sem limites,&lt;/b&gt; candidatos a cargos eletivos. E, inclusive, para fazer ainda mais calamitosa essa infeliz resolução, também permite financiar &lt;b&gt;campanhas incriminatórias&lt;/b&gt;, possibilitando uma desmedida ameaça e censura prévia àqueles que não se dobram aos desígnios dos poderosos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Ou, traduzindo, uma torrente impressionante de dinheiro, disponível nas arcas das maiores corporações do mundo - as principais favorecidas por essa decisão - passa a influir, &lt;b&gt;legalmente&lt;/b&gt;, a eleição daqueles que tomam as decisões e fazem as leis que, de um modo ou outro, pelo poder gravitacional dos EE. UU, afetam uma boa parte da humanidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Quem sabe, lembrando a histórica declaração de Abraham Lincoln, em Gattisburg, em 1863, “A democracia é o governo do povo, pelo povo, para o povo”, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi enfático com relação aos efeitos tenebrosos dessa decisão da Corte Suprema: &lt;i&gt;“Não posso imaginar uma coisa mais devastadora para o interesse público. Essa sentença é um golpe à democracia”,&lt;/i&gt; disse o mandatário. E acrescentou&lt;i&gt;: “Com isso estamos dando mais influência aos poderosos interesses que afogam as vozes da maioria dos estadunidenses”.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;E de dezenas de milhões além das fronteiras dos EE.UU. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Ao mesmo tempo, como se não chegassem as mazelas que já entremeiam o sistema, tanto o polvo da corrupção ganha um importante aliado institucional, como vai ficar ainda mais difícil separar o joio do trigo na credibilidade dos meios de informação globalizados. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Às vezes fica muito complicado confiar no bom discernimento dos doutos juizes quando acontecem decisões contrárias ao interesse publico e que acobertam repercussões de efeitos catastróficos para a vida da maioria das pessoas em muitos países desse mundo globalizado. No impacto, as lembranças são sacudidas por outra decisão fundamental da Suprema Corte, quando em 12 de dezembro de 2000 impediu uma nova contagem de votos na Florida, que consolidaria a vitória de Al Gore, permitindo assim a conquista da presidência por George Bush. E com isso, deu no que deu. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Na prática, esses poderosos interesses, com sede nos EE. UU estão fortemente concentrados em pouco mais de 200 multinacionais e seus “amigos do peito” que atuam nas sombras – sistema financeiro, oligopólios de propriedade intelectual, cartéis globais de tecnologia, sistemas de combate ao terrorismo, esquemas de manipulação mediática, e muitos outros - que, entre outras incongruências do &lt;i&gt;sistema liberal&amp;amp;capitalista&lt;/i&gt;, foram extraordinariamente beneficiadas pela crise que assolou o mundo nos últimos dois anos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Na verdade, o abalo da estrutura econômica global serviu muito bem para acelerar a concentração do poder e, no balanço final, lá por 2012, teremos menos empresas, maiores e com maior participação de mercado. E com isso, com mais facilidade para manipular a vontade dos consumidores e possibilitar formas de globalização que melhor atendam os interesses das maiores corporações do planeta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Mas, nem tudo está perdido. Uma das defesas mais eficientes contra os males dessa terrível concentração de poder está na qualidade e transparência da gestão da coisa pública, sabidamente uma das guaridas preferidas do monstro da corrupção, sempre bem alimentado pelos interesses e pela avidez dos influentes desse nosso sofrido pedaço do universo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Como também é &lt;b&gt;absolutamente fundamental&lt;/b&gt; a inclusão cada vez mais intensa do cidadão comum na organização e formato do futuro que pretende para si e para seus descendentes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;A começar pela sua participação ativa na definição das &lt;b&gt;características da educação para os tempos que virão.&lt;/b&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-2586891914636322899?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/2586891914636322899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/2586891914636322899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2010/01/ameaca-latente.html' title='AMEAÇA LATENTE'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/S2H1bnt30JI/AAAAAAAAAVM/HXsySzv6XcM/s72-c/CAOS+CORRUP.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-3603275748791004924</id><published>2010-01-19T11:11:00.000-08:00</published><updated>2010-01-19T11:11:24.823-08:00</updated><title type='text'>GARRAS MUITO AFIADAS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/S1YDU-rOpFI/AAAAAAAAAUk/ZViKKltvzG0/s1600-h/porto+hong+kong.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/S1YDU-rOpFI/AAAAAAAAAUk/ZViKKltvzG0/s320/porto+hong+kong.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Faz menos de uma geração que eram contados os economistas que se atreviam apostar que a China poderia um dia situar-se entre as maiores economias do mundo. No início da década dos 80, no principio da corrida para o futuro da era Deng, pesava fortemente em contra de qualquer visão mais otimista tanto o pesado fardo dos tempos de Mao e o preconceito de ser um país comunista – que, no imaginário divulgado pela CIA, seus dirigentes comiam criancinhas no café da manhã - como o abismo aparentemente instransponível de suas terríveis deficiências econômicas e sociais. E ainda: era longe, pouco conhecido, escondida pelo véu dos mistérios do Oriente e abrigando a maior massa de famintos do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, tudo muda. Assim, quem diria que no início da segunda década do Século XXI, a China alcançaria a posição da segunda potência econômica do mundo – ou a terceira, muita próxima do Japão, dependendo das paridades das taxas de câmbio utilizadas – e somaria um conjunto impressionante de sucessos econômicos suficientes para deixar de barbas de molho os EUA, líder tradicional nos recordes globalizados. (Vide nosso artigo anterior – “A Sacudida do Dragão”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que, se por um lado, a “crise globalizada do sistema liberal&amp;amp;capitalista” pôs um freio e, em certos casos, fez retroceder o avanço das grandes economias planetárias, não é menos verdade que a China revelou uma invulgar capacidade para navegar nas águas tempestuosas de 2009 e continuar liderando, com folga, o pelotão do crescimento econômico das nações, exibindo orgulhosamente seus notáveis 9,6% de avanço, que segue os impressionantes 13,2% de 2008, os 11% de 2007, os 11,4% de 2006, os 11,0% de 2005.... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, não é apenas isso. Para 2010 pode até esperar-se muito mais, de acordo com as projeções da insuspeita e prestigiosa Academia Chinesa de Ciências Sociais, que no seu “Livro Azul 2010” aponta um conjunto respeitável de fatores que fundamentam as perspectivas de um crescimento sustentável da “menina de ouro dos investidores internacionais”, na denominação do sisudo Wall Street Journal.&lt;br /&gt;È importante levar em conta que a China tem sido e continuará a ser um dos principais fatores para reduzir os efeitos da crise globalizada, continuando agressivamente a comprar, a vender e a investir nos países pobres e nos emergentes, ocupando o papel outrora monopolizado pelos países ricos, os EUA na cabeça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialmente para América Latina, que continua encontrando no mercado chinês um porto seguro para muitos de seus produtos essenciais na sua pauta exportadora – fator de desenvolvimento - como foi o caso especial do Brasil com o minério de ferro e a soja, que contribuíram para o superávit de mais de US$ 3 bi obtido no comércio bilateral em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, segundo a Instituto de Comercio Exterior da Universidade de Hong Kong – que vive o dia-a-dia do comercio internacional na maior Zona Franca do mundo - numa demonstração de vigor redobrada, as exportações chinesas devem subir uns 15% em 2010 para voltar ao nível recorde de 2008 – US$ 1,3 trilhão, umas oito vezes mais que a projeção do Brasil para o corrente ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para atingir isso, o Ministério do Comércio prioriza esforços para aumentar a participação nos países emergentes, contando agora com “a mão extra” do Tratado de Livre Comércio com a Associação de Países do Sudeste Asiático (ASEAN), assinado em Dezembro/2009, que consolida um mercado potencial de quase 600 milhões de pessoas e com o qual a China mantém laços milenares.&amp;nbsp; Paradoxalmente, respeitadas as diferenças, praticamente 100 anos depois se repete na Ásia aquela famosa estória do “quintal” dos EUA na América Latina!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fato de efeitos multiplicadores formidáveis para alavancar o avanço chinês, é o re-descobrimento do mercado interno, que apresenta uma perspectiva de crescimento de 16% em 2010 e que, na opinião da Câmara Geral de Comércio da China, continuará a ser um caminho promissor e de inigualável valor para os milhares de empresas, tanto nacionais como estrangeiras, que começam a desvendar as oportunidades que oferece aquele que rapidamente se esta transformando no “maior mercado de consumo do mundo”, como afirma Chen Jiagui, editor do Livro Azul 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, não está demais ter em conta que os chineses seguem o preceito do mestre Confúcio:&lt;i&gt; “Para alcançar objetivos superiores, é preciso paciência, equilibro e persistência”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;(Imagem: Porto de Hong Kong)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;qtlend&gt;&lt;/qtlend&gt;&lt;qtlend&gt;&lt;/qtlend&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-3603275748791004924?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/3603275748791004924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/3603275748791004924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2010/01/garras-muito-afiadas.html' title='GARRAS MUITO AFIADAS'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/S1YDU-rOpFI/AAAAAAAAAUk/ZViKKltvzG0/s72-c/porto+hong+kong.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-953955516583068358</id><published>2010-01-12T12:53:00.000-08:00</published><updated>2010-01-13T12:11:24.022-08:00</updated><title type='text'>A SACUDIDA DO DRAGÃO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/S04hKGvy5tI/AAAAAAAAAT0/dX_lcJFPR4Y/s1600-h/DRAGON.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 300px; height: 209px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/S04hKGvy5tI/AAAAAAAAAT0/dX_lcJFPR4Y/s320/DRAGON.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5426311058521515730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2009 vai ser lembrado como o ano no qual a China igualou os EUA como o principal parceiro comercial do Brasil. Mas ainda, porque com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;US&lt;/span&gt;$ 20 &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;bilhões&lt;/span&gt; de compras no mercado brasileiro, os chineses podem ostentar o título de ser o principal cliente do país, ultrapassando a liderança histórica dos americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois componentes foram fundamentais para esse resultado: uma queda de 42% na exportações para os EUA e um aumento &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;correspondente&lt;/span&gt; de 23% nas vendas com destino ao gigante asiático, que agora representa 13% do mercado &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;internacional&lt;/span&gt; para os produtos brasileiros. Desempenho que não faz senão confirmar tanto o avanço da &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;parceria&lt;/span&gt; entre ambos países como - o mais importante - o fantástico potencial a ser ainda explorado pelos empreendedores nativos na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;longuinquas&lt;/span&gt; terras o outro lado do mundo.&lt;br /&gt;Sem dúvidas, estamos na presença de um fato de profundas repercussões nos padrões de participação nos fluxos de comercio &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;internacional&lt;/span&gt; do Brasil e que resume todo o processo histórico de edificação de um mercado do qual ambos os países foram importantes parceiros. E que iniciou a construção de seus alicerces na visita histórica a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Beijing&lt;/span&gt; do empresário Horácio Coimbra, então presidente da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Cia&lt;/span&gt;. Cacique de Café Solúvel, em &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Outubro&lt;/span&gt; de 1971. Isso, em plena guerra fria, quando os EUA fiscalizam e condicionavam as relações dos países sob sua área de influencia com os “&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;demónios&lt;/span&gt; vermelhos”.&lt;br /&gt;Mas, para China, 2009 foi um ano de importantes realizações que, de modo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;indiscutível&lt;/span&gt;, confirmaram sua liderança &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;internacional&lt;/span&gt; num período que muitos países amargaram o &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;descalabro&lt;/span&gt; do sistema capitalista&amp;amp;liberal, guarida &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;predilecta&lt;/span&gt; das ambições desmedidas de executivos de conglomerados financeiros e de grandes &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;oligopólios&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;transnacionais&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de qualquer coisa, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;emplacou&lt;/span&gt; um crescimento de 9,6%, o maior entre as 20 maiores economias do planeta. O que, para tristeza dos japoneses, faz da China a segunda economia do mundo, atrás apenas dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também, em 2009 foram vendidos na China 13,5 milhões de automóveis, um aumento de 44% em relação a 2008, o que transformou o país asiático no maior mercado mundial de veículos, superando pela primeira vez os Estados Unidos, que teve que contentar-se com 10,4 milhões de unidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, para não deixar de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;cutucar&lt;/span&gt; outro gigante mundial, superou a até o presente imbatível Alemanha, ocupando o primeiro lugar como o maior exportador do planeta, com pouco mais de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;US&lt;/span&gt;$ 1,2 &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;trilhões&lt;/span&gt;. E, ao mesmo tempo, abocanhando quase 10% das vendas mundiais, merecendo por isso outra medalha de ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para incomodar a até agora imponente supremacia americana, os consumidores chineses adquiriram 185 milhões de aparelhos domésticos, contra 137 milhões comprados pelos “bárbaros” de além Pacífico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade a China joga pesado, do alto de seu imponente mercado potencial de 1.340.000.000 de habitantes, dos quais uns 800 milhões em áreas rurais. E que, ávidos dos prazeres “proibidos” do consumo, respondem rapidamente aos estímulos do crédito &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;prodigamente&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;disponibilizado&lt;/span&gt; pelo governo como uma das principais ferramentas para combater as ameças de crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, a China tem no vasto potencial a ser atendido no mercado interno o seu “as” de ouro para enfrentar as tempestades globalizadas. E vale lembrar que a Índia e o Brasil, na proporção, também contam com esses “ases” de ouro.&lt;br /&gt;Ainda para pensar e até para quebrar paradigmas, recente pesquisa de Global &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Times&lt;/span&gt; revela que 50% das mulheres mais ricas do mundo são...chinesas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-953955516583068358?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/953955516583068358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/953955516583068358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2010/01/sacudida-do-dragao_12.html' title='A SACUDIDA DO DRAGÃO'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/S04hKGvy5tI/AAAAAAAAAT0/dX_lcJFPR4Y/s72-c/DRAGON.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-4013314434205826857</id><published>2009-12-15T13:46:00.000-08:00</published><updated>2009-12-15T16:04:19.045-08:00</updated><title type='text'>UM PREÇO MUITO ALTO</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SygE84lbASI/AAAAAAAAATc/Sqw6C61FR6c/s1600-h/IMAGEM+09.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415583995941028130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 310px; CURSOR: hand; HEIGHT: 189px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SygE84lbASI/AAAAAAAAATc/Sqw6C61FR6c/s320/IMAGEM+09.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em Copenhague, na Conferencia da ONU sobre mudança climática, que reúne quase 200 países, no meio do entrechocar furioso dos interesses das grandes corporações e das tentativas de jogar “nos outros” a culpa e a responsabilidade pela solução do problema, os países ricos, os emergentes e os pobres não tem outra saída que chegar a um consenso sobre os compromissos, as tarefas e os custos exigidos pelo agravamento do aquecimento global, acertando, em conjunto, as medidas para diminuição drástica da emissão de gases de efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final das contas estamos pagando um preço muito alto pelo modelo de desenvolvimento adotado pelo sistema capitalista &amp;amp;liberal &amp;amp; consumista, sintetizado no objetivo maior de produzir mais e consumir mais. E como não foram fixados limites, isso contradiz a lógica implacável da capacidade do planeta de suportar o delírio inconseqüente dos mercados que, escorados na ambição e no lucro, avançam qual tropel de cavalos sem freio para usufruir o máximo de um tipo de desenvolvimento que, no longo prazo, é claramente insustentável. “Duela a quién duela”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas entranhas das contradições do sistema, o coitado do planeta emite um angustiado grito de protesto, na forma de degelos na Antártica e no Ártico; na diminuição da neve das alturas do Himalaia, fundamentais para alimentar os grandes rios da China; na desertificação crescente de grandes áreas do globo, inclusive no Brasil; nas loucuras do clima, com excesso de chuvas ou com a falta delas; na acidificação das águas dos mares, com implicações nefastas sobre todas as espécies marinhas; com a maior freqüência de temperaturas extremas, danosas para a produção de alimentos; enfim, por aí vai a longa lista de avisos da natureza de que muita coisa não vai bem e, de seguir nesse ritmo, catástrofes cada vez maiores açoitaram os inconseqüentes habitantes do planeta. E, ironia extrema, esse mal não pode ser eliminado com o poder de todos os exércitos do mundo, que nada podem fazer diante desses fenômenos imponderáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tudo isso, é preciso repensar com responsabilidade ambiental os fundamentos do sistema de produção de riquezas do planeta! Será uma mudança fantástica, inconcebível poucas décadas atrás, e que terá efeitos dramáticos no modo de vida de uma boa parte da população do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns signos positivos já são visíveis e autorizam certo otimismo sobre o início do processo de reversão do ciclo perverso de degradação da “mãe terra”, como faz entrever a notória mudança de postura dos EE. UU, o maior poluidor do mundo, onde já é maioria os que começam a entender os benefícios de uma atitude positiva com relação ao clima E que contam com a ajuda inestimável de Al Gore, que esgrime seu estudo “Uma Verdade Inconveniente” como um alerta amarelo para a continuidade da vida no planeta e que, para assombro de muitos, foi encontrar em Arnold Schwarzenegger, governador da Califórnia, um novo defensor acérrimo do meio ambiente. Quem diria!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China não fica atrás. Iguala os EE. UU como emissor de gases de efeito estufa e sofre as conseqüências desastrosas do um modelo de crescimento negligente com a natureza. Felizmente, essa atitude começou a mudar nos últimos anos e hoje é o pais que mais investe em preservação ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo dessa preocupação são as diretrizes da Conferência Econômica Central, órgão máximo de planejamento da economia da China, que na primeira semana de dezembro anunciou em Pequim que o governo patrocinará profundas mudanças no modelo de desenvolvimento seguido até o presente. E, dando força a essa nova política, o presidente Hu Jintao, preconizou &lt;em&gt;“um obsessivo cuidado com a preservação ambiental com vistas a manter um sistema econômico equilibrado e sustentável para atender as necessidades das gerações futuras”. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Declaração muito importante desde que estamos falando de uma quinta parte da população do planeta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil não fica atrás. Além de metas ousadas a médio e longo prazo, o Ministério de Minas e Energia habilitou recentemente 339 projetos para geração eólica com capacidade de 10 mil megawatts, o que significa uma vez e meia a capacidade do Complexo do Rio Madeira. Ou 60% de Itaipu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer ponto de vista, a tarefa da reversão do efeito estufa é colossal. Mais perfeitamente possível no amparo das tecnologias já existentes e as muitas ainda em desenvolvimento. E sempre contando com a imprescindível ajuda de uma nova visão das responsabilidades desta geração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-4013314434205826857?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/4013314434205826857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/4013314434205826857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/12/um-preco-muito-alto.html' title='UM PREÇO MUITO ALTO'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SygE84lbASI/AAAAAAAAATc/Sqw6C61FR6c/s72-c/IMAGEM+09.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-6052696557284161649</id><published>2009-12-08T14:18:00.000-08:00</published><updated>2009-12-08T14:28:33.654-08:00</updated><title type='text'>SOCORRO.COPENHAGUE!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/Sx7SXUSe00I/AAAAAAAAATU/MTZqKhzirSg/s1600-h/A+TERRA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5412995100170965826" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 219px; CURSOR: hand; HEIGHT: 189px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/Sx7SXUSe00I/AAAAAAAAATU/MTZqKhzirSg/s320/A+TERRA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;07 de Dezembro de 2009: A maior e mais importante conferência sobre mudanças climáticas da história foi aberta em Copenhague com a participaçã0 de 192 países e mais de 15.000 especialistas em mudanças climática e técnicos em preservação ambiental.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Connie Hedegaard, presidente da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15) e ministra do Clima da Dinamarca, deu o tom do encontro ao afirmar que a chave para um acordo ambiental é encontrar uma forma de elevar e canalizar recursos para os paíse pobres. E complementa: “Se os governos perderem essa chance, podem nunca mais ter uma oportunidade melhor. Se é que isso vai acontecer." &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E que o homem é um predador nato. E mais ainda desde os primórdios da moderna era industrial - que já está próxima de emplacar os 300 anos –quando a base de geração de riquezas que aprendemos naturalmente a aceitar como essencial para o desenvolvimento, tem como alicerce o uso indiscriminado de materiais fósseis - basicamente, carvão e petróleo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Através dos tempos, essa dupla sinistra deixou um caminho de iniqüidades, crimes, ditaduras, monopólios, guerras, conflitos intermináveis, doenças, trabalho subumano, enfim, no dizer popular, “são do mal”. E, de um modo ou outro, a expansão e a essencialidade de seu uso foram suficientes para justificar e encorajar enxurradas de ambição, de falta de escrúpulos, de ânsia de poder, de questões de estratégia militar, de aventuras, de paixão e de preconceitos que, em parte, contribuíram para moldar politicamente nosso planeta.De tudo isso, estamos matando o planeta por desleixo, incompetência e interesses.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esses, os interesses, acobertados na ambição e na insensibilidade, são os escudeiros fiéis dos males que podem destruir o futuro das gerações vindouras.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que nos leva afirmar que toda a saga civilizatória dos tempos modernos foi construída sobre materiais finitos, exauríveis, sujos, extraídos das entranhas do planeta, aos qual o “homem civilizado” acrescentou alegremente, no auge de sua fúria devastadora, um longo inventário de tropelias cinicamente resguardadas por interesses ilegítimos, entre as quais guardam duvidosos lugares de honra as queimadas, a devastação das florestas e a invasão predatória dos santuários naturais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU, enfatiza: “Sem um pacto global, a Terra vai enfrentar as consequências da elevação das temperaturas, o que vai resultar na extinção de espécies de plantas e de animais, na inundação de cidades costeiras, em eventos climáticos extremos, em secas e na disseminação de doenças. As evidências são muito claras desses even tos catastróficos a da necessidade urgente de ações para combater o aquecimento global”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cientistas lembram que a última era glacial, que chegou a seu ápice 20.000 anos atrás,foi resultado de uma diminuição de apenas 5º C na temératura média do planeta. E as mudanças climáticas de nossa era, se nada for feito, pode levar a uma apocalipses planetária em algum momento do Século XXII, mil vezes pior que a anterior, porque agora a Terra está povoada. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em nosso caso, não está demais lembrar a Constituição da República Federativa do Brasil, no capítulo VI, Artigo 229: &lt;em&gt;“Todos tem o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e dever de defendê-lo e à coletividade o de preservá-lo para as presentes e futuras gerações".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E complementa:&lt;em&gt; “A Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal Mato Grossense e a Zona Costeira são patrimônio nacional e sua utilização será feita na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-6052696557284161649?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6052696557284161649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6052696557284161649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/12/socorrocopenhague.html' title='SOCORRO.COPENHAGUE!'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/Sx7SXUSe00I/AAAAAAAAATU/MTZqKhzirSg/s72-c/A+TERRA.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-3355484694039694184</id><published>2009-12-01T09:22:00.000-08:00</published><updated>2009-12-01T09:40:00.599-08:00</updated><title type='text'>EMPRESAS NO FUTURO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SxVU5MVnyUI/AAAAAAAAATM/VrtyTzeHfXE/s1600/empreendedor+2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 160px; height: 170px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SxVU5MVnyUI/AAAAAAAAATM/VrtyTzeHfXE/s320/empreendedor+2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410323868896708930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:9.0pt;line-height:19.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;&lt;br /&gt;Numerosas são as indagações sobre as características dessa ordem que deve surgir da maior crise econômico-financeira dos tempos modernos, com predições conflitantes que pretendem estabelecer os novos caminhos do desenvolvimento e do bem estar das pessoas nos tempos que virão. Mas é quase consensual que no &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;campo empresarial&lt;/b&gt;, para tentar o sucesso nesse cenário multifacetado, é necessário, melhor, é fundamental, uma mudança radical na cultura de gestão dos negócios, enterrando os ícones do passando para dar espaço aos novos deuses que guiarão os escolhidos pelos incertos caminhos do futuro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou: se estamos convencidos que nos tempos vindouros a nova riqueza das empresas passa a ter como paradigmas &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;o &lt;span style="mso-bidi-font-weight:bold"&gt;conhecimento, a inteligência, a inovação e a criatividade&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, é preciso sair do comodismo fácil do tipo “os fatos do passado são uma boa base para entender o presente” para a ousadia de acreditar que&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;“a visão do futuro deve dar forma ao presente”.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, quando se pensa na&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-font-weight:boldfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;competitividade como o resultado final da&lt;b&gt; &lt;/b&gt;excelência empresarial&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;, nada melhor que fugir como gato escaldado do axioma empoeirado “fuja das ameaças”, para buscar o refúgio seguro em&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;“transforme as ameaças em oportunidades”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; E também, escapar de “todo se consegue resolvendo problemas”, para o dinamismo de “&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;todo se consegue explorando oportunidades&lt;/b&gt;”. O que significa ter a coragem para deixar de lado “procure ser o melhor” para o desafio extremo de&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;“procure ser diferente”.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lutar com hábitos seculares não é fácil. Porém, é questão de sobrevivência e crescimento. Exemplo: há menos de 15 anos, era possível afirmar que “as informações tenderão a dobrar cada 14 meses” Hoje, sabemos “&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;que as informações&lt;/b&gt; &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;tendem dobrar cada 80 dias”.&lt;/b&gt; O que, traduzindo, obriga sair do antigo “é preciso aprender”, para o novo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;“é preciso aprender, desaprender e reaprender”.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, no arrastão desvairado desses novos tempos, sem heróis e sem donos, dirigidos pela mão de ferro do “sistema”, o local vira regional; o regional, nacional; o nacional, internacional, e a afirmação escrita a fogo no portal de cada empresa “a qualidade garante o sucesso” precisa ser passada a limpo:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;“sem qualidade não existe sucesso. O que não significa que apenas com qualidade o sucesso está garantido”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:9.0pt;line-height:19.2pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;E, para completar o retrato dessa nova empresa, é bem provável que os ingredientes fundamentais dessa nova postura, sejam uma dose impressionante de coragem, embalada numa visão realista do futuro e fortemente apoiada numa atitude empreendedora. E, nunca esquecer, tudo misturado com uma porção generosa de humanismo.&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:9.0pt;line-height:19.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-font-weight: boldfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:9.0pt;line-height:19.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-font-weight: boldfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:9.0pt;text-align:center; line-height:19.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:9.0pt;line-height:19.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#940F04;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-3355484694039694184?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/3355484694039694184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/3355484694039694184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/12/empresas-no-futuro.html' title='EMPRESAS NO FUTURO'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SxVU5MVnyUI/AAAAAAAAATM/VrtyTzeHfXE/s72-c/empreendedor+2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-581305496002930788</id><published>2009-11-24T10:32:00.000-08:00</published><updated>2009-11-24T10:45:30.426-08:00</updated><title type='text'>PREMISSAS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/Swwps7-pr5I/AAAAAAAAATE/5OarARgL3Sw/s1600/MONTANHA+DONGATA++TIBET+22.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 211px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/Swwps7-pr5I/AAAAAAAAATE/5OarARgL3Sw/s320/MONTANHA+DONGATA++TIBET+22.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407743104556576658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Forças gigantescas pugnam pela supremacia num mundo onde a única constante é a mudança. No horizonte apenas perceptível dos tempos que virão, buscando acalmar a inquietude dos mais afoitos para decifrar os signos dos Oráculos, nada melhor que fazer uma pequena síntese daquilo que já é parte do saber convencional nos quatro cantos do mundo e que, de um modo ou outro, vai contribuir para demarcar o futuro. E, para alguns, até pode ser bom para aprimorar sua postura como inquilinos do Planeta Terra.&lt;/p&gt;  &lt;ul style="margin-top:0cm" type="disc"&gt;  &lt;li class="MsoNormal" style="mso-list:l1 level1 lfo2"&gt;Inevitavelmente, tudo muda.      Apenas não sabemos quando isso vai acontecer.&lt;/li&gt;  &lt;li class="MsoNormal" style="mso-list:l1 level1 lfo2"&gt;Desde o princípio dos      tempos conhecidos, de um modo ou outro, os mais fortes impuseram sua      vontade sobre os mais fracos.&lt;/li&gt;  &lt;li class="MsoNormal" style="mso-list:l1 level1 lfo2"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:      normal"&gt;A&lt;/b&gt; teoria econômica ainda não conseguiu explicar porque uns tem      tanto e outros tem tão pouco. Isso, desde as origens dos tempos.&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list:l1 level1 lfo2"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Symbol;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman'; "&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Nos países mais ricos, é natural que grande parte de seus habitantes tenha a esperança de desfrutar de um ganho adequado e crescente. Esse segmento da população habitua-se a que isso é perfeitamente natural, condicionando assim seus desejos e expectativas, esse modo de ver sua existência e parece não entender a existência de limites naturais nos recursos disponíveis do planeta&lt;/li&gt;  &lt;li class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:      normal;mso-list:l1 level1 lfo2"&gt;Muitos acreditam que estão presos a um      sistema que não entendem, não desejam, não atende suas expectativas e que      precisa mudar. A grande dúvida é como mudar e para onde.&lt;/li&gt;  &lt;li class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:      normal;mso-list:l1 level1 lfo2"&gt;Vivemos num mundo de complexidade      crescente, distorções avassaladoras e incomensurável falta de compaixão. Exemplo:      apenas 10% do gasto mundial em armamentos seriam suficientes para acabar      com a pobreza extrema que aflige vinte por cento dos seres humanos.&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:      normal;mso-list:l1 level1 lfo2"&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A globalização não tem criadores, não tem início não tem pais, simplesmente, aconteceu. Então, conseqüentemente, não tem compromissos. Quem sabe, deve ser vista apenas como a continuação do processo milenar para tentar encontrar o caminho da prosperidade. Ou, eventualmente, uma forma para impor a vontade dos poderosos – que tudo têm – para a maioria – que pouco ou nada têm.&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:      normal;mso-list:l1 level1 lfo2"&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;As 500 maiores multinacionais {empresas, conglomerados, entidades} são as verdadeiras detentoras do poder globalizante. Essa fantástica concentração de poder permite decisões centralizadas que podem mudar o curso da vida dos povos da terra.&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:      normal;mso-list:l1 level1 lfo2"&gt;&lt;span style="font-family:Symbol; mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A verdade crua e nua é que o motor do crescimento da grande empresa è a ânsia incontrolável de lucro. E do poder a ele associado.&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:      normal;mso-list:l1 level1 lfo2"&gt;O novo colonialismo veste a roupagem do conhecimento, da tecnologia, das patentes, dos direitos de quem chegou (o fez) primeiro. Persistentemente, repete o passado e pode considerar-se como o maior perigo que assombra o futuro dos países menos aquinhoados.&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:      normal;mso-list:l1 level1 lfo2"&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;É preocupante uma perturbadora semelhança entre os erros nefastos dos últimos dois s&lt;u&gt;éculos&lt;/u&gt; e os acontecimentos econômicos dos últimos anos. Nunca aprenderemos?&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:      normal;mso-list:l1 level1 lfo2"&gt;A história ensina que na guerra, na política e na economia, a primeira vítima é a verdade. O que não deixa de ser uma prova a mais de seus laços sinistros.&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:      normal;mso-list:l1 level1 lfo2"&gt;Centenas de economistas arriscam predizer como será a China – considerada o maior fenômeno econômico da história conhecida da humanidade – daqui15 15, 30 ou 40 anos, mas sem atrever-se a cruzar o umbral da metade do Século. Para isso, usam os dados do passado para predizer o futuro, repetindo velhos erros e deixando de lado lições milenares.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm; margin-left:25.1pt;margin-bottom:.0001pt;text-indent:-18.0pt;line-height:normal; mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 25.1pt"&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;·&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;       &lt;i&gt;  &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;Confúcio e Buda, enigmaticamente, continuam a sorrir.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-581305496002930788?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/581305496002930788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/581305496002930788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/11/premissas.html' title='PREMISSAS'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/Swwps7-pr5I/AAAAAAAAATE/5OarARgL3Sw/s72-c/MONTANHA+DONGATA++TIBET+22.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-6640995560575119908</id><published>2009-11-17T11:51:00.000-08:00</published><updated>2009-11-17T11:53:48.989-08:00</updated><title type='text'>UM VENTO DO OCIDENTE</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SwL_Rr881NI/AAAAAAAAAS8/OtsQrh3Aihw/s1600/imageNUVE,+3.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 130px; height: 98px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SwL_Rr881NI/AAAAAAAAAS8/OtsQrh3Aihw/s320/imageNUVE,+3.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405163182119245010" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" font-weight: normal; font-size:16px;"&gt;Faz pouco mais de 37 anos , em Fevereiro de 1972, que numa reviravolta histórica o então presidente Richard Nixon visitou a China do carismático Mao e iniciou uma aproximação entre os dois gigantes que, ainda com altos e baixos, perdura firme até o presente.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Hoje (16/11/2009) não tenham dúvidas que o que vai prevalecer na visita de Barack Obama à China é uma visão compartilhada da realidade, com base na afirmação da Secretaria de Estado, Hillary Clinton: “&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Ainda que muitos relutem em admiti-lho, a China e os EE. UU. construíram nos últimos anos uma rede de interesses-econômicos, políticos, estratégicos – muito sólida e com um potencial significativo de crescimento nas próximas décadas, fazendo que a cooperação e a amizade entre os dois países sejam fundamentais para a paz e a prosperidade do mundo.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;É claro que existem importantes querelas comerciais assim como diferenças de fundo nos conceitos e na aplicação de direitos básicos das pessoas. Mas as declarações grandiloqüentes a esse respeito de Hu Jintao e de Barack Obama, comuns nesses encontros, podem ser interpretadas como a quota indispensável para atender e satisfazer lobbies e grupos influentes necessários para a manutenção do poder.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;E isso vale para ambos os lados.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Mas o que realmente importa, na vida real, é que os dois países são os maiores sócios comerciais do planeta; os baixos preços dos produtos chineses ajudam a controlar a inflação nos EUA e aumentam o poder de compra dos americanos; os EUA, - que são disparados, os maiores inversores de capital privado na China - têm participação em mais de 12.000 empresas no país, inclusive muitas de tecnologia de ponta, somando investimentos diretos de mais de US$ 600 bilhões; a China, por sua vez, tem mais de US$ 800 bilhões de suas reservas aplicados em bônus do Tesouro Americano; empresas e instituições de ambos os países fazem trabalhos conjuntos de pesquisa em dezenas de áreas estratégicas; o intercambio tecnológico, científico, educacional e cultural atinge níveis impressionantes e cresce aceleradamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Ou, em outras palavras, os EUA reconhecem a (a contragosto?) que a China &lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;confirma, ano após ano, paciente e persistentemente, sua vocação e sua capacidade para vir a exercer um papel de protagonista no cenário internacional. E que, além de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;fazer parte do seletíssimo clube das potências atômicas e do trio de nações que monopolizam a exploração espacial – o que traduz excelência tecnológica e científica nas principais áreas do conhecimento-mostrou que possui estruturas o bastantes sólidas para superar a recente crise do “sistema liberal&amp;amp;capitalista” com relativamente poucos danos e sem maiores abalos no seu potencial de crescimento para os próximos anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;E que tem fortes credenciais para continuar assombrando o mundo com taxas de crescimento econômico inigualáveis, nunca antes verificado por nenhuma região na História conhecida dos dez milênios da saga civilizatória.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Mais de 200 anos atrás, Napoleão já predizia: “Deixai a China dormir, porque quando acordar, o mundo tremerá.” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-6640995560575119908?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6640995560575119908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6640995560575119908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/11/um-vento-do-ocidente.html' title='UM VENTO DO OCIDENTE'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SwL_Rr881NI/AAAAAAAAAS8/OtsQrh3Aihw/s72-c/imageNUVE,+3.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-8820599718984625862</id><published>2009-11-10T06:34:00.000-08:00</published><updated>2009-11-10T15:27:57.705-08:00</updated><title type='text'>OFENSIVA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/Svn28dpUIzI/AAAAAAAAASI/mXYsGE56ZL4/s1600-h/canion+tibat.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 231px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/Svn28dpUIzI/AAAAAAAAASI/mXYsGE56ZL4/s320/canion+tibat.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5402620746618118962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Verdana, sans-serif;font-size:13px;"&gt;Os chineses demonstram ser excelentes jogadores do poker da geopolítica planetária e, de modo especial, nos últimos 5 anos têm trabalhado com celeridade e eficácia para ganhar posições estratégicas no vazio deixado pelos EUA e pela Europa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-Courier New&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Os grandes conquistadores do Século XIX (Europa) e do Século XX (EUA), imersos na crise do sistema capitalista/liberal e sem forças - recursos- para revidar a forte arremetida chinesa apenas podem ser espectadores impotentes que sabem que estão começando a perder o jogo do poder global para um adversário decidido, que luta com admirável competência para ganhar posições estratégicas no xadrez do jogo pela supremacia mundial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-Courier New&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Nos últimos 24 meses, quando uma ventania tempestuosa sacudia as estruturas da economia globalizada, sem perdoar nenhum pedaço do planeta, a China acelerou sua ofensiva para ocupar os espaços deixados pelos outrora “donos do mundo” e provar que é um país confiável, forte, e que busca a paz, a amizade e a harmonia entre as nações. E que hoje é o único país que tem a bolsa cheia para investir, financiar, comprar, comerciar e atender as necessidades mais urgentes dos mais pobres.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-Courier New&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;E claro, consegue "pechinchas" fabulosas e acordos em longo prazo que são uma garantia adicional para a continuidade de seu projeto da "Grande China", sendo de destacar o insaciável apetite da &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;China National Offshore Oil Corporation (CNOOC) &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;- a Petrobras daquelas bandas – que não vacila em chocar de frente com gigantes como Royal Dutch/Shell, Chevron/Texaco, Exxon Mobil, ENI e Total. E, geralmente, levar a melhor.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-Courier New&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Seguindo ensinamentos do lendário Sun Tzu - até obedecendo a suas táticas militares aplicadas magistralmente no cenário econômico/empresarial- chama atenção quatro caixeiros viajantes, amáveis e sorridentes, que percorrem o mundo dando atenção preferencial à África e América Latina, e que representam a cúpula do poder da China: o Primeiro Ministro Wen Jiabao; o Presidente, Hu Jintao; o Vice-Presidente, Xi Ximping; e o Ministro das Relações Exteriores, Yang Jiechi.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-Courier New&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Trazem uma mensagem clara de esperança, afirmam sua vontade de cooperação, concretizam negócios de bilhões, assinam acordos, prometem investimentos, enfim, de todos os modos possíveis, tentam provar que China é um parceiro “do peito” nos momentos difíceis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-Courier New&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;E não perdem a oportunidade de afirmar que “mantendo taxas elevadas de crescimento, a China vai ajudar a superar a turbulência mundial o que, inclusive, vai permitir ampliar sua cooperação com todos os países”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Verdana, sans-serif;font-size:13px;"&gt;Bem, em 2009 a China vai emplacar um crescimento próximo dos 9% que é, de longe, a maior taxa entre as nações que compõem o G-20.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Verdana, sans-serif;font-size:13px;"&gt;Está acontecendo. Se continuar, vai significar a maior mudança do poder global dos últimos três séculos que poderá ser plenamente concretizada na década iniciada em 2030, de acordo com documentada análise do Departamento de Estudos Internacionais da Wharton University de Pennsylvania, um dos mais respeitados “think tank” dos Estados Unidos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Verdana, sans-serif;font-size:13px;"&gt;Ora, são apenas 20 anos. Podemos esperar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-Courier New&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-Courier New&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-Courier New&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-Courier New&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-8820599718984625862?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/8820599718984625862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/8820599718984625862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/11/ofensiva.html' title='OFENSIVA'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/Svn28dpUIzI/AAAAAAAAASI/mXYsGE56ZL4/s72-c/canion+tibat.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-1243793259322032960</id><published>2009-11-03T22:41:00.000-08:00</published><updated>2009-11-03T22:50:15.382-08:00</updated><title type='text'>TEMPOS DE LUZES E SOMBRAS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SvEjWlG4caI/AAAAAAAAAR4/LuryKBJ8jz8/s1600-h/TEMPLO+DO+CEU+-+PEQUIM+22.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 298px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SvEjWlG4caI/AAAAAAAAAR4/LuryKBJ8jz8/s320/TEMPLO+DO+CEU+-+PEQUIM+22.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400136299019006370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:3.0pt;line-height:16.8pt;mso-outline-level: 3"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: medium; line-height: 25px; "&gt;Felizmente, parece que mais luzes de que sombras e, embora possam vir ainda muitos sobressaltos, os sinais indicam que o pior já passou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; line-height:19.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Uma brisa fresca de notícias positivas alenta um crescente otimismo e muitos países – grandes e pequenos, ricos e pobres, que passaram pela sua pior experiência econômica dos últimos 75 anos – já começam a vislumbrar o brilho das primeiras estrelas que sinalizam o caminho de uma nova caminhada para o desenvolvimento e o bem estar de seus povos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; line-height:19.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;E, acreditem ou não, são &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:red;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;BRASIL &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:red;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;CHINA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; as duas grandes economias que sobressaem indistintamente nessa corrida para tempos melhores e que, seguramente, devem emplacar notáveis taxas de crescimento em 2010, sustentadas pelo bom desempenho de 2009.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; line-height:19.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Quem sabe, as lições desse ano de pesadelo sirvam de suficiente estímulo para que sejam empreendidos esforços extraordinários para sair do lamaçal para o qual o mundo foi empurrado pela dupla sinistra:&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;capitalismo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &amp;amp; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;liberalismo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;. Que, vale enfatizar, é o refugio predileto dos grandes males que afligem a humanidade: 1) egoísmo; 2) materialismo; 3) soberba; 4) consumismo; 5) corrupção; 6) ganância; 7) ânsia de poder; 8) pobreza; 9) desigualdade; 10) desrespeito pelo meio ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; line-height:19.2pt"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Sem dúvida vem aí tarefas gigantescas e inimigos terríveis, alguns dos quais tudo farão por sustentar suas posições e privilégios que remontam aos tempos do colonialismo, quando não da época feudal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; line-height:19.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Só que agora, no G20, países que ontem eram da “periferia – como o Brasil – também poderão opinar e dizer, ancorados em mais de 75% da população mundial: &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Basta! A supremacia colonialista dos que tudo tem, precisa terminar de vez! Então, e só assim, podemos estabelecer uma solução duradoura e honesta para uma crise da qual nós somos vítimas, não culpados! E evitar que se repita no futuro!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; line-height:19.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Postura que, sem dúvida, abre caminho para as três primeiras grandes revoluções do Século XXI que podem transformar significativamente as relações entre as nações e a qualidade de vida dos habitantes deste sofrido planeta: 1) &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;a reforma do sistema de decisões econômicas, monopolizado pelos países ricos –G8 - que outorga o direito para que poucos decidam, a portas fechadas, o destino de muitos; 2) o aperfeiçoamento do processo de globalização, para ajudar a reduzir o abismo entre ricos e pobres; 3) a proteção prioritária do meio ambiente, para preservar o planeta.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; line-height:19.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Mas, é preciso muita atenção e todo o cuidado possível. Desde que os interesses dirigem as ações daqueles que fazem o &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;“sistema&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;”, é bom ter presente que foi essa união bastarda que deu suporte à manipulação desvairada de fundos, com a desregulação das bolsas nos anos 80 e a liberação dos mercados de capitais na década dos 90. Que receberam a colaboração - totalmente isenta de qualquer responsabilidade - do fantástico avanço dos sistemas de comunicação e informação, inclusive internet.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; line-height:19.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Assim, a mesa estava preparada para a indecorosa festança financeira do início do Século XXI, com os assentos de honra reservados para os países mais ricos do planeta. E, como não podia ser diferente, deu no que deu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:5.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:5.0pt; margin-left:0cm;line-height:19.2pt"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;E para piorar, o liberalismo do sistema trouxe, entre outros males, facilidades antes nunca vistas para &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;o crescimento do crime organizado&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;impulsionando a movimentação e lavagem de dinheiro ilícito&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;, fruto da corrupção, do tráfego de drogas, de armas e de pessoas, do contrabando, do jogo, de seqüestros, da prostituição, da sonegação, enfim, a lista é tristemente longa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:5.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:5.0pt; margin-left:0cm;line-height:19.2pt"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:5.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:9.0pt; margin-left:0cm;line-height:19.2pt"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=" font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;È tempo do basta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a name="comments"&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-1243793259322032960?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/1243793259322032960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/1243793259322032960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/11/tempos-de-luzes-e-sombras_03.html' title='TEMPOS DE LUZES E SOMBRAS'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SvEjWlG4caI/AAAAAAAAAR4/LuryKBJ8jz8/s72-c/TEMPLO+DO+CEU+-+PEQUIM+22.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-9219597817725654028</id><published>2009-10-13T14:16:00.000-07:00</published><updated>2009-10-14T11:40:02.954-07:00</updated><title type='text'>PROFECIAS</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/StUsCsIEa6I/AAAAAAAAARA/Pl01TkEXAUI/s1600-h/muralha+china.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392264553562401698" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 168px; CURSOR: hand; HEIGHT: 168px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/StUsCsIEa6I/AAAAAAAAARA/Pl01TkEXAUI/s320/muralha+china.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visionário, o então presidente da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Korea&lt;/span&gt; do Sul, Park &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Chung&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;hee&lt;/span&gt;´s, afirmava, em 1980, na conferência de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;apertura&lt;/span&gt; da (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;ASEAN&lt;/span&gt; – Associação de Nações do Sudeste Asiático:"&lt;em&gt;O Século XXI será o século do Pacífico. Desde já, as poderosas nações ocidentais podem preparar-se para uma revolução que sacudirá os alicerces da economia mundial e mudará, quem sabe para sempre, o equilibro do poder”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proféticas palavras! Catapultados pela “nova revolução &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;econômica&lt;/span&gt;” da China, iniciada em 1978, e no meio do turbilhão econômico que balizaram as décadas seguintes e que estavam mudando as reglas do jogo do poder, passou quase despercebido que o caminho para as terras do dragão não assinalava apenas uma mudança nos padrões de participação nos fluxos internacionais do comercio mas, fundamentalmente, a conclusão de todo um processo histórico de edificação de um mercado, no qual &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Asia&lt;/span&gt; estava lutando, obstinamente, por ocupar o lugar principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale lembrar, por outro lado, que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;fator&lt;/span&gt; China é decisivo para explicar essa expressiva mudança de rumo no comércio exterior, agora sim globalizado, que se desloca do Atlântico – liderado por Europa/EUA – para o Pacífico, onde desponta &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;indiscutivelmente&lt;/span&gt; um novo poder &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;globalizador&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, isso confirma nossa visão de que temos que dar cada vez mais atenção aos países asiáticos e, muito particularmente, à China, da qual esperamos muitas notícias muito positivas para nosso país nos tempos que virão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para irrigar esse comercio, o Banco da China, um dos maiores do mundo, abre em São Paulo sua primeira agência na América do Sul, ao mesmo tempo em que Pequim prepara linhas de financiamento acima de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;US&lt;/span&gt;$ 11 &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;bilhões&lt;/span&gt; para o Brasil, que não é mais que uma pequena parte daquilo que o gigante asiático pretende investir/financiar/emprestar ao "grande amigo" sul-americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo: com a mirada no futuro, os governos brasileiro, chileno e boliviano assumiram um compromisso de terminar, o mais rapidamente possível. o chamado corredor interoceânico, que ligará os portos de Arica e Iquique, no norte do Chile, ao porto de Santos, em São Paulo, passando pela Bolívia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pensando em nossos empreendedores&amp;amp;exportadores, desponta um fato &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;indiscutível&lt;/span&gt; quando percebemos que entre 300 até 400 milhões de chineses – com destaque para “&lt;strong&gt;elas”&lt;/strong&gt; - podem tranquilamente ser incluídos entre os consumidores de classe média, &lt;strong&gt;o que representa umas cinco vezes o seu equivalente brasileiro. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;E, fundamental:a demanda de produtos ocidentalizados desses “novos ricos” abre oportunidades gigantescas para as empresas brasileiras no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;planejamento&lt;/span&gt;, organização, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;design&lt;/span&gt;, produção, vendas e marketing para tudo o que leva a estampa "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Made&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;in&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Brazil&lt;/span&gt;".&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-9219597817725654028?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/9219597817725654028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/9219597817725654028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/10/profesias.html' title='PROFECIAS'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/StUsCsIEa6I/AAAAAAAAARA/Pl01TkEXAUI/s72-c/muralha+china.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-5790016530006929151</id><published>2009-09-30T16:45:00.000-07:00</published><updated>2009-09-30T17:10:35.008-07:00</updated><title type='text'>ÉTICA GLOBALIZADA</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: 12.0pt;mso-bidi-font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Uma das iniciativas mais interessantes das Nações Unidas, ora em pleno andamento, é a proposta de elaborar um CÓDIGO UNIVERSAL DE PRINCÍPIOS E BOAS PRÁTICAS DE COMÉRCIO MUNDIAL, com a participação, aberta e sem restrições, de todos aqueles que desejarem opinar, colaborar e discutir a formatação final desse magno documento o qual, posteriormente, será submetido à Organização Mundial do Comércio para aprovação final.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; Essa gigantesca &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;consulta pública global&lt;/i&gt;, possível em tempo real graças à Internet, envolve mais de 200 países e quase 5.000 organizações, reunindo representantes dos três principais grupos de interessados: a) os que defendem os&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt; interesses da Sociedade Civil; &lt;/i&gt;b) aqueles que falam em &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;nome dos governos&lt;/i&gt; e; c) os que analisam a temática do &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;ponto de vista empresarial.&lt;/i&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;ONGs, universidades, entidades empresariais, sindicatos, empresas de consultoria, organizações de pesquisa, etc. contribuem desse fórum, cuja resultante pode (deve) ser uma formula aceita por todos para moldar um relacionamento mais justo entre consumidores, produtores e governos dos mais de 250 países que lutam por seu lugar ao sol nesse conturbado – e cada vez mais aquecido – planeta de todos nós.&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; E que, na realidade, de um outro ponto de vista, trata-se de trilhar novos caminhos para unificar interesses tradicionalmente conflitantes entre os três grupos de atores principais do jogo do poder: a) &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;os países&lt;/i&gt; &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;ricos e suas multinacionais&lt;/i&gt;; b) &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;os emergentes (o Brasil no meio), &lt;/i&gt;que começam a brigar por uma posição que reconheça sua importância e seu papel decisivo na sustentação do crescimento da economia global; &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;c&lt;/i&gt;) &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;os pequenos, &lt;/i&gt;integrados&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt; &lt;/i&gt;pelos países pobres e de pouca importância econômica.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; A esses protagonistas das batalhas pelo predomínio mundial, não podemos esquecer &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;a população em geral&lt;/i&gt;, a massa de consumidores atuais e em potencial, os quais, no final das contas, são o elo decisivo que sustenta a corrente do comércio.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; Além das questões técnicas, a consulta trás a tona temas polêmicos, como Responsabilidade Social, Desenvolvimento Sustentável, Normas Universais de Trabalho, Direitos Humanos. Ética Comercial e outros não menos importantes na busca de um código de conduta aceitável e condizente com &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;a realidade maior&lt;/b&gt;: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;a humanidade é uma só, independentemente das nacionalidades e dos preconceitos moldados por circunstancias históricas perdidas nas linhas do tempo.&lt;/i&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;É claro que a tarefa é hercúlea porque, entre outras coisas, pode contribuir para fazer transparentes as verdadeiras intenções pós-crise dos outrora todo-poderosos países ricos. E como têm montanhas de roupa suja para lavar........ o tempo dirá!&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-5790016530006929151?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/5790016530006929151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/5790016530006929151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/09/etica-globalizada.html' title='ÉTICA GLOBALIZADA'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-5684859157708299414</id><published>2009-07-23T12:32:00.000-07:00</published><updated>2009-07-23T06:07:50.659-07:00</updated><title type='text'>PACIÊNCIA, PERSISTÊNCIA, EQUILIBRO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm_B2dRGWI/AAAAAAAAANY/yIG_naI1GE4/s1600-h/232.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 280px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm_B2dRGWI/AAAAAAAAANY/yIG_naI1GE4/s320/232.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303480074724514146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nos últimos 30 anos a China experimentou uma transformação dramática e substancial na medida em que passava de uma economia centralizada, que obedecia rigidamente os princípios do comunismo ortodoxo, para uma&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; nova economia&lt;/span&gt; denominada&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; socialista de mercado&lt;/span&gt;, com o objetivo de extrair o melhor de ambos sistemas, porém sem perder de vista a necessidade de manter o equilibro de forças que até então eram consideradas antagônicas e naturalmente excludentes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este singular modelo de desenvolvimento, que favorece a prudência na abertura do mercado mantendo o papel regulador do Estado, tem sido reconhecido como um Sistema que merece a mais cuidadosa atenção e que pode ser uma alternativa interessante para que muitas nações cheguem mais rapidamente a níveis adequados de evolução econômico-social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As grandes reformas – que continuam – foram introduzidas de forma gradual e firme, com metas estabelecidas para o longo prazo, controladas e planejadas para não causar comoção nem resistências desestabilizadoras num país de tradições arraigadas e que ainda guarda nas suas elites dirigentes um sentimento muito forte da necessidade de manter o máximo dirigismo centralizado, simblizado no Estado onipresente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, felizmente, tudo muda e a China está conseguindo harmonizar as necessidades e os anseios populares com seus logros no sistema econômico, na organização política e nos avanço sociais.&lt;br /&gt;O que proporciona uma sólida base para uma análise acurada daquilo que muitos líderes de países pobres - e incluso muitos emergentes - questionam: Pode a China servir de modelo para o tipo de desenvolvimento que atenda as necessidades populares e minimize as terríveis desigualdades e injustiças do sistema econômico-social que vigorou no mundo endemicamente, inclusive até os dias de hoje?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante é que se intui nas entrelinhas dos programas chineses de desenvolvimento a influência da filosofia de Confúcio, que pregava que o caminho para o futuro estava demarcado pela paciência, pela persistência e pelo equilibro do homem com a natureza e de uma vida em harmonia com todos os seres vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, nada a ver com o sistema capitalista/liberal de mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Imagem: Estadio Nacional de Pequim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-5684859157708299414?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/5684859157708299414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/5684859157708299414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2008/11/paciencia-persistencia-equilibro.html' title='PACIÊNCIA, PERSISTÊNCIA, EQUILIBRO'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm_B2dRGWI/AAAAAAAAANY/yIG_naI1GE4/s72-c/232.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-5581396868257183899</id><published>2009-07-16T17:33:00.000-07:00</published><updated>2009-07-22T14:36:22.997-07:00</updated><title type='text'>DEUSES E DEMONIOS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SefQGW1gk9I/AAAAAAAAAP4/NuuAJUeNMDM/s1600-h/presa+3+grgantas.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SefQGW1gk9I/AAAAAAAAAP4/NuuAJUeNMDM/s320/presa+3+grgantas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325453892016706514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nossa civilização pode tanto ser definida como a última etapa da rebelião dos gênios da energia, tal como a conhecemos e usamos negligentemente nos últimos 300 anos, ou o degrau inicial da utilização massiva de tecnologias ambientalmente não agressivas para produção daquilo que podemos, com toda propriedade, apelidar como o sangue vital de nossa era.&lt;/span&gt; &lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;A base de geração de riqueza do “sistema” que, desde nosso nascimento, aprendemos naturalmente a aceitar como definitiva e intocável - é assim, não pode mudar, faz parte – tem como base a extração de materiais fósseis - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;"&gt;basicamente, carvão e petróleo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;– não renováveis, finitos, exauríveis, concentrados, sujos, mortais agentes de poluição que são.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Através dos tempos, essa dupla sinistra deixou um caminho de iniqüidades, crimes, ditaduras, monopólios, guerras, conflitos intermináveis, doenças, trabalho subumano, enfim, no dizer popular, “são do mal”. E, de um modo ou outro, a expansão e a essencialidade de seu uso foram suficientes para justificar e encorajar enxurradas de ambição, de falta de escrúpulos, de ânsia de poder, de questões de estratégia militar, de aventuras, de paixão e de preconceitos que, em parte, contribuíram para moldar politicamente nosso planeta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De tudo isso, estamos matando o planeta por desleixo, incompetência e interesses de alguns grupos insensíveis às &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;"&gt;verdadeiras necessidades de nossa civilização.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero lembrar, apenas como registro, que os dois países responsáveis pela emissão de mais de 65% dos gases poluidores da terra, são a China e os EUA que têm no carvão a fonte de 75% e 50% de sua geração de energia elétrica, respectivamente. E são também os maiores consumidores de petróleo, devorando 40% da produção mundial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Já que pelo que nos consta ninguém está bombeando de volta petróleo para as entranhas da terra, temos que aderir, nem que seja por simples questão de tentativa de sobrevivência, às energias alternativas – derivadas do sol, do vento, do hidrogênio, da água, da biomassa, do etanol e de diversas outras fontes &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;"&gt;renováveis e não poluidoras.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas fontes, que para a 2ª. metade deste Século s&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;"&gt;erão parte fundamental de uma nova forma de dominar a ciência de produzir energia,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; têm algumas coisas em comum: receberam, recebem e continuarão a receber a oposição – aberta ou dissimulada – das grandes empresas multinacionais   que extraem seus lucros fabulosos das formas tradicionais de produzir, processar e distribuir energia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Algumas dessas fontes – sol, vento, hidrogênio - têm características que fazem o desespero dos grandes grupos que se aferram às formas que, em poucas décadas, farão parte do museu da energia: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;"&gt; são descentralizadas, podem ser utilizadas sob medida às necessidades dos usuários e não podem ser objeto de monopólios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;"&gt;São, essencialmente, um grito de liberdade no caos de interesses contrapostos de nosso tempo.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-5581396868257183899?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/5581396868257183899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/5581396868257183899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/04/deuses-e-demonios.html' title='DEUSES E DEMONIOS'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SefQGW1gk9I/AAAAAAAAAP4/NuuAJUeNMDM/s72-c/presa+3+grgantas.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-6091136508778850766</id><published>2009-07-05T07:14:00.000-07:00</published><updated>2009-07-22T17:05:03.217-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='05/07/2009'/><title type='text'>OS DESIGUAIS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/Sb-xtN2ZblI/AAAAAAAAAPY/WxcF8BBfgcE/s1600-h/ft12GANDHI+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 209px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/Sb-xtN2ZblI/AAAAAAAAAPY/WxcF8BBfgcE/s320/ft12GANDHI+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314161475690524242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos meses antes de sua morte, em 1948, o apóstol da não-violência, MAHATAM GANDHI, do alto de sua imensa sabedoria, profetizava,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os povos do chamado “Terceiro Mundo” não podem continuar esperando indefinidamente pela compreensão e a boa vontade dos países ricos, ainda cegos no seu egoísmo de acumulação de riquezas. Eles não querem caridade. Não querem esmola. O que pretendem é uma distribuição mais justa da riqueza mundial para ter uma pitada de esperança e sentir que vale o esforço para construir uma nova ordem mundial. E, para começar, nada é mais importante que o acesso facilitado aos mercados dos mais ricos, especialmente com a eliminação das barreiras e dos subsídios agrícolas.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, mais de 60 anos depois, os países produtores de bens primários- tanto os emergentes, como o Brasil, como os mais pobres, como Ghana - continuam tentando fazer-se ouvir por sobre o alvoroço dos colossais interesses defendidos, a qualquer custo, pelos grupos que, com a maior cara de pau do mundo, se intitulam favoráveis do “livre mercado”  Naturalmente, deixam de mencionar que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o livre mercado só interessa quando os favorecidos são os poderosos manipuladores da economia globalizada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso das barreiras tarifárias do etanol brasileiro para entrada nos EUA - o Brasil é o maior produtor mundial e possui a melhor tecnologia do planeta no ciclo integrado da cana de açúcar – é típico e serve de (mau) exemplo de como age o lobby dos “reis” dos combustíveis fósseis – petróleo, carvão - para impedir, encarecer, atrasar ou eliminar concorrentes no “seu mercado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro triste exemplo é o andar de tartaruga das negociações da Rodada e Doha para liberação do comércio mundial, que sob a égide da OMC – Organização Mundial do Comércio –  se arrastam há mais de 7 anos e onde a grande controvérsia sobre subsídios agrícolas serve de pano de fundo para a defesa irredutível dos&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; interesses dos grandes operadores de commodities agrícolas do planeta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui se aplica muito bem o ditado de que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“nada é mais injusto que tratar os desiguais de modo  igual&lt;/span&gt;” Porque os países industrializados exigem dos países menos desenvolvidos reciprocidades e abertura indiscriminada para seus  produtos que, caso aceitas, seriam fatais para muitas setores ainda despreparados para enfrentar a concorrência predatória das grandes multinacionais, ocasionando todo tipo de danos, a começar pela perda de postos de trabalho e uma não menos nociva eliminação de micro e pequenas empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos pesares, o comércio internacional entre os países ricos e o “resto", tem demonstrado ser importante para o crescimento da economia global. Mas tem ainda um longo caminho a ser percorrido para que a distribuição de seus benefícios não permaneça concentrada em mãos de poucos e possam cheguar à maioria, tanto de pessoas e comunidades, como de países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;As palavras do grande mestre sinalizam um caminho para harmonizar os vínculos entre as nações e aprimorar a qualidade de suas relações.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-6091136508778850766?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6091136508778850766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6091136508778850766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/03/comercio-justo.html' title='OS DESIGUAIS'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/Sb-xtN2ZblI/AAAAAAAAAPY/WxcF8BBfgcE/s72-c/ft12GANDHI+2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-8876830999237116080</id><published>2009-06-30T12:55:00.000-07:00</published><updated>2009-07-22T17:31:55.871-07:00</updated><title type='text'>A  GRANDE REVIRAVOLTA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZ8ZLdvt8lI/AAAAAAAAAOg/S0piCe_5d_4/s1600-h/TEMPLO+DE+CONFUCI+%28JIANDING,+SHANGAI%29.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 201px; height: 133px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZ8ZLdvt8lI/AAAAAAAAAOg/S0piCe_5d_4/s320/TEMPLO+DE+CONFUCI+%28JIANDING,+SHANGAI%29.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304986570819760722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMiguel%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:21.0cm 842.0pt; 	margin:70.9pt 70.9pt 2.0cm 70.9pt; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não duvidem, uma das mudanças fundamentais que presenciaremos na próxima década será a perda progressiva do poder e da autoridade dos EUA nesta parte do mundo, onde o “Grande Irmão do Norte” mantinha&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;uma influência inquestionável desde o início do século passado, fiel à política de segurar um porrete (big stick) numa das mãos e um punhado de dólares na outra. Na soma, anos tristes para Latino América, semeados de corrupção e ditaduras, que abriam as trilhas tortuosas para a livre passagem da rapina predatória dos recursos naturais do continente, embalados no trabalho ignóbil e na perda de esperança das populações nativas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas (quase) tudo isso faz parte do passado. Hoje, América Latina, com governos e povos que não se curvam submissos aos ventos mutantes do Norte está, como nunca antes, aberta a&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;novas propostas de cooperação internacional em termos totalmente diferentes daqueles marcados pelo ranço colonialista dos séculos findos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Na brecha deixada pelo enfraquecimento do poder dos EUA -&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;possivelmente a maior vítima&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;do caos que marca o começo do fim do “sistema capitalista&amp;amp;liberal”, do qual, paradoxalmente, é seu máximo expoente -&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;surge uma nova força, a &lt;b style=""&gt;China,&lt;/b&gt; vinda das distantes terras asiáticas e, sob o símbolo lendário do dragão, oferece mercado, financiamentos, tecnologia, acordos de cooperação técnica,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;comércio, intercâmbio científico- educacional, participação em projetos de desenvolvimento, investimentos de risco, e assim por diante. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Tudo, com uma clara postura de tratamento entre iguais e da manifesta compreensão de que tanto a China vai ser enormemente beneficiada dessa nova forma de “globalização entre iguais”, como beneficiados serão também cada um dos países da região, que dão esperançosos as boas vindas ao novo parceiro que representa vinte por cento da população do planeta.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Naturalmente, nos bastidores, uma silenciosa torcida cruza os dedos para que não existam &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;“segundas intenções” por trás das amabilidades e dos sorrisos enigmáticos dos altos dirigentes chineses que visitam com freqüência calculada a região e, sem muita demora, &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;iniciam a costura sofisticada daquilo que &lt;b style=""&gt;poderá ser a maior revolução econômica dos Século XXI: um Mercado Comum Sul-Sul, com a participação de América do Sul, África, Índia e China como sócios principais&lt;/b&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Essa revolução na arquitetura da economia mundial poderá levar décadas. Mas, não esqueçam: a medida do tempo dos construtores da Grande Muralha e&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;do Canal&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; Jing-Han,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;é totalmente diferente da nossa. Planejadores meticulosos, obsessivos com relação aos resultados, emolduram seus projetos mais importantes com &lt;b style=""&gt;prodigiosa abundancia de paciência e persistência&lt;/b&gt;, seguindo preceitos capitais do Grande Mestre Confúcio.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;IMAGEM: Templo de Confúcio em Shangai&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-8876830999237116080?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/8876830999237116080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/8876830999237116080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/02/foridos-campos-de-caca.html' title='A  GRANDE REVIRAVOLTA'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZ8ZLdvt8lI/AAAAAAAAAOg/S0piCe_5d_4/s72-c/TEMPLO+DE+CONFUCI+%28JIANDING,+SHANGAI%29.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-6923076603580162761</id><published>2009-06-25T13:25:00.000-07:00</published><updated>2009-07-22T17:10:52.380-07:00</updated><title type='text'>O INIMIGO INVÍSIVEL</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmiJBjPBHI/AAAAAAAAALQ/YO9VlXbSBQU/s1600-h/MillenniumGallery_512x186.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 230px; height: 168px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmiJBjPBHI/AAAAAAAAALQ/YO9VlXbSBQU/s320/MillenniumGallery_512x186.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303448312124212338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Resulta por demais evidente que nos encontramos numa época sem precedentes nos tempos modernos, demarcada por uma conjugação de tendências conflitantes que, tudo parece assim indicar, devem ser os primeiros sinais de uma mudança profunda no relacionamento entre as os povos, as pessoas e as nações e, destes, com o Planeta Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na medida que avança a percepção de que &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;o sistema capitalismo&amp;amp;liberalismo&amp;amp;mercado&lt;/span&gt; não vai conseguir manter seu predomínio sobre as gerações futuras, surgem as novas fórmulas de substituição do &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;velho pelo novo&lt;/span&gt;, agora sim com o pressuposto de estarem muito mais próximas dos verdadeiros anseios da maioria dos seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas uns poucos símbolos visíveis dessa mudança planetária podem ser observados, por exemplo, na troca da meta de desenvolvimento a qualquer custo &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;por desenvolvimento sustentável&lt;/span&gt;; no incrível avanço da ciência, das tecnologias da informação e do conhecimento, como &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;matéria prima para a democratização&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;do progresso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;; na &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;ascensão à presidência&lt;/span&gt; de um ex-operário no Brasil, de um indígena na Bolívia e de um negro nos EUA; na importância da China como &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;poder mundial;&lt;/span&gt; na compreensão das lideranças políticas, de todo o planeta, da necessidade de &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;trabalhar juntos para solucionar problemas globalizados&lt;/span&gt;; na preocupação real, crescente e prioritária pela &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;preservação e recuperação ambiental;&lt;/span&gt; no aparecimento de um novo tipo de consumidor, &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;mais consciente, informado e exigente&lt;/span&gt;: e por aí afora, os signos que prenunciam o começo de uma nova&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt; ordem mundial &lt;/span&gt;começam a surgir em todos os cantos, sempre em luta infindávelcom os guardiões da velha casta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, infelizmente, ainda não é tão claramente visível e têm suficiente destaque na agenda das lideranças políticas planetárias, o combate prioritário e sem tréguas ao &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;grande inimigo invisível&lt;/span&gt; com poder suficiente para arrasar as conquistas dessa &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;nova civilização&lt;/span&gt;. Insidioso, está presente&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt; “em”&lt;/span&gt; todos os países e &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;“entre” &lt;/span&gt;muitas das nações do globo, movimentando seus tentáculos maldosos para esmagar as esperanças de uma vida melhor para centenas de milhões de seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses tentáculos tomam formas conhecidas, como fome, mortalidade infantil, doenças, analfabetismo, discriminação racial e sexual, má qualidade da educação, injustiças, má distribuição da riqueza, xenofobia, fanatismo, falta de oportunidades, desigualdade social, miséria, más condições de vida, insalubridade, falta de água, em soma, &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;morte da esperança de uma vida digna.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante e preocupante ao mesmo tempo: esse &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;inimigo invisível&lt;/span&gt; pode ser eficazmente combatido e eliminado, em muitos casos, com &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;apenas 5% (cinco por cento!) &lt;/span&gt;dos recursos usados para salvar os descalabros das finanças do &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;“sistema”&lt;/span&gt;. E, agindo assim, poder-se-ia garantir, eficaz e longamente, a sobrevivência da &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;nova ordem&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Será pedir muito?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-6923076603580162761?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6923076603580162761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6923076603580162761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/02/o-inimigo-invisivel.html' title='O INIMIGO INVÍSIVEL'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmiJBjPBHI/AAAAAAAAALQ/YO9VlXbSBQU/s72-c/MillenniumGallery_512x186.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-7897551705558014537</id><published>2009-06-18T12:48:00.000-07:00</published><updated>2009-07-22T18:07:13.682-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='18/06/2009'/><title type='text'>A OUTRA FACE</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm9cG9pmKI/AAAAAAAAANA/dYrU0MmUIyc/s1600-h/mundo.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 282px; height: 144px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm9cG9pmKI/AAAAAAAAANA/dYrU0MmUIyc/s320/mundo.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303478326808647842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A globalização não tem pai nem mãe, não tem profetas nem fundadores, muito menos objetivos, compromissos ou responsabilidades. Tem, isso sim, vítimas e aproveitadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simplesmente aconteceu em algum momento esquecido nos primórdios da humanidade quando os homens, sem saber bem porque, buscavam pela violência ou pelo convencimento, partilhar os bens que as circunstancias e a natureza colocava a seu alcance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não tem regras nem códigos de ética para obedecer, é livre para fazer o bem ou criar o mal, favorecer uns ou prejudicar outros, impulsionar ondas destruidoras – vide “crise” atual – ou permitir que o mundo desfrute da bonança do crescimento, como aconteceu nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bem verdade que através dos séculos, na sombra de toda teoria econômica inventada pelo homem, esse fenômeno foi se fortalecendo e ganhando espaço num planeta cansado de tanta exploração e desatinos. Isso, até chegar ao ápice nas últimas décadas, quando os interesses dos que tudo podem encontraram o aliado ideal no casamento da tecnologia com os mercados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses três – interesses, tecnologia e mercados - têm como padrinhos de honra o egoísmo, a cobiça, a indiferença e um materialismo desenfreado para assolar os recursos (finitos) do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo: analistas da UNCTAD calculam que se toda a humanidade tivesse o mesmo nível de consumo que aquele dos EE.UU. em 2007, seriam necessários 4-5 planetas Terra para atender essa fabulosa demanda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o lado obscuro da globalização, em luta permanente com sua face radiante, que está (ou parece estar) orientada para a paz, a qualidade de vida, o desenvolvimento sustentável e a justa distribuição da riqueza universal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fica meio difícil é tentar explicar a alguém que perdeu seu emprego ou seu negócio, em qualquer lugar do mundo, em função direta (ou indireta) da chamada “crise”, é que isso ocorreu em conseqüência dessa “tal globalização” que agora está mostrando um de seus aspectos mais sórdidos. E que muito provavelmente tudo começou porque dezenas de banqueiros – ou melhor, altos executivos do sistema, especialmente nos países ricos - deixaram que a ganância falasse mais alto que a prudência. E que tiveram a colaboração irresponsável de alguns milhões de consumidores afoitos, daqueles que gastam mais do que podem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, o descontrole e falta de regras adequadas por parte das instituições financeiras, tanto as nacionais como as internacionais, teoricamente criadas para controlar os excessos do sistema, também deram uma ”mãozinha”, cúmplices que são dos descalabros do "sistema".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não deixa de ser justa a pergunta: “O que tenho eu com isso”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, todos estamos no mesmo barco, ainda que alguns viagem na primeira classe e a maioria se amontoa nos frios porões da nau – agora sem rumo – da “globalização”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Mas, o futuro ainda não foi escrito.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-7897551705558014537?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/7897551705558014537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/7897551705558014537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2008/12/outra-face.html' title='A OUTRA FACE'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm9cG9pmKI/AAAAAAAAANA/dYrU0MmUIyc/s72-c/mundo.gif' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-4110220899254918881</id><published>2009-06-10T06:58:00.000-07:00</published><updated>2009-07-22T16:50:19.830-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='10/06/2009'/><title type='text'>OS CÚMPLICES</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMiguel%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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 O impacto devastador do cataclismo das finanças mundiais – e de sua irmã &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;gêmea&lt;/span&gt;, a economia global – vai antecipar a mudança da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;arquitetura&lt;/span&gt; do “&lt;b style=""&gt;sistema&lt;/b&gt;” - aqui definido como o "&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;grande arranjo entre os amigos que monopolizam o poder&lt;/span&gt; ” - que teve início, nos tempos modernos, &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;quando Adam Smith -&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;sem dúvida, uma das &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;mentes mais lúcidas que enriqueceram o saber &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;econômico&lt;/span&gt; da humanidade – publicou sua mais que famosa “Riqueza das Nações”, em 1776, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;proporcionando&lt;/span&gt; às minorias dominantes da época a base teórica do &lt;b style=""&gt;modelo capitalista&amp;amp;liberal&lt;/b&gt;, instrumento ideal para geração de riquezas......&lt;b&gt;..&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;ás custas da maioria&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style=""&gt;!&lt;/i&gt; Isso, sob a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;justificativa&lt;/span&gt; infalível de que “&lt;b style=""&gt;o fim justifica os meios&lt;/b&gt;”.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;  Nada de novo, porque o mundo sempre foi moldado pela força - ou pela ameaça de se uso – e aqueles que, de um modo ou outro, detinham poder &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;econômico&lt;/span&gt; (nações, grupos, corporações) também tinham farto acesso e controle das armas e de seu poder coercitivo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;  O que causa espanto – e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;muita desconfiança,&lt;/span&gt; diga-se de passo – são as dimensões do caos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;internacional&lt;/span&gt;, o envolvimento ruinoso das maiores empresas do mundo &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;numa roda viva efeito-causa-efeito e a incapacidade (ou, quem sabe, também a prova de incompetência descomunal?) para antecipar dificuldades por parte dos executivos que integram os círculos dirigentes das empresas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;transnacionais&lt;/span&gt; – exemplo triste,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;General &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Motors&lt;/span&gt; - das grandes instituições mundiais – como o Fundo Monetário &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Internacional&lt;/span&gt; – e os Estados do Primeiro Mundo e seus Bancos Centrais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;  As vezes até parece que na luta para manter cargos – e seus benefícios &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;extraordinários&lt;/span&gt; – as elites dirigentes optaram por ignorar (esconder?) a real dimensão dos problemas. E que, individualmente, &lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;não é de bom tom comentar possíveis catástrofes e correr o risco de ser tachado como pessimista, imagem incompatível &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;com a postura tradicional do executivo bem sucedido. Bem, é claro que podem existir outros motivos condenáveis os quais, em certos casos, poderão vir à luz no futuro.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;  Mas, o que é muito difícil de engolir &lt;/b&gt;é que, de uma hora para outra, instituições financeiras e empresas, tidas entre as mais sólidas, respeitadas e confiáveis do planeta, apareçam de joelhos pedindo – pelo amor de Deus! – auxílio aos governos, ou vendendo seus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;ativos&lt;/span&gt; ao preço da desesperação ou simplesmente, entrando em falência.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;  E tem mais:esse dinheiro salvador, não tenham dúvida, sairá do bolso dos consumidores (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;contribuintes&lt;/span&gt;), tanto de forma de mais impostos como, o que é muito pior, na redução de serviços e de obras essenciais para a qualidade de vida da população, lembrando que na vida real&lt;b style=""&gt; sempre a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;fatura&lt;/span&gt; maior é paga pela maioria que menos têm.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;  E não devemos esquecer que se têm uns vilões que merecem &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;paredão são as “famosas-infalíveis- respeitadas-temidas-poderosas” &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;agencias&lt;/span&gt; de classificação de riscos&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; - leia-se Standard &amp;amp;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Poors&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Moody&lt;/span&gt;`s, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Fitch&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;congêneres&lt;/span&gt; as quais, por dever de ofício, deveriam ter emitido os sinais de alerta em&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;tempo hábil, o que ajudaria a reduzir os estragos. Ao final das contas, servem para quê mesmo?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;  Essas, têm culpa no cartório que registra as falcatruas do “sistema”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-4110220899254918881?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/4110220899254918881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/4110220899254918881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/03/paredao.html' title='OS CÚMPLICES'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-167818281371675663</id><published>2009-05-28T04:48:00.000-07:00</published><updated>2009-07-22T17:55:24.083-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='28/05/2009'/><title type='text'>O GRANDE ROUBO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZtDbOtGfnI/AAAAAAAAAOY/cdeTilr-73Q/s1600-h/1_thCRIAN%C3%87A+FOME.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 151px; height: 111px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZtDbOtGfnI/AAAAAAAAAOY/cdeTilr-73Q/s320/1_thCRIAN%C3%87A+FOME.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303907121241685618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; “Cada arma fabricada, cada navio de guerra lançado, cada foguete disparado, significa, no final das contas, um roubo daqueles que estão famintos e não são alimentados, daqueles que tem frio e não são agasalhados..O mundo em armas não esta apenas gastando dinheiro. Está gastando o suor de seus trabalhadores, a genialidade de seus cientistas e a esperança de suas crianças. Em verdade, essa não é um forma de vida. Por baixo da roupagem da ameaça de guerra, a humanidade está pendurada numa cruz de ferro.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Dwight D. Eisenhower, Presidente dos EE.UU, em um discurso em 16 de Abril, 1953).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eisenhower, militar de carreira, Comandante Supremo das Forças Aliadas na II Guerra Mundial, herói americano, duas vezes eleito presidente dos EUA, foi também quem advertiu o mundo sobre os perigos do&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; complexo industrial&amp;amp;milita&lt;/span&gt;r, um monstruoso esquema de interesses espúrios que entrelaça o sistema de abastecimento das forças armadas com a mítica de defesa. Esse esquema sobrevive muito bem até nossos dias e se auto-alimenta de todo e qualquer conflito, real ou potencial, que sirva para desovar seus sempre disponíveis arsenais ainda que atropelando a diplomacia, a convivência pacífica entre as nações e os preceitos básicos das Nações Unidas. Ainda, segundo muitos especialistas, é responsável pela promoção de dezenas de conflitos pelo mundo afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ironia é que os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU - EUA, China, França, Reino Unido e Rússia – &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;são os maiores fabricantes e exportadores de armas do mundo&lt;/span&gt;, compondo uma triste demonstração de hipocrisia política/globalizada! Por outra parte, esse singular “quinteto de ouro”, foi também o principal responsável pelo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;aumento de 100% dos gastos com armas na última década.!.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo estimativas do respeitado Instituto Internacional de Investigação para a Paz, de Estocolmo, reconhecida autoridade mundial em temas militares, foram gastos quase &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;um trilhão e meio de dólares&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;em armamentos em 2008 &lt;/span&gt;- 50% pelos EUA - aproximadamente &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;300 vezes mais&lt;/span&gt; que o valor do orçamento aprovado para a FAO para combater a fome no mundo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outra parte, esse trilhão e meio de dólares – que è perto do valor do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil ou menos de 3% do PIB mundial – &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;é quase  a metade&lt;/span&gt; do que as máfias de corruptos - outro câncer de nossa civilização - “aliviam” suas vítimas.no mundo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será proveitoso refletirmos por um momento sobre o que aconteceria se apenas 10 % (não mais de dez por cento!) fosse destinada a usos que, na definição da ONU, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;são parte essencial do desenvolvimento humano&lt;/span&gt; e dizem respeito à dignidade das pessoas. Assim, esses 10% poderiam ser usados para:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* alimentar adequadamente 800 milhões de pessoas, todos os dias;&lt;br /&gt;* evitar a morte de 6 até 10 milhões de crianças, todos os anos;&lt;br /&gt;* proporcionar educação básica a 45 milhões de crianças, entre os 5 e os 12 anos;&lt;br /&gt;* suprir de água potável a 300 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma única e dura realidade salta aos olhos: recursos existem para ajudar a solucionar as &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;carências mais graves dos 20% que menos tem e mais carecem&lt;/span&gt;. Apenas, é outro tipo de guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A humanidade precisa, urgentemente, de mais humanidade!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-167818281371675663?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/167818281371675663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/167818281371675663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/02/o-grande-roubo_17.html' title='O GRANDE ROUBO'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZtDbOtGfnI/AAAAAAAAAOY/cdeTilr-73Q/s72-c/1_thCRIAN%C3%87A+FOME.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-2006509149499835903</id><published>2009-05-18T13:00:00.000-07:00</published><updated>2009-07-22T18:13:29.292-07:00</updated><title type='text'>UM SALTO PARA O FUTURO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZnDzuNuphI/AAAAAAAAAN4/P1ME-seX18o/s1600-h/Represa+Tres+Gargantas.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 279px; height: 160px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZnDzuNuphI/AAAAAAAAAN4/P1ME-seX18o/s320/Represa+Tres+Gargantas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303485329551828498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A história ensina que foi nos Séculos XIV e XV que as naus de Portugal e de Espanha cruzaram destemidas os mares para a epopéia dos descobrimento das terras de América, da África e da Asia, dando assim a grande arrancada para o que hoje chamamos&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; processo de globalização&lt;/span&gt;. Outrossim, não é menos verdade que, tal como aconteceu nos mais de 5 séculos que nos separam desses tempos heróicos, esse evento fundamental nas relações entre os povos projeta para o futuro cenários confusos, de luzes e de sombras; de benefícios indiscutíveis e, paradoxalmente, de malefícios condenáveis; e, de um modo mais visível, de angustias para uns e, para outros, poder e privilegios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numerosas são as indagações sobre as características dessa ordem que deve surgir da maior crise econômica/financeira dos tempos modernos, com predições conflitantes que pretendem estabelecer os sendeiros do desenvolvimento e do bem estar das passoas para o futuro. Mas é quase consensual que no campo empresarial, para tentar o sucesso nesse cenário multifacetado, é necessário, melhor, é fundamental, uma mudança radical na cultura de gestão dos negócios, enterrando os ícones do passando para dar espaço aos novos deuses que guiarão os escolhidos pelos incertos caminhos do futuro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou: se estamos convencidos que nos tempos vindouros a nova riqueza das empresas passa a ter como paradigmas o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;conhecimento, a inteligência, a inovação e a criatividade&lt;/span&gt;, é preciso sair do comodismo fácil do tipo “os fatos do passado são uma boa base para entender o presente” para a ousadia de acreditar que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“a visão do futuro deve dar forma ao presente”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, quando se pensa na &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;competitividade como o resultado final da excelência empresarial&lt;/span&gt;, nada melhor que fugir como gato escaldado do axioma empoeirado “ fuja das ameaças”, para buscar o refúgio seguro em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“transforme as ameaças oportunidades” &lt;/span&gt;. E também, escapar de “todo se consegue resolvendo problemas”, para o dinamismo de “todo se consegue explorando oportunidades”. O que significa ter a coragem para deixar de lado “procure ser o melhor” para o desafio extremo de&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; “procure ser diferente”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lutar com hábitos seculares não é fácil. Porém, é questão de sobrevivência e crescimento. Exemplo: há menos de 15 anos, era possível afirmar que “as informações tenderão a dobrar cada 14 meses” Hoje, sabemos “que as informações tendem dobrar cada 80 dias”. O que, traduzindo, obriga sair do antigo “é preciso aprender”, para o novo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“é preciso aprender, desaprender e reaprender”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, no arrastão desvairado desses novos tempos, sem heróis e sem donos, dirigidos pela mão de ferro do “sistema”, o local vira regional; o regional, nacional; o nacional, internacional, e a afirmação escrita a fogo no portal de cada empresa “ a qualidade garante o sucesso’, precisa ser passada a limpo: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“sem qualidade não existe sucesso. O que não significa que apenas com qualidade o sucesso está garantido”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Até que, apesar dos pesares, a visão dessa nova ordem não deixa de ser absolutamente fascinante!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-2006509149499835903?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/2006509149499835903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/2006509149499835903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2008/11/um-salto-para-o-futuro.html' title='UM SALTO PARA O FUTURO'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZnDzuNuphI/AAAAAAAAAN4/P1ME-seX18o/s72-c/Represa+Tres+Gargantas.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-6618455390811922283</id><published>2009-05-07T17:53:00.000-07:00</published><updated>2009-05-08T09:04:12.438-07:00</updated><title type='text'>PARCERIA</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Eis uma notícia histórica:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;"A balança comercial de abril de 2009, divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), mostra que a China ultrapassou os Estados Unidos como o principal parceiro econômico do Brasil. A corrente de comércio Brasil-China, no mês, somou US$ 3,2 bilhões, enquanto que com os Estados Unidos foi de US$ 2,8 bilhões. No consolidado do ano, a corrente de comércio entre os dois países chegou a US$ 10,2 bilhões, um aumento de 13,9% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foi de US$ 8,9 bilhões".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O que passou quase despercebido não e apenas uma mudança nos padrões de participação nos fluxos de comercio internacional do Brasil mais, fundamentalmente, a conclusão de todo um processo histórico da edificação de um mercado, do qual ambos os países foram importantes parceiros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na verdade, isso confirma nossa visão de que temos que dar cada vez mais atenção aos países asiáticos e, muito particularmente, à China, da qual esperamos muitas notícias positivas para nosso país nos tempos que virão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vale lembrar, por outro lado, que o fator China, além de ser significativo para as exportações brasileiras nos últimos dez anos, é revelador para explicar a expressiva mudança de rumo no comércio exterior, agora globalizado, que se desloca do Atlântico – liderado por Europa/EUA – para o Pacífico, onde desponta uma dúzia de novas economias emergente, o Japão de lado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em tempo: com a mirada no futuro, os governos brasileiro, chileno e boliviano assumiram um compromisso de terminar, até o ano que vem, o chamado corredor interoceânico, que ligará os portos de Arica e Iquique, no norte do Chile, ao porto de Santos, em São Paulo, passando pela Bolívia. E alternativa, a somar àquela mais ao norte, que termina no porto do Callao, no Peru.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E para irrigar esse comercio, o Banco da China, um dos maiores do mundo, prepara-se para abrir em São Paulo sua primeira agência na América do Sul, ao mesmo tempo em que Pequim prepara linhas de financiamento acima de US$ 11 bilhões para o Brasil. Estudo do Deutsche Bank aponta, em meio à crise global, uma segunda onda de investimentos de Pequim no estrangeiro agora acionada por bancos e seguradoras chinesas querendo ser globais, e o Brasil estão no radar do gigante asiático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Polêmicas à parte, desponta um fato indiscutível quando percebemos que entre 300 até 400 milhões de chineses – com destaque para “elas” - podem tranquilamente ser incluídos entre os consumidores de classe média, o que representa umas cinco vezes o seu equivalente brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; E, fundamental, a demanda de produtos ocidentalizados desses “novos ricos” abre oportunidades gigantescas no planejamento, organização, design, produção, comércio, logística e marketing, passando a ser parte essencial da moldura da nova economia do Século XXI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Com a palavra, os empreendedores brasileiros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-6618455390811922283?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6618455390811922283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6618455390811922283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/05/parceria.html' title='PARCERIA'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-2482307698674461508</id><published>2009-05-01T18:39:00.000-07:00</published><updated>2009-05-06T14:17:01.159-07:00</updated><title type='text'>O MONSTRO DE MIL CABEÇAS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SfuoS_wqO0I/AAAAAAAAAQQ/FqK7L1VLhjI/s1600-h/CAOS+CORRUP.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 170px; height: 170px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SfuoS_wqO0I/AAAAAAAAAQQ/FqK7L1VLhjI/s320/CAOS+CORRUP.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331039628229753666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Numa antiga inscrição assíria, de 2.600 anos A.C. conservada no Museu do Homem, em Londres, pode ler-se:&lt;span style="font-style: italic;"&gt; ”Nos dias atuais, a corrupção **envenena a sociedade; os filhos não obedecem mais seus pais; a moral já deixou de ser um guia para a conduta de nossos líderes; e assim o fim do mundo está se aproximando”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse flagelo anda sempre de mãos dadas com a total falta de ética e uma extraordinária capacidade para atuar às escondidas. E, com uma desfaçatez impecável, seus adeptos sabem muito disfarçar sua face repugnante trás uma fachada de imponência, esbanjando importância e soberba, fazendo questão em vender uma imagem pasteurizada do tipo cidadão acima de qualquer suspeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.Entre seus aliados infalíveis e sempre dispostos a servir seus propósitos inconfessáveis, merecem destaque especial: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a burocracia&lt;/span&gt;, em todos seus níveis e formas; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;as leis,&lt;/span&gt; que esquecem a Justiça e o Interesse Público;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; a ambição,&lt;/span&gt; que destrói o caráter; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;as organizações,&lt;/span&gt; quando seus líderes carecem de firmeza moral; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;os costumes,&lt;/span&gt; que petrificam os maus hábitos no altar do “sempre foi assim”; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;os controles&lt;/span&gt;, que entronam a fiscalização (e os fiscais). Bem, vocês podem também descobrir muitas cabeças mais para esse monstro que, abertamente ou às escondidas, cobra uma parcela de nosso bem estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, ainda que antigo e com raízes profundas na sociedade, não por isso deve deixar de ser combatido com todas as armas possíveis, a começar pela manutenção de uma imprensa livre – o Supremo Tribunal Federal acaba de julgar procedente a revogação da antiga Lei de Imprensa, de1977, um dos rebentos bastardos da ditadura – e o fortalecimento da ação de quase uma centena de ONGs que no mundo todo lutam sem trégua contra esse ladrão empedernido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale meditar sobre algumas manifestações de alguns soldados de vanguarda nessa batalha, que é também uma luta pela transparência, a democracia e a qualidade de vida:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Barry O''Keefe, presidente do Conselho da Conferência Mundial Contra a Corrupção (IACC), acredita que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“uma das principais razões da atual crise financeira mundial é a corrupção e a falta de moralidade e de ética". &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Constantinos Bacouris, presidente da Transparência Internacional grega, afirma que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“a corrupção está dentro do núcleo dos desafios da humanidade e, por isso, é preciso combatê-la. Devemos avaliar melhor e entender sua relação íntima com a paz e a segurança, as energias renováveis, e o desenvolvimento sustentável”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Anup Shah, jornalista e estudioso dos efeitos da globalização, afirma que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“é preciso entender que a corrupção é uma das causas fundamentais da pobreza em todo o mundo e seu impacto nos países mais pobres tem a dimensão de uma terrível tragédia humana. Também, o tipo de globalização implementada nas últimas décadas favoreceu a disseminação dessa prática criminosa que nasce da competição desumana na base do sistema capitalista”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;**“     Corrupção vem do latim corruptus e significa quebrado em pedaços. O verbo corromper significa “tornar pútrido”.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-2482307698674461508?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/2482307698674461508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/2482307698674461508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/05/o-monstro-de-mil-cabecas.html' title='O MONSTRO DE MIL CABEÇAS'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SfuoS_wqO0I/AAAAAAAAAQQ/FqK7L1VLhjI/s72-c/CAOS+CORRUP.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-8367359420456555463</id><published>2009-04-28T17:16:00.000-07:00</published><updated>2009-04-28T17:29:24.867-07:00</updated><title type='text'>OS IRMÃOS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SfeeenF4LdI/AAAAAAAAAQA/g_VtRRiZSws/s1600-h/CH+CATARATAS.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 247px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SfeeenF4LdI/AAAAAAAAAQA/g_VtRRiZSws/s320/CH+CATARATAS.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329902932743171538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Parece ganhar espaço no saber convencional dos líderes mundiais que os caminhos para alcançar o convívio harmônico entre as nações e o exercício efetivo da democracia passa, obrigatoriamente, pela solução dos grandes problemas mundiais, que abrangem temas como exclusão social, educação, pobreza, direito das minorias, convívio entre etnias e religiões,  integração econômica, controle de armamentos, soberania, meio ambiente, ética na política, corrupção, comércio internacional, papel das Nações Unidas, desenvolvimento sustentável, enfim, os temas cruciais podem estender-se e preencher as agendas dos diferentes fóruns internacionais que procuram uma saída para os tempos difíceis que vivemos hoje e que são uma evidente ameaça para o futuro da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Lago, ex-presidente do Chile e presidente em exercício do Clube de Madrid - organização internacional que patrocina mecanismos para consolidar a democracia e a paz e que tem a participação de mandatários de qualquer país do mundo, tanto os que estão em exercício como os “ex” – abriu um encontro de líderes mundiais com palavras contundentes:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:130%;" &gt; “Os desafios que dão forma a presente crise são sistêmica e estão longe de implicar apenas às instituições financeiras. Temos na nossa frente à oportunidade sem precedentes de repensar o modo no qual as lideranças fizeram as coisas no passado e de promover reformas importantes para alcançar um modelo mais adequado para atender as necessidades da sociedade, o que resulta fundamental para sustentar e  solidificar a democracia. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também, o ex-presidente espanhol, Felipe González, na sua coluna de “El País”, de Madri, afirmou &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:130%;" &gt;"a necessidade de um&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:130%;" &gt;esforço de construção de uma nova ordem internacional para o Século XXI, onde espaços supranacionais como a União Européia e o MERCOSUL, poderiam configurar uma nova forma de governabilidade mais equilibrada, mais cooperativa, mais solidária”.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que reforça a idéia que os países do Cone Sul podem trazer uma contribuição muito mais importante para amenizar e solucionar os problemas latentes em cenários que hoje apresentam um elevado potencial de instabilidade. Daí, nunca é demais reiterar a imperiosa necessidade de uma sólida aliança entre os dois principais parceiros, Brasil e Argentina, cujos desentendimentos, há menos de uma geração atrás, representavam uma ameaça real para a formatação de uma zona onde imperassem a paz e a democracia, condições fundamentais para o desenvolvimento, o bem-estar de seus povos e o respeito da comunidade internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua 13ª viagem à Argentina - uma prova a mais da importância do vizinho - o presidente Lula admitiu que Brasil e Argentina têm algumas disputas comerciais, mas não deixou de pôr água na fervura: "&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:130%;" &gt;Obviamente, nessa crise tivemos alguns problemas em nossas relações comerciais. Mas não há razão para briga. É motivo para sentar à mesa e conversar. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Não consigo imaginar o Brasil e a Argentina separados". &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-size:130%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dito pode ser considerado um chamado à reflexão para aqueles que, teimosamente, tanto em Argentina como em Brasil, pugnam por esquecer os benefícios do MERCOSUL - provados e comprovados ao longo dos últimos 18 anos - no altar dos interesses de lobbies poderosos, de tecnocratas sem maior comprometimento e de políticos desnorteados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:130%;" &gt;Será, no caso dos políticos brasileiros, um problema de falta de contato com a realidade em conseqüência de menos passagens aéreas disponíveis para viagens de trabalho– com a família – a Buenos Aires?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-8367359420456555463?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/8367359420456555463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/8367359420456555463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/04/os-irmaos.html' title='OS IRMÃOS'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SfeeenF4LdI/AAAAAAAAAQA/g_VtRRiZSws/s72-c/CH+CATARATAS.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-7081875019484416241</id><published>2009-04-25T04:00:00.000-07:00</published><updated>2009-04-25T04:09:38.142-07:00</updated><title type='text'>OS LATINO - AMERICANOS</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;Na Cúpula das Américas, ocorrida no último fim de semana em Trinidad e Tobago com a participação dos mandatários de todos os países da região, inclusive o presidente Obama, dos EUA, as discussões foram além das saídas para a crise global e o fim das restrições a Cuba por parte da nação mais poderosa do mundo, para focalizar temas chaves para o desenvolvimento regional, sintetizados em: “Assegurar o futuro de nossos cidadãos pela promoção da prosperidade humana, segurança energética e sustentabilidade ambiental.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que esses propósitos são comuns a todos os países e se encaixam perfeitamente em qualquer fórum de discussão dos problemas que afligem mais de 90% dos habitantes do planeta, fica a sensação de uma (outra) promessa plena de retórica, produzida pela burocracia internacional de plantão e que todos os presidentes assinam com a pompa que a ocasião merece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que, na prática, se parece mais um (outro) trecho de um discurso para boi dormir, especialidade de nossos (e dos outros) políticos, invencíveis na arte de enfeitar e esconder a realidade com termos soberbos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo, vale uma lembrança: Em agosto de 1961, em Punta del Este (Uruguai), na reunião do Conselho Econômico e Social Interamericano (CIES), com a presença de todos os membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) se aprovou a criação da Aliança para o Progresso, com objetivos igualmente ambiciosos para a promoção do bem estar dos latinos desse pedaço do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que fortemente apoiada pelo então presidente dos EUA, John Kennedy, - símbolo da expressão de seu idealismo e de sua política para America Latina - infelizmente, na vida real, ficou no papel e na atualidade, quase cinco décadas depois, as carências sociais ainda são parte do quotidiano de dois de cada três dos 570 milhões de habitantes da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, nem tudo está perdido. O Brasil foi reconhecido pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) como exemplo na aplicação de “&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;tecnologias sociais”&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;, que podem ser aplicadas em outros países da América Latina e em áreas carentes do mundo todo.&lt;br /&gt;Esclarecendo: Essas tecnologias compreendem produtos, técnicas ou metodologias&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt; desenvolvidas a partir da interação com a comunidade e que representam efetivas soluções de transformação social.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou melhor dito:São as pessoas de cada comunidade que pesquisam, desenvolvem e aplicam soluções próprias para resolver seus problemas, em áreas como agro ecologia, reciclagem, bio-energia, captação de água de chuva para a produção de alimentos, aquecedores solares de baixo custo, incubação de empreendimentos solidários, utilização mais produtiva do espaço nas escolas, saúde familiar, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um conceito novo, dinâmico e que exprimem muitas das soluções criadas a partir de uma interação de saberes tradicionais e técnicos. É pensada, desenvolvida e reaplicada com uma intencionalidade de promoção multidimensional da comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;Uma olhada em nosso blog anterior, de 21/04/09 “Sonho Meu”, vai ser importante para ampliar a visão do tema).&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, voltando à Cúpula, atende os princípios do desenvolvimento pretendido, desde que tem incorporado a dimensão do “humano”, no sentido de que deve estar voltado para as pessoas; tem a dimensão “social”, no sentido de estar voltado para a maioria das pessoas; e precisa ser “sustentável”, no sentido de que ele deve manter o compromisso com as gerações futuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;E, pelas suas características, dispensa a necessidade de “viagens e passagens aéreas” por conta do dinheiro da sogra rica.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-7081875019484416241?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/7081875019484416241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/7081875019484416241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/04/na-cupula-das-americas-ocorrida-no.html' title='OS LATINO - AMERICANOS'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-8132328855596594201</id><published>2009-04-21T16:17:00.000-07:00</published><updated>2009-04-21T16:37:15.638-07:00</updated><title type='text'>SONHO MEU</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMiguel%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"BankGothic Md BT"; 	mso-font-alt:Arial; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:7 0 0 0 17 0;} @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	font-family:"BankGothic Md BT"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:21.0cm 842.0pt; 	margin:72.0pt 72.0pt 72.0pt 72.0pt; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Dizem que não existe mentira maior que uma meia verdade. Exemplo: é bem possível que a torrente de discussões acadêmicas sobre quem deve vir primeiro, se o ovo da estabilidade ou a galinha do crescimento, sirva apenas de cortina de fumaça para esconder a falta de um programa de desenvolvimento coerente, correto, sustentável em longo prazo e 100% afinado com os anseios maiores da cidadania.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;Quem sabe - a exemplo da China com seu XI Programa Qüinqüenal, que exalta a necessidade de atender prioritariamente as necessidades das camadas mais humildes da população, com preferência total para os aspectos sociais da criação de riqueza - o que falta ao Brasil é um PROJETO que seja o reflexo inequívoco do clamor da imensa maioria do povo brasileiro e, muito especialmente, que transcenda do timing eleitoral e dos interesses deste ou daquele partido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;Ou seja: menos indicadores netamente de cunho econômico, que parecem reduzir tudo a simples estatísticas, como se os seres humanos fossem um híbrido de máquina/zumbi, sem emoções, expectativas e esperanças.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;Que bom seria se podemos concordar que esse PROJETO NACIONAL seja um PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, que deve ser entendido como aquele que considera que o crescimento do Produto Interno Bruto, traduzido em tantos bilhões de dólares, somente significa progresso efetivo na medida em que completa os elos da corrente do virtuosismo econômico com políticas permanentes para colocar todos os indivíduos, sem distinções, em igualdade para competir.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;E que, ao mesmo tempo em que estabelece como norma constante um profundo respeito pelo meio ambiente, mantêm políticas claras para o crescimento dos setores chaves da economia, sempre de olho para manter o egoísmo natural das forças orientadas pelos mercados no justo calibre dos interesses maiores do País, humanizando e transformando positivamente as relações entre o capital, a tecnologia, o governo e o trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;Outrossim, que não deixe dúvidas sobre a intenção de estabelecer como permanente a iniciativa por parte da sociedade organizada, reduzindo e transformando, paralelamente, o papel do estado. E que faz do governo uma bem aceitada estrutura, regida por princípios de austeridade, eficiência, transparência e produtividade, exercendo seu papel com eficiência para manter a inflação, as contas públicas e os endividamentos interno e externo, sob absoluto controle.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;Igualmente, que dá a mesma importância à transferência de conhecimentos como a introdução de formas inovadoras para completar permanentemente a educação de cada indivíduo como ser humano-social, preparando-o melhor para um ambiente onde as leis são claras, aplicáveis por uma justiça rápida, eficiente, isenta e respeitada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;        Atrevo-me a pensar que, caso essas sejam as bases de um PROJETO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, o PRODUTO INTERNO BRUTO nem precisa crescer muito, desde que, sem dúvida, aumentará muito a FELICIDADE INTERNA do povo brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;    Mas, sem dúvida, o que precisa crescer muito mais que o PIB da China é o PRODUTO ÉTICO NACIONAL&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-8132328855596594201?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/8132328855596594201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/8132328855596594201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/04/sonho-meu.html' title='SONHO MEU'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-515278525871993475</id><published>2009-04-14T06:47:00.000-07:00</published><updated>2009-07-20T23:32:47.207-07:00</updated><title type='text'>DROPS MEL &amp; PIMENTA</title><content type='html'>.&lt;br /&gt;Abaixo, uma pequena mostra da aventura ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Jawaharlal Nehru, em 1947, num de seus infindáveis colóquios com Gandhi, dizia: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Para mim, a divisão essencial no mundo moderno não é entre Estados comunistas e não comunistas, mas entre nações providas de uma economia industrial altamente desenvolvida e nações subdesenvolvidas que se debatem para manter a cabeça fora d’água".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.....Se, nos próximos 50 anos, toda a humanidade tivesse o mesmo padrão de vida que desfrutam os países mais desenvolvidos, seriam necessárias 5 ou 6 terras para satisfazer as demandas geradas por essa opulência.E o planeta, tal como o conhecemos hoje, seria totalmente devastado, fazendo praticamente impossível a vida e até, provavelmente, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a continuidade de nossa civilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;....Africa, independentemente de quaisquer análises mais profundas, dá a impressão de um continente sem sorte, ainda que 4000 anos atrás já foi o berço de civilizações esplendorosas comparáveis com aquelas que brilhavam no extremo oriente. Mas sua proximidade com Europa, sua fraqueza militar, seu desconhecimento das armas de fogo e a promessa latente na exploração de suas imensas riquezas, eram uma isca irresistível para os impérios europeus dos Séculos XVIII e XIX, que não vacilaram em extrair o máximo de suas sofridas populações e&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; deixaram como herança maldita muitas das mazelas de sua situação atual.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;....O aumento notável da produção de alimentos na China demonstra claramente que não existe obstáculo instransponível para o que pode fazer o&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; individualismo empreendedor aliado a uma nova organização social&lt;/span&gt; e o necessário apóio técnico. E com a retaguarda de uma férrea vontade política.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;....Nos países mais ricos, é natural que grande parte de seus habitantes tenha a esperança de desfrutar de um ganho adequado e crescente. Esse segmento da população habitua-se a que isso é perfeitamente natural, condicionando assim seus desejos e expectativas a esse modo de ver sua existência. Assim sendo, existe uma forte habituação à idéia de consumos continuamente crescente, conceito matriz de um dos credos sagrados do sistema capitalista-liberal: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mais de tudo, sem limites&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;....Bangladesh, um dos países mais pobres do mundo, é cenário de uma das experiências sociais mais notáveis das últimas décadas que, por outra parte, serve também para confirmar uma verdade universal: “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Diferentemente dos mais ricos, os pobres não dão calote”&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tudo começou quando Muhammad Yunus, professor e economista, após uma mortífera fome que assolou seu país, fundou em 1976 um pequeno banco que se propunha a oferecer acesso ao crédito aos mais pobres que, em geral, não dispunham de garantias, de avalistas, de cadastro positivo, enfim, tinham apenas, sua vontade de trabalhar.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Assim nasceu o banco Grameen (que significa povoado), que implantou um sistema de "microcréditos" que permite aos pobres ter acesso a pequenas quantidades de dinheiro. E, de grão em grão, o banco já concedeu mais de 6 bilhões de dólares de pequenos prestamos, conta com quase 7 milhões de clientes – mais de 90%, mulheres – cobra os menores juros do mundo, os créditos incobráveis são próximoss de zero e já exportou seu sistema para mais de 40 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Em 2006, em consideração as suas notáveis realizações, Grameen e Yunus foram agraciados com o Prêmio Nobel da Paz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                   (ADVERTENCIA: Devido aos possíveis riscos de ataques de conciência pesada, a leitura do                                                trecho abaixo é terminantemente proibida para 66,6%% dos políticos das Américas, da Europa, da Ásia..........).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.....Segundo Confúcio, “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;apenas o homem nobre (em termos de moral) deve ser governante. E, caso não  se ajuste a esse ideal, deve rodear-se de conselheiros virtuosos. As ações do homem nobre no estado e na sociedade são o&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; reflexo de sua moral&lt;/span&gt;, sua capacidade de amar, sua obediência filial e a reverência a seus ancestrais”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-515278525871993475?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/515278525871993475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/515278525871993475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/04/drops-mel-piment.html' title='DROPS MEL &amp;amp; PIMENTA'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-1395779363673370801</id><published>2009-04-11T18:29:00.000-07:00</published><updated>2009-04-11T18:37:41.804-07:00</updated><title type='text'>CORAGEM</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na medida em que a “crise globalizada” faz pedaços os fundamentos da economia mundial, uma coisa está clara: para evitar outra tempestade financeira de tal magnitude, todas as partes com poder de decisão precisam contribuir para uma virada radical das posições que privilegiam o interesse de minorias, as bastantes poderosas para influir diretamente na formulação de leis e regulamentos que protegem, de forma ardilosa, suas atividades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;    Insistir em subterfúgios - como, por exemplo, usar o expediente mais que falacioso de jogar a culpa pela crise global nos países emergentes da Ásia lamentando seu ”excesso de poupança” -. é apenas uma mostra a mais do cinismo do “sistema”, que não assume –nem vai fazê-lo – sua responsabilidade pelo caos planetário. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;    Do lado de fora do muro de desculpas e argumentos erguidos para defender os “banqueiros brancos de olhos azuis”, na expressão do Presidente Lula, surgem dezenas de vozes com autoridade - e merece ficar registrado, com singular valentia - bastante para colocar tudo sob a luz da verdade, como nada menos que a do  presidente da Reserva Federal dos EUA, Ben Bernake, que não vacila em afirmar que “os Estados Unidos e outros países industrializados carecem dos mecanismos de supervisão necessários para fiscalizar o setor financeiro”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou, em outras palavras: não existem controles adequados para evitar a orgia desenfreada de irresponsabilidade na administração do fluxo, manejo e destino do dinheiro no mundo. Impera, com liberdade absoluta, a lei do mais forte (rico) em nome do “deus mercado” para competir sob a bandeira de “o que importa é ganhar mais, e mais, e mais". &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;    Naturalmente, a ética, a honestidade e o interesse público não podem nem passar por perto e, não devemos esquecer, que aqui na terra tupiniquim temos alguns exemplos dignos de figurar num lugar de honra no registro de “os 1.000 mais desonestos e espertinhos do planeta”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;    A rapidez de propagação e profundidade da crise também tem deixado sem pai e sem mãe a tese defendida a unhas e dentes pelo “sistema” de que “a mínima regulamentação é a melhor regulamentação”.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt; Só em terra de anjos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;    Aqueles que apóiam um sistema estruturado sobre o “laissez-faire”- liberdade econômica sem intervenção do governo – deveriam aprender que as forças do mercado têm “um lado obscuro”, dominado pela cobiça, acobertado no egoísmo e turbinado pelo consumismo desenfreado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;    E, em tempo de mudanças profundas, muitos países deveriam pôr as barbas de molho e fazer ajustes nas suas estruturas econômicas para fazê-las menos vulneráveis à crises num mundo onde &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;a única certeza é que tudo muda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;    Com a coragem necessária para enfrentar o custo político de decisões impopulares no curto prazo, para construir a muralha que defenderá o país das possíveis turbulências do futuro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-1395779363673370801?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/1395779363673370801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/1395779363673370801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/04/coragem.html' title='CORAGEM'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-170631631101007037</id><published>2009-04-03T17:42:00.000-07:00</published><updated>2009-04-29T16:16:48.065-07:00</updated><title type='text'>A LUZ NO FIM DO TÚNEL</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SdatohixbKI/AAAAAAAAAPw/b7gqkdx28tA/s1600-h/tibet.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 220px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SdatohixbKI/AAAAAAAAAPw/b7gqkdx28tA/s320/tibet.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320630921495407778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Com um consenso nunca antes visto na história das (muitas) convulsões da economia capitalista, os países do G-20 chegaram a um acordo inédito sobre o calibre, a direção e o alcance do foguete que deve atingir, com gigantescos efeitos saneadores, a crise globalizada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;        Tenhamos Fe. Sejamos otimistas. Temos que acreditar que aquilo que foi dito nas conferencias de imprensa assim como tudo o que esta escrito na Declaração Final da Cúpula,&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; é para ser cumprido.&lt;/span&gt; E também exercitemos nossa boa vontade para acreditar nos efeitos dos “remédios” que atacarão os flagelos da desordem planetária. Ao final, algum efeito devem fazer os cinco trilhões de dólares que ajudarão na recuperação da economia mundial em desespero. (Três vezes o PIB do Brasil!!).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;        E claro que assustam as imagens dessa ciranda tenebrosa de causa-efeito-causa, turbinada pela atividade econômica ladeira abaixo; desemprego em massa; queda vertiginosa do comércio internacional; aumento insuportável da mortalidade, fome e doenças nos países mais pobres; ameaças de protecionismo; redução brutal dos investimentos e tensão crescente entre os países, na medida em que as perspectivas ficam obscurecidas pela eminência de uma recessão de efeitos sociais catastróficos. Enfim, uma visão digna do apocalipse!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;        De tudo, o pior é a perda da esperança, é o desespero daqueles que vem seus sonhos morrer engolidos pelo turbilhão do caos do sistema sem rumo. Esses, os mais numerosos, geralmente os que menos têm, são sempre as primeiras vítimas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;        Mas, agora tem uma luz. E que brilha muito mais forte porque é alimentada pelo consenso entre as 20 nações mais poderosas do planeta. Ficaram de lado as divergências entre o mais poderoso (EUA); os mais ricos (os países da Europae  o Japão); os maiores emergentes (Brasil, Rússia, Índia, e China); os latinos (Argentina e México); e todos os demais participantes desse encontro único, inédito e que, seguramente, será um marco nas relações internacionais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;       O compromisso final pode ser resumido em:  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;"Estamos empreendendo uma expansão monetárial &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt; concertada e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;sem precedentes, que salvará ou criará milhões de empregos que, de outra forma , teriam sido destruídos, na expectativa de que  até o fim do ano que vem somará US$ 5 trilhões, aumentará a produção em 4%  e acelerará a transição para uma economia verde". (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aqui, a Petrobras e os produtores brasileiros&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;de combustíveis alternativos não sabem como esconder os sorrisos).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;        Para finalizar, eclipsando todos os demais, tanto por suas propostas e opiniões como por seu carisma e “charme” pessoal, dois presidentes ganharam uma nova liderança – que deve ser somada àquela que já desfrutavam – e que, na realidade, se estende a seus respectivos países:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt; Barack Obama e Lula.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;   &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;   Bom para todos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-170631631101007037?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/170631631101007037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/170631631101007037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/04/luz-no-fim-do-tunel.html' title='A LUZ NO FIM DO TÚNEL'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SdatohixbKI/AAAAAAAAAPw/b7gqkdx28tA/s72-c/tibet.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-3411504365884143366</id><published>2009-03-31T07:01:00.000-07:00</published><updated>2009-03-31T07:20:25.887-07:00</updated><title type='text'>G - 20</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMiguel%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="Edit-Time-Data" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMiguel%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_editdata.mso"&gt;&lt;!--[if !mso]&gt; 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O custo de continuar ignorando os”pobres” seria imponderável e certamente teria repercussões gravíssimas sobre os efeitos do caos global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O paralelismo com a Grande Depressão da década iniciada em 1930, cujo final foi “apressado” pela II Guerra Mundial, é citado como uma lição esquecida dos malefícios dos mercados financeiros sem outro controle que as ambições desmedidas dos poderosos. Os freios das leis e normas internacionais apenas serviram para fazer a alegria dos que tem mãos sujas e aumentar os lucros dos bancos que operam em mais de 50 paraísos fiscais que servem de refugio às falcatruas globalizadas. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E, pasmem: mais de 80% das organizações financeiras nesses “paraísos” tem como acionistas os maiores e mais “sérios” bancos do planeta!!  Claro, lucros “por fora”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O encontro pode ser fundamental para que esses líderes provem que entenderam que, retórica aparte, todos estamos no mesmo barco, que está afundando e precisa, urgentemente, de reparos. E de bons marinheiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, temos que estar cientes que os problemas mundiais não serão solucionados como por arte de magia numa única reunião, onde as velhas e astutas raposas - representantes dos países ricos - compartem o palco com jovens estreantes que, por mais aguerridos que sejam – vale destacar Brasil, Rússia, Índia e China, os BRICs - .tem também graves problemas internos que exigem políticas  econômicas diferenciadas, o que pode dificultar ações conjuntas consensuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Do outro lado, no palco principal, estão os Estados Unidos, que até por (mal) hábito não vão aceitar facilmente deixar o monopólio das grandes decisões mundiais. Porque, com ou sem crise, continuam sendo a única  potência do globo sustentada em grau supremo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pela tríade sagrada do poder absoluto&lt;/span&gt;: (1) um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;egoísmo sem limites&lt;/span&gt;, que serve como embalagem da (2) &lt;span style="font-style: italic;"&gt;maior economia do planeta&lt;/span&gt;, totalmente integrada com (3) a&lt;span style="font-style: italic;"&gt;s forças armadas mais poderosas conhecidas na história humana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;té que não está demais muita reza e simpatia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(* ) &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os membros plenos do G-20 são: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coréia do Sul, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Rússia, Turquia e a União Européia.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-3411504365884143366?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/3411504365884143366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/3411504365884143366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/03/g-20.html' title='G - 20'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-6613027806605627471</id><published>2009-03-24T06:26:00.000-07:00</published><updated>2009-04-02T14:41:57.916-07:00</updated><title type='text'>H2O</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/ScjiNC65UQI/AAAAAAAAAPg/edQQ5BZpEDA/s1600-h/foto_02_RIO+SAO+FRANCISCO.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 280px; height: 207px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/ScjiNC65UQI/AAAAAAAAAPg/edQQ5BZpEDA/s320/foto_02_RIO+SAO+FRANCISCO.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316748073860944130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em Istambul, na Turquia, no decorrer da realização do 5º FORUM MUNDIAL DA ÁGUA, especialistas de mais de 150 países debateram largamente os meios para administrar mais eficientemente e evitar a crescente escassez da commodity mais preciosa do planeta, tentando propor ações e intercambiar tecnologias para evitar aquilo que os pessimistas de plantão não hesitam em batizar como “uma das causas mais prováveis de guerras na segunda metade do Século XXI”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi difícil para que os delegados chegassem a uma única e dura conclusão: é urgente melhorar substancialmente o gerenciamento dos recursos hídricos, sob pena de continuar reduzindo a disponibilidade de água de boa qualidade para mais de 40%  (2.800.000.000) dos habitantes da terra, d&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;os quais mais de um bilhão sofrem de forma crônica da falta desse elemento insubstituível.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse evento, foram destacados os exemplos do Brasil e da China pela eficácia de suas ações na solução dos graves problemas que enfrentam no uso sustentável do precioso líquido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I&lt;span style="font-style: italic;"&gt;nteressante: entre as grandes nações, o Brasil tem uma posição excepcional, já que com 3% da população do planeta possui 15% de suas águas doces. Já a China, com 20% dos habitantes do globo, dispõe de apenas 5% da água utilizável. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;No caso do Brasil&lt;/span&gt;, o grande destaque foi o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Projeto de Integração do São Francisco&lt;/span&gt;, que pretende o desvio de 1,5% da vazão do rio e deve contribuir decisivamente para solucionar os problemas decorrentes da falta de água para &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;12 milhões de pessoas &lt;/span&gt;(são 12 milhões mesmo, 33% da população do Nordeste!), o que deve ocasionar um impacto de grandes proporções no ambiente social, econômico e.......político da região beneficiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo: ”político” vai por conta da perda de influência de “tradicionais coronéis das terras áridas”, que nunca deixaram de aproveitar-se das penúrias dos sofridos nordestinos para saciar seu apetite de poder. O que, por outra parte, até ajuda explicar a resistência e a demora para implantação desse importante projeto, visto por muitos como o marco inicial para a redenção definitiva da região semi-árida dos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Já com referência à China&lt;/span&gt;, um dos grandes feitos de significativo alcance social foi &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a antecipação para 2009 da Meta do Milênio&lt;/span&gt;, planejado para 2015, de reduzir para a metade a população sem acesso à água potável. E sem esconder seu orgulho, o ministro chinês de Recursos Hídricos, Chen Lei, também destacou que até 2013 a meta é possibilitar que 100% (800 milhões!) de habitantes das áreas rurais disponham de água potável. Tomara!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tem mais exemplos dignos de destaque: nos últimos 10 anos, a duplicação da produção agrícola não gerou aumento do consumo de água nas lavouras chinesas! E, desde 1990, cada 10% do aumento do PIB, significou apenas um acréscimo de 1% no consumo de água para uso industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;São resultados notáveis que comprovam que o casamento da &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tecnologia &amp;amp; qualidade da gestão&lt;/span&gt; dá excelentes resultados&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Imagem: vista do reservatório da Represa de Sobradinho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-6613027806605627471?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6613027806605627471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6613027806605627471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/03/h2o.html' title='H2O'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/ScjiNC65UQI/AAAAAAAAAPg/edQQ5BZpEDA/s72-c/foto_02_RIO+SAO+FRANCISCO.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-1036473046520194900</id><published>2009-03-13T15:59:00.000-07:00</published><updated>2009-03-13T16:00:09.370-07:00</updated><title type='text'>EFEITO COLATERAL</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMiguel%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} p 	{mso-margin-top-alt:auto; 	margin-right:0cm; 	mso-margin-bottom-alt:auto; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:Verdana; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 2.0cm 2.0cm 2.0cm; 	mso-header-margin:35.45pt; 	mso-footer-margin:35.45pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Em 02 de Abril, se reúnem em Londres os membros do G20 – o grupo das nações mais ricas do planeta com as principais nações emergentes, o Brasil no meio – para tentar bater o martelo em soluções de consenso para impedir o agravamento da crise e pôr um freio no descalabro financeiro globalizado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;E, na expectativa dos governos mais lúcidos, tentarem dar início ao processo de reforma profunda da arcaica estrutura do sistema financeiro internacional, prestes a fazer, ainda imponentes, 65 anos ditando ao mundo as regras de &lt;b style=""&gt;como cuidar bem do dinheiro&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Mas, na vida real, nada mais irônico e falso. Os sistemas criados e “aperfeiçoados” desde 1944, tanto os globalizados como os de âmbito meramente nacional– Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional, Acorda de Basiléia, Bancos Centrais, Regulamentos do Tesouro – resultaram ou falhos, e/ou impotentes; e/ou incompetentes para controlar os fluxos e/ou impedir o deterioro das finanças por práticas abusivas e manejo imprudente, atraída como por feitiçaria para o poço sem fundo das ganâncias sem limites. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Historicamente, para agravar ainda mais o quadro, os criadores dos sistemas de controle - alguns até bem intencionados, a dizer verdade - foram obcecados pelo formalismo e a falsa impressão de segurança proporcionada por fórmulas matemáticas complexas, esquecendo de proteger as montanhas de riqueza com o manto da ética, da prudência e do interesse público. Na falta desses atributos, o colapso era inevitável.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Na verdade, o que se pretendia &lt;b style=""&gt;é quase impossível num esquema puramente mecânico&lt;/b&gt;: controlar o dinheiro era simplesmente tentar pôr as rédeas ao &lt;b style=""&gt;combustível preferido do&lt;/b&gt; &lt;b style=""&gt;poder&lt;/b&gt;, um dos anseios básicos inseridos nas profundezas da alma desde os primórdios da vida humana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:11;color:black;"   &gt;Sem esquecer que o &lt;b style=""&gt;“sistema&lt;/b&gt;” soube manobrar para introduzir mudanças decisivas para facilitar a manipulação desvairada de fundos, como a desregulação das bolsas nos anos 80 e a liberação dos mercados de capitais na década dos 90. E, com a colaboração - totalmente isenta de qualquer responsabilidade - do fantástico avanço dos sistemas de comunicação, inclusive internet, a mesa estava preparada para a indecorosa festança financeira do início do Século XXI, com os assentos de honra reservados para os países mais ricos do planeta. E, como não podia ser diferente, deu no que deu. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:11;color:black;"   &gt;E para piorar, “&lt;b style=""&gt;liberalismo do sistema” &lt;/b&gt;trouxe, entre outros males, facilidades antes nunca vistas para o crescimento do crime organizado, &lt;b style=""&gt;impulsionando a movimentação e lavagem de dinheiro ilícito&lt;/b&gt;, fruto da corrupção, do tráfego de drogas, de armas e de pessoas, do contrabando, do jogo, de seqüestros, da prostituição, da sonegação, enfim, a lista é tristemente longa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:11;"  &gt;Em Londres, em 02 de Abril, é preciso coragem para iniciar mudanças profundas, imediatas e que atendam as reais necessidades dos povos do planeta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-1036473046520194900?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/1036473046520194900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/1036473046520194900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/03/efeito-colateral.html' title='EFEITO COLATERAL'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-1565678171392306726</id><published>2009-03-07T15:18:00.000-08:00</published><updated>2009-07-22T17:37:15.167-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='20/05/2009'/><title type='text'>STRAIGHT FLUSH*</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SbMNdcYtmgI/AAAAAAAAAPQ/LKqoiowAhdE/s1600-h/muralha+china.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 168px; height: 168px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SbMNdcYtmgI/AAAAAAAAAPQ/LKqoiowAhdE/s320/muralha+china.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310603185087158786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="bold"&gt;  Os chineses demonstram ser&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;excelentes jogadores do poker da geopolítica planetária e trabalham com celeridade e eficácia &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;para ganhar posições estratégicas no vazio deixado pelos EUA e pela Europa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="bold"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="bold"&gt;  O grandes conquistadores do Século XIX (Europa) e do Século XX (EUA), imersos na crise do &lt;b style=""&gt;SISTEMA&lt;/b&gt; e sem forças (recursos) para revidar a forte arremetida chinesa, apenas podem ser espectadores ansiosos que sabem que estão começando a perder o jogo do &lt;b style=""&gt;poder global&lt;/b&gt; para um adversário decidido, que luta para confirmar &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;a previsão feita na sessão inaugural da APEC, (&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;), em1989&lt;span class="bold"&gt;: &lt;b style=""&gt;“o Século XXI será o Século do Pacífico”.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="bold"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="bold"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="bold"&gt;  Nos últimos meses, quando uma ventania tempestuosa sacudia as estruturas da economia globalizada, sem perdoar nenhum pedaço do planeta, mas com fúria ainda mais destruidora nas nações industriais mais ricas e poderosas, especialmente EUA, Japão, Alemanha, ReinoUnido e Franca, a China iniciou uma ofensiva mundial para ocupar os espaços deixados pelos outrora &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;“donos do mundo” e provar que é um país confiável, forte e que busca a paz, a amizade e a harmonia entre as nações.&lt;i style=""&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E que hoje, é a único que tem a bolsa cheia para investir, financiar e comprar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="bold"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;  Seguidores do lendário &lt;b style=""&gt;Sun Tzu&lt;/b&gt; - até obedecendo suas táticas militares e ensinamentos filosóficos - chama atenção quatro caixeiros viajantes, amáveis e sorridentes, &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;que percorrem o mundo dando atenção preferencial à América Latina, África e Ásia, e que representam a cúpula do poder da China: o Primeiro Ministro Wen Jiabao; o Presidente, Hu Jintao; o Vice-Presidente, Xi Ximping; e o Ministro das Relações Exteriores, Yang Jiechi.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Trazem uma mensagem clara de esperança, afirmam sua vontade de cooperação, concretizam negócios de bilhões, assinam acordos, prometem investimentos, enfim, de todos os modos possíveis, tentam provar que China é um parceiro “do peito” nos momentos difíceis.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;  E não perdem a oportunidade de afirmar que &lt;b style=""&gt;“mantendo taxas elevadas de crescimento, a China vai ajudar a superar a turbulência mundial o que, inclusive, vai permitir ampliar sua cooperação com todos os países”.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;  Está acontecendo. Se continuar, vai significar a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;maior mudança do poder global&lt;/span&gt; dos últimos três séculos, que poderá ser plenamente concretizada na década iniciada em 2030.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style="font-style: italic;"&gt;  Nesse&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; jogo, a China tem asses na manga.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;* &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-size:85%;"&gt;Straight Flush é a mão mais alta no jogo de pocker&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="bold"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-1565678171392306726?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/1565678171392306726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/1565678171392306726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/03/straight-flush.html' title='STRAIGHT FLUSH*'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SbMNdcYtmgI/AAAAAAAAAPQ/LKqoiowAhdE/s72-c/muralha+china.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-5572377135221158468</id><published>2009-03-03T13:06:00.000-08:00</published><updated>2009-03-04T10:39:24.343-08:00</updated><title type='text'> MEMÓRIA FRACA</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMiguel%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	letter-spacing:-.1pt;} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 2.0cm 2.0cm 2.0cm; 	mso-header-margin:35.45pt; 	mso-footer-margin:35.45pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Dizem que quando a “burrocracia” não sabe o que fazer e anda a esmo pelos corredores infindáveis do “sistema” que mantêm zelosamente, termina dando tiro no próprio pé. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;No caos da crise globalizada, Argentina &lt;b style=""&gt;levanta a bandeira do protecionismo&lt;/b&gt; como mecanismo necessário para reduzir ou eliminar a entrada de centenas de produtos importados e assim tentar dar alento para alguns de seus setores industriais menos competitivos. Isso, para zanga de seus vizinhos do Mercosul e tristeza dos consumidores argentinos que são assim impedidos de comprar produtos mais baratos, diferentes e melhores as mais das vezes. Na prática, as medidas restritivas devem afetar uns 20% do fluxo comercial Brasil-Argentina e tem um grande potencial para dar início a um novo período de tensão nas relações entre os dois países, sem excluir represarias por parte do Brasil. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;Péssimo momento, desde que em poucas semanas teremos a Cúpula dos G-20 – as 20 nações mais poderosas do mundo – que deve sacramentar medidas de consenso para diminuir os efeitos da crise global e indicar alternativas para a recuperação da frágil economia planetária. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;Nesse fórum privilegiado, posições harmonizadas entre os dois representantes da América do Sul, participantes do evento, são cruciais para ganhar influência, representatividade e respeitabilidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;É inegável que as relações entre ambos os países são tumultuadas, difíceis, com altos e baixos, exigindo até o máximo o talento de diplomatas, políticos e negociadores que, infelizmente, nem sempre podem contar com o bom senso e a compreensão das lideranças empresariais, representados pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) do lado brasileiro, e UIA (Unión Industrial Argentina), do outro lado, que esquecem com freqüência além da desejável, &lt;b style=""&gt;o valor da aposta&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Mercosul.&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;A grande jogada de união entre os países desta parte do mundo, de ”sangre caliente”&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;mal acostumados a deslembrar semelhanças e enfatizar diferenças, excede em muito a de um pacto regional de abertura de mercados. Catalisa, isso sim, a construção de instituições capazes de liderar o processo de desenvolvimento, assim &lt;b style=""&gt;como a gestação de uma autêntica&lt;/b&gt; &lt;b style=""&gt;cultura de integração&lt;/b&gt; como base para as inevitáveis negociações com outros blocos, especialmente no âmbito da NAFTA, da União Européia, do Sudeste Asiático e dos Países Árabes e Africanos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;                      Resulta &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;que Brasil e Argentina são os fiadores dessa aposta no futuro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;                     Por outra parte, não está demais lembrar que o novo mapa geopolítico do Cone Sul começou a ser desenhado em 1987, quando os então presidentes Raúl Alfonsín (Argentina) e José Sarney (Brasil) com rara visão de estadistas, assinaram um ambicioso acordo de integração industrial que foi, com toda justiça, o grande ato inicial da formação do Mercosul em Março de 1991, que inclui, por força gravitacional, Paraguai e Uruguai.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Recomendamos conferir  "O QUINTO CAVALHEIRO",  publicado em 06/02/09&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-5572377135221158468?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/5572377135221158468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/5572377135221158468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/03/memoria-fraca.html' title=' MEMÓRIA FRACA'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-7649882398544150429</id><published>2009-02-27T04:58:00.001-08:00</published><updated>2009-02-27T05:05:13.883-08:00</updated><title type='text'>A ÀGUIA E O DRAGÃO</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/Safj3Njpt4I/AAAAAAAAAPA/O_brS_hvbZ0/s1600-h/xin_2255ef67625d472a9460bd42f76d6200.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 159px; height: 145px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/Safj3Njpt4I/AAAAAAAAAPA/O_brS_hvbZ0/s320/xin_2255ef67625d472a9460bd42f76d6200.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307461223550924674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMiguel%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt; 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&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;Antecipando sua primeira visita oficial ao “&lt;i style=""&gt;Império do Meio”&lt;/i&gt;, a Secretária de Estado, Hillary Clinton, destacou&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;que &lt;b style=""&gt;“os EUA esperam aprofundar seus laços com China e melhorar os meios para expandir uma cooperação que é vital para ultrapassar, no menor tempo possível, &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;a crise que nos afeta a todos”.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;Ë que nas últimas décadas, a China confirmou, ano após ano, paciente e persistentemente, sua vocação e sua capacidade para vir a exercer um papel de protagonista no cenário internacional. Pragmaticamente, além de&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt; fazer parte do seletíssimo clube das potências atômicas e do trio de nações que monopolizam a exploração espacial – o que traduz excelência tecnológica e científica nas principais áreas do conhecimento – tem assombrado o mundo com taxas de desenvolvimento econômico inigualáveis nos últimos 30 anos, nunca antes verificadas na historia conhecida por nenhuma nação ou região do planeta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;Deixando de lado as conturbadas relações e as inimizades de tempos passados, numa jogada estratégica absolutamente inacreditável no&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;xadrez da “guerra fria”&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;foi a visita de Nixon à Beijing, em Fevereiro de 1972, que iniciou o caminhada de aproximação China-EUA, distanciados e adversários declarados desde que os exércitos vitoriosos de Mao, em1949, expulsaram para Formosa (Taiwan) as derrotadas tropas de Chan-Kai-Sek, apoiado pelos EUA.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Nixon, numa rara antecipação do futuro, qualificou o período de sua visita como “&lt;b style=""&gt;a semana que mudou o mundo”.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;Foi, realmente. E de um modo que só historiados futuros, numa perspectiva mais pragmática e sem a influência das paixões do momento, poderão avaliar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Hoje, uma densa teia de interesses une os dois países e contribui&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;diretamente para manter o equilíbrio entre as duas potências, apesar de seus arranca-rabo com relação à Taiwan, Tibet, direitos humanos, trabalho escravo, direitos autorais, patentes, cotação do yen, eleições livres, sistema de governo, limitação de exportações para os EUA, dumping,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e por aí vai. Na vida real, os dois países são os maiores sócios comerciais do planeta; os &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;baixos preços dos produtos chineses ajudam a controlar a inflação nos EUA e aumentam o poder de compra dos americanos; os EUA, que são, disparados, o maiores inversores de capital privado na China, têm participação em mais de 12.000 empresas no país, inclusive muitas de tecnologia de ponta, somando investimentos diretos de mais de US$ 500 bilhões; a China, por sua vez, tem mais de US$ 600 bilhões de suas reservas aplicados em bônus do Tesouro Americano; empresas e instituições de ambos países fazem trabalhos conjuntos de pesquisa em dezenas de áreas estratégicas; o intercambio tecnológico, científico, educacional e cultural atinge níveis impressionantes e cresce aceleradamente&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;A lista de interesses comuns é longa.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Felizmente!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-7649882398544150429?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/7649882398544150429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/7649882398544150429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/02/aguia-e-o-dragao_27.html' title='A ÀGUIA E O DRAGÃO'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/Safj3Njpt4I/AAAAAAAAAPA/O_brS_hvbZ0/s72-c/xin_2255ef67625d472a9460bd42f76d6200.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-1015610572186451954</id><published>2009-02-10T11:08:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T10:12:08.220-08:00</updated><title type='text'>BOAS NOTÍCIAS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmrUpx5VpI/AAAAAAAAALY/sMuKmDs_D1E/s1600-h/IMAGEM+09.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 285px; height: 179px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmrUpx5VpI/AAAAAAAAALY/sMuKmDs_D1E/s320/IMAGEM+09.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303458407506335378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É lógico que, no mundo todo, a mídia-nossa-de-todos-os-dias deita e rola encima das “más” notícias que a “crise”, prodigamente, joga no colo dos editores dos meios de comunicação globalizados que, por dever de ofício, têm que esforçar-se em transformar em manchetes os destroços quentes da economia desvairada, antecipando o sofrimento das multidões indefesas. Esse trabalho afoito até faz lembrar as estórias dos porões da imprensa do início do Século XX, quando era voz corrente que “a desgraça, assim como a guerra, vende jornais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, na verdade, também pipocam as boas notícias, que até mereceriam manchetes e destaque como provas de que existem forças vivas lutando para superar esse período de sombras e teimando por demonstrar que “não está morto quem peleja”. Assim, considerando os quatro meses que vão de Outubro/08 até Janeiro/09 – pior período da economia mundial na década, como afirmam alguns analistas – alguns exemplos servem para temperar os ânimos em baixa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nova York&lt;/span&gt; VISA inc., a maior rede de cartões de crédito do mundo informou que seus lucros trimestrais foram melhores que os previstos devido ao aumento verificado na utilização de seu dinheiro de plástico e a redução de seus custos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Buenos Aires&lt;/span&gt;. Aerolíneas Argentinas, ora em face de reestruturação após ser expropriada pelo governo de seus operadores espanhóis, anunciou a compra de 12 Boeing wide-body, num negócio superior aos 2 bilhões de dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Arkansas.&lt;/span&gt; Wal-Mart Stores informou um aumento de 6.1%% nas suas vendas de Janeiro nos EUA, onde se concentra quase 70% de suas operações mundiais,.que atingiram US$ 27, 7 bilhões de dólares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Londres.&lt;/span&gt; No quarto trimestre, a Unilevar, gigante do setor de alimentos e produtos de consumo, anunciou um aumento de 7,3%, em comparação com igual período do ano anterior, nas suas vendas mundiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;México DF. &lt;/span&gt;América Móbil, a maior empresa de telefonia celular da América Latina, pertencente ao magnata Carlos Slim – que rivaliza com Bill Gates pelo título do homem mais rico do mundo – anunciou um aumento de 11% na sua receita do último trimestre de 2008, em comparação com igual período do ano anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Brasil&lt;/span&gt; também tem muitas boas notícias que, até o momento, parecem confirmar que o país está preparado para navegar com relativa segurança pelas águas ameaçadoras da “crise”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas, de modo muito especial, é importante lembrar que a Open Budget Initiative, um “think tank” global, recentemente colocou o Brasil num honroso 8º lugar no ranking que classifica mais de 150 países pela transparência de suas contas públicas, posição essa muito próxima da Suécia e da Noruega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Num dia qualquer, seria uma bela manchete!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-1015610572186451954?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/1015610572186451954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/1015610572186451954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/02/boas-noticias.html' title='BOAS NOTÍCIAS'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmrUpx5VpI/AAAAAAAAALY/sMuKmDs_D1E/s72-c/IMAGEM+09.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-5321874554737606627</id><published>2009-02-06T07:57:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T10:19:54.842-08:00</updated><title type='text'>O QUINTO CAVALEIRO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmt7yTkOJI/AAAAAAAAALg/RUw-uNaRrRg/s1600-h/coonceitual.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 175px; height: 175px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmt7yTkOJI/AAAAAAAAALg/RUw-uNaRrRg/s320/coonceitual.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303461278833195154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);font-size:130%;" &gt;Lições&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com poucas ainda que expressivas exceções, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;as grandes empresas&lt;/span&gt;, pelo planeta afora, seguem um determinado instinto de rebanho correndo atropeladamente para ganhar tempo ao tempo na velocidade das demissões, na redução do ritmo de atividades e na suspensão apressada de quaisquer investimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou, em outras palavras, ajudam a cavar mais fundo e mais rápido o buraco de uma provável depressão global, que de virtual, vem se transformado em fato real e consumado. E ainda, para piorar as coisas e jogar uma pá de cal sobre o túmulo do agora desdenhado &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“desenvolvimento”&lt;/span&gt; – seja aquele &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sustentável&lt;/span&gt;, seja o tradicional e conhecido &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;predador&lt;/span&gt;, tanto faz – deixam a triste impressão que está chegando – ou já chegou?- a hora do “salve-se quem puder”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que não está faltando uma boa dose de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;bom senso empresarial?&lt;/span&gt; E que esse tipo de atitude – “não existe outra solução” afirmou um conhecido economista inglês, defensor acérrimo do sistema capitalista&amp;amp;liberal – apenas serve para agravar a crise na medida em que acelera a rapidez da depressão, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;puxada agora pelos quatro cavaleiros (*) do final dos tempos da prosperidade: menos emprego, menos renda, menos consumo, menos produção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente, depois de quase oito décadas de estudos, teorias avançadas, tecnologias de ponta, consultorias pós-modernas, computadores, inovações, badalados executivos de ouro, enfim, era de esperar-se que as lições dos anos 30 fossem melhor aproveitadas e os erros daquela época sombria não voltassem a estender seus tentáculos para afundar - outra vez !- as esperanças de uma vida melhor para a maioria das pessoas deste planeta azul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);"&gt;Protecionismo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dirigentes, estadistas, líderes, diplomatas, estudiosos, historiadores e todos aqueles que se debruçam sobre a realidade com isenção, são unânimes em afirmar de que o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;avanço do comércio internacional&lt;/span&gt; é uma formidável alavanca para o crescimento da economia globalizada. Ainda mais: esse comércio além fronteiras &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;é um dos principais fiadores da paz mundial!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ainda assim, o monstro do protecionismo está tentando sair da cova e cavalgar, renda solta, entre as boas relações das naçoes do globo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O perigo é que, no avanço das águas turbulentas da crise sem rumo, as lideranças políticas – essas sim temerosas e sem referências históricas - tentem reduzir os contatos comerciais (e outros!) com os demais países, ainda que às custas de um pouco de inflação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo: o próprio Departamento do Comércio dos EUA reconhece que a importação de produtos mais baratos que os similares nacionais têm ajudado a combater a inflação, aumentado o poder de consumo dos americanos e transferindo renda (e empregos!) para o setor de serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, para reduzir ao mínimo os contatos com o exterior são erguidas as mais altas e sólidas muralhas, construídas com a promoção do consumo exclusivo de produtos nacionais; aumento de tarifas de importação; todo tipo imaginável (e por imaginar) de restrições à entrada de produtos estrangeiros; incentivo a atuação da “burrocracia” (com dois erres, mesmo) para “fechar” as fronteiras para tudo o que vem de fora. E muito mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¨É natural que do outro lado vem a resposta em forma de retaliações e contramedidas. São mais de 200 países que vão ser tentados a seguir o exemplo dos “grandes”! Em 5/6 anos a peste estará globalizada! Depois.....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, têm vozes esclarecidas que advertem os perigos de uma epidemia de protecionismo, como as do presidente da Reserva Federal de Dallas, Richard Fisher, que pintou com cores fortes sua opinião em entrevista no canal C-Span: "O protecionismo é o crack da cocaína na economia”. E, no Fórum Econômico de Davos, o primeiro-ministro britânico Gordon Brown, mais comedido, afirmou: “Os países não devem recorrer ao protecionismo e sim unir-se para combater a crise financeira global”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);"&gt;Cuidado! É a vez para que lideranças esclarecidas evitem que os interesses inconfessáveis de alguns aumentem os efeitos nocivos da doença da economia globalizada neste ano de 2009.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(*) Os Quatro Cavaleiros da Revelação ou Apocalipse são personagens bíblicos descritos na terceira visão profética do Apóstolo João.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-5321874554737606627?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/5321874554737606627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/5321874554737606627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/02/o-quinto-cavaleiro.html' title='O QUINTO CAVALEIRO'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmt7yTkOJI/AAAAAAAAALg/RUw-uNaRrRg/s72-c/coonceitual.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-1989974306528424276</id><published>2009-02-03T20:55:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T15:35:48.406-08:00</updated><title type='text'>UMA CERTA LOUCURA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmu_G7SkiI/AAAAAAAAALo/98oNdb9TisI/s1600-h/BRUJULA.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 116px; height: 130px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmu_G7SkiI/AAAAAAAAALo/98oNdb9TisI/s320/BRUJULA.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303462435419755042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Pelos resultados do Fórum de Davos, que reuniu uma boa parte da elite empresarial do sistema capitalismo&amp;amp;liberalismo, parece que ninguém se entende ou pode afirmar qual é o caminho mais indicado para sair com os menores danos posíveis (colaterais teve a coragem de afirmar um de seus expoentes!) desse lamaçal fenomenal para onde foi empurrada à economia globalizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo parecido aconteceu no Fórum Social Mundial, realizado em Belém, onde sobraram críticas e faltaram soluções ou alternativas viáveis e que, como é normal, serviu de palco ideal para colocar na vitrine figuram pretensamente carismáticas, porém de conteúdo e intenções duvidosas e que em nada ajudam na situação atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, independentemente de quaisquer considerações ideológicas, existe uma tarefa urgente:cuidar de um dos alicerces do desenvolvimento sustentável – tal como o definimos no blog do 30/01/2009 - que, de um modo geral, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;são nossas micro, pequenas e médias empresas (P&amp;amp;M)&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque é nesse cenário mutante e tumultuado, ideal para o exercício do poder e da volúpia sem fronteiras das grandes organizações, é absolutamente fundamental que as P&amp;amp;M&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; implementem novos mecanismos para buscar a excelência na gestão de seus negócios e nas ações de marketing, aquí e além fronteiras, tentando sobreviver e, se possível, crescer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tarefa nada fácil desde que do outro lado do muro estão à espreita combinações de fatores fortemente adversos aos interesses de nosso herói – &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;empresário destemido e visionári&lt;/span&gt;o - normalmente ocultos sob os nomes de concorrência, globalização, juros, sistema fiscal, novos hábitos, regulamentos, burocracia, novas tecnologias, volatilidade, patentes, capital de giro, e por aí afora, tudo misturado numa dança frenética que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;exige elevadas doses de resistência, persistência&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;paciência e conhecimento&lt;/span&gt; daqueles valentes que ousam participar dessa loucura coletiva que chamamos “economia de mercado”, ou “sistema capitalista”, ou “liberalismo” ou qualquer denominação que os doutos economistas queiram atribuir, seguindo os modismos da época e o lógico oportunismo do saber convencional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verdade verdadeira, é que no Brasil, assim como na maioria dos países emergentes e, sem a menor dúvida, nos infelizes do 4o. mundo, muito pouco se faz para favorecer os pequenos empreendimentos, sem restar méritos aos avanços dos últimos anos. È que a gente fica meio invocado quando nosso badalado BNDES empresta dez vezes mais aos “grandes” que aos “pequenos” numerosos, dispersos, sem lobbies, cujos “únicos méritos” são gerar 65% dos empregos, descentralizar as atividades econômicas, poluir menos, distribuir melhor a renda, gerar um posto de trabalho com apenas 10% dos recursos necessários nos dinossauros empresariais, desbravar novas fronteiras econômicas, enfim, gerar desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(204, 102, 0);"&gt;Que é o que todos querem!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-1989974306528424276?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/1989974306528424276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/1989974306528424276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/02/uma-certa-loucura.html' title='UMA CERTA LOUCURA'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmu_G7SkiI/AAAAAAAAALo/98oNdb9TisI/s72-c/BRUJULA.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-311584125889467163</id><published>2009-01-30T21:57:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T10:34:17.177-08:00</updated><title type='text'>O CAMINHO REAL</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmxViblXvI/AAAAAAAAALw/kUqbyzlxxJQ/s1600-h/MONTANHA+DONGATA++TIBET2.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 156px; height: 103px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmxViblXvI/AAAAAAAAALw/kUqbyzlxxJQ/s320/MONTANHA+DONGATA++TIBET2.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303465019783339762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Aliás, vocês não estão fartos de ouvir a monótona cantilena de políticos com promessas de solução dos problemas de saúde, educação, segurança... puxa vida, que falta de imaginação! Prova cabal da ausência de um Projeto Nacional de Desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sabe podemos concordar que esse Projeto seja um PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, que pode ser entendido como aquele que considera que o crescimento do PRODUTO INTERNO BRUTO (PIB) traduzido em bilhões de dólares, somente significa progresso efetivo e atende às expectativas e necessidades da sociedade, se tiver&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; sólidas perspectivas de continuidade&lt;/span&gt; e se cumpre ou está orientado para atingir, pelo menos, as seguintes condições:&lt;br /&gt;&lt;ul style="color: rgb(204, 102, 0);"&gt;&lt;li&gt;melhora, de forma visível, a distribuição de renda;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;minimiza, de forma palpável e permanente, as principais carências sociais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;mantem a inflação, as contas públicas, os endividamentos interno e externo, sob absoluto controle e dentro de metas ajustadas aos interesses do Pais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;estabelece políticas claras, de longo prazo, para cada um dos setores chaves da economia&lt;/li&gt;&lt;li&gt;orienta os investimentos para que, além de contribuir para o crescimento, cumpram sua função social;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;prioriza e incentiva, de forma absoluta, em todas as instâncias, os micro, pequenos e médios empreendimentos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;os grandes gargalos de infra-instrutora entram no rol de prioridades dos investimentos públicos. Do mesmo modo, a ciência e a tecnologia recebem tratamento preferencial;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;o funcionamento da máquina pública é regido por princípios de austeridade, eficiência e produtividade. E, condição essencial, honestidade:&lt;/li&gt;&lt;li&gt;humaniza e harmoniza as relações entre o capital, a tecnologia, o governo e o trabalho;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;contribui para colocar os indivíduos, sem distinções, em igualdade para competir;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;tem um profundo RESPEITO E CUIDADO PELO MEIO AMBIENTE, como lógica de sobrevivência e imperativo do bom senso. Além de mais, deve contribuir para reduzir os efeitos nocivos dos desmandos do passado;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;confirma a posição do país com relação aos valores básicos do ser humano, tal como elencados na Carta das Nações Unidas, assim como restabelece como componente fundamental de qualquer PROJETO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL o estrito cumprimentos dos Artigos 1º ao 11º da CONSTITUIÇAO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Naturalmente, esses pontos não esgotam as condições para um desenvolvimento sustentável. Mas, já é um começo bem interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E, ou mais importante, outorgam um selo de autenticidade, firmeza e continuidade à esse esforço para pavimentar o caminho para um futuro melhor.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-311584125889467163?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/311584125889467163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/311584125889467163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/01/o-caminho-real.html' title='O CAMINHO REAL'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmxViblXvI/AAAAAAAAALw/kUqbyzlxxJQ/s72-c/MONTANHA+DONGATA++TIBET2.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-774459999022782047</id><published>2009-01-27T21:18:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T10:41:43.193-08:00</updated><title type='text'>GLOBALIZAÇÃO &amp; CRISE</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmy58b1YdI/AAAAAAAAAL4/-zOwRGSryeM/s1600-h/canion+tibat.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 240px; height: 173px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmy58b1YdI/AAAAAAAAAL4/-zOwRGSryeM/s320/canion+tibat.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303466744750629330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;A pergunta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo tinha deixado suas marcas no rosto curtido pelas intempéries do velho João. Mas também, tinha somado em sabedoria, temperada pela íntima compreensão das incongruências das ações humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela tarde, reunidos na mesa do café, com a turma de sempre, ele disparou com aquele tom malicioso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tu que ás vezes pareces saber das coisas, me conta porque essa tal de globalização é boa para o Brasil. Ou não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A resposta não é fácil - quis esquivar-me - O tema é muito complexo e, no caso do Brasil, tem prós e contras. Mas, no conjunto, acho que o saldo é francamente positivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, te peguei – retrucou seu João – Falando fracamente, eu acho que esse processo é apenas o rótulo para um esquema muito inteligente dirigido pelos poderosíssimos LFP - Lobos Famintos Planetários – conluio entre as 1. 000 maiores empresas e as 1.000 maiores fortunas do mundo, que entregaram a gestão de seus negócios a nata da tecnocracia internacional, gente excepcionalmente inteligente, impiedosa, ambiciosa e totalmente apaixonada pelo lucro, objetivo e prêmio máximo de seu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;Uma resposta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, claro que não – quis rebater - O Sr. está sonhando, fantasiando, lendo e acreditando demais em novelas que misturam aventura e negócios. Jamais pode sequer pensar-se na possibilidade de um movimento tão sinistramente orquestrado. Muito pelo contrário: é um processo que atende e se ajusta aos novos condicionamentos da economia mundial e, o mais importante, a globalização abre mercados, permite acesso a novas tecnologias, atrai investimentos para os países menos aquinhoados, facilita o desenvolvimento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo isso é verdade – interrompeu seu João - Mas, na prática, quem são os mais beneficiados? Por acaso, os mais necessitados, como os países pobres ou emergentes, o Brasil no meio. Ou os países ricos, cada dia mais ricos, poderosos e mais distantes do resto do mundo, no dizer dos últimos relatórios sobre a economia mundial, patrocinados pela ONU. Sob esse prisma, a globalização não pode ser vista como um instrumento de desenvolvimento que beneficia os países mais carentes. E sim apenas como sendo um mecanismo a mais para concentrar riqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, seu João, não é bem assim – É um processo importante, moderno, dinâmico, que faz que a qualidade, a produtividade, enfim, a competitividade predomine nas relações entre as nações. E fortalece as empresas, cria novas oportunidades de negócios sem fronteiras, prepara seus participantes para enfrentar e vencer os desafios seculares da miséria, das doenças, da desesperança, das rivalidades entre povos e nações, da má distribuição da riqueza mundial, enfim, da maioria dos flagelos que castigam a humanidade desde o início da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Seu João continuava imperturbável, sem dar a menor atenção a meus lúcidos (pelo menos, eu achava) argumentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;As dúvidas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pára ai! Que estória mal contada! Olha aqui: é a mesma coisa que colocar a velha Romilda – minha égua de estimação – e aquele garanhão fogoso, que tu conheces muito bem, juntos na linha de largada para disputar o grande prêmio do predomínio mundial do século XXI. Claro, os dois começam ao mesmo tempo, do mesmo lugar, as regras são iguais, etc. etc. Agora, vamos apostar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Seu João, nada disso ! Essa é conversa fiada da esquerda pós-comunista que ficou sem bandeira e sem ter o que fazer. O processo pode até ter lá suas falhas, naturais numa empreitada gigantesca. Mas, todos os países têm as mesmas oportunidades para competir e vencer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não vem com essa de esquerda ou direita - esbravejou meu querido amigo. Isso de esquerda e direita é conversa para boi dormir, usada por aqueles que, por falta de argumentos, usam antigos clichês como verdades absolutas. Porque, na verdade, tu tens a desfaçatez de afirmar que, por exemplo, se eu coloco nosso time “esperança nunca morre” para disputar um jogo com os campeões mundiais, nós temos chance de ganhar, porque ao final das contas, somos onze, a bola é redonda, até nos emprestaram umas camisetas para parecer que somos um time organizado. Bem, tem bobo que compra até bilhete de loteria premiado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos por partes. Isto não é um jogo de futebol. É um assunto tão importante que, me atrevo afirmar, merece uma análise séria, até porque a globalização, entre outros benefícios, vai evitar as guerras futuras e vai colocar todos os países num patamar de progresso nunca antes visto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tu acreditas ainda em contos de fada. Mas se os 500 homens mais ricos do mundo possuem um patrimônio equivalente à renda da metade da população deste sofrido planeta, e se as 200 maiores corporações internacionais, têm vendas equivalentes a 28% do PIB mundial, empregando apenas 1% da força de trabalho, não existe aí um formidável conflito de interesses?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Naturalmente, esse é um dado a ser considerado, porém não exclui outras considerações de igual ou maior relevância, desde que...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo blá-blá-blá - interrompeu João – Olha, é a mesma coisa que jogar um gato na jaula do leão, até porque os dois são felinos, e depois que o leão comeu o gato, sai por aí apregoando que foi uma luta justa. Tenha paciência! Só como exercício: pode alguém explicar – e dou absoluta preferência a qualquer analista de qualquer banco estrangeiro - a quem beneficia o fluxo de capitais internacionais de quase U$ 2,1 trilhões por dia, reciclando o PIB mundial em menos de 4 semanas. Outra, porque quando a bolsa da Rússia despencava, em meados de 1998, todo mundo tremia, o Brasil idem. Mas que coisa, a bolsa da Rússia movimenta apenas 1% dos negócios da bolsa de São Paulo! Ou será que, por essa e outras “pérolas” - variação de juros internacionais; mudanças de clima que favorecem, ou não, determinadas culturas; rumores de desvalorização, em qualquer canto do mundo; ministro que sai, ou que entra; presidentes cujos “pecadilhos” são expostos; comportamento das ações de determinadas empresas líderes; etc. etc. – podem ser consideradas como parte de um processo de justa distribuição da riqueza mundial. Olha, o que eu acho é que estamos comprando gato por lebre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Outra resposta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bem, em realidade, não é fácil justificar esses movimentos, ainda que devem ser focalizados de um ponto de vista mais amplo, até como possíveis defeitos naturais de um processo tão complexo, que podem e serão eliminados no decorrer dos próximos anos. E uma ruptura, como a crise atual, tem que acontecer de tempos em tempos para depurar o processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Tudo bem! Perfeito! Mas, os resultados para os países da “periferia” são conhecidos: menos desenvolvimento, mais desemprego, mais desigualdade, mais miséria, mais revolta, mais injustiças, menos oportunidades, enfim, a conta a ser paga é terrível. E, como sempre, os que menos têm são os que pagam mais, proporcionalmente! Tu nas achas que vale a pena reflexionar, analisar alternativas e tentar dar a essa nova estrutura do sistema econômico mundial uma feição mais humana., sei lá . Porque, que me desculpem os economistas e políticos entendidos, a paz sempre correrá perigo num mundo de tantas carências para a maioria da população. E a crise atual vai deixar tristes seqüelas, a começar por algumas dezenas de milhões de pessoas sem trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quis responder. No fundo, eu concordo com muitas das ponderações de seu João. E me atrevo a pensar que é fundamental analisar essa questão sem excluir nenhuma variável, até porque o Brasil precisa ganhar forças nas formidáveis guerras econômicas que começam a pipocar embaladas pela “crise”. Globalizada, é claro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-774459999022782047?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/774459999022782047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/774459999022782047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/01/globalizacao-crise.html' title='GLOBALIZAÇÃO &amp; CRISE'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZmy58b1YdI/AAAAAAAAAL4/-zOwRGSryeM/s72-c/canion+tibat.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-316081344217895452</id><published>2009-01-23T16:01:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T10:46:21.878-08:00</updated><title type='text'>VÔO RASANTE</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm0DspFzjI/AAAAAAAAAMA/hSnPLpYOVg0/s1600-h/956949-3304-atm10.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 106px; height: 79px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm0DspFzjI/AAAAAAAAAMA/hSnPLpYOVg0/s320/956949-3304-atm10.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303468011821583922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);"&gt;Velocidade em queda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China cresceu “apenas” 9% no ano passado, a menor taxa desde 2001. Bem, um dos fatores relevantes nesse desempenho inferior àqueles já tradicionais exuberantes 12-13% com os quais o país asiático costumava assombrar o mundo, foi a brusca queda das exportações, especialmente para os parceiros mais representativos no comércio exterior chinês, como os EUA, a UE e o Japão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, de qualquer modo, o desempenho da economia da China em 2008 pode ser considerado “bom”, segundo Wang Qing, economista chefe do banco Morgan Stanley para Ásia, quando compara esse resultado “robusto” com os dados do FMI que estima 3,7% para o crescimento da economia global em 2008, soma ponderada dos magros 1,4% das nações ricas com os importantes 6,6% alcançados pelos países em vias de desenvolvimento e emergentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio, o Brasil, que deve emplacar um crescimento próximo dos 5,5%, que é “bom” para os padrões desta parte do mundo e ainda, nada mau para um segundo semestre tão ruim que assolou a economia planetária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);"&gt;Rumo firme&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta de hum milhão, sobre cuja resposta exata diverge à vontade economistas e “analistas de plantão”: qual é o fundo do poço para a pujante economia chinesa? E, valendo outro milhão: para quando pode ser aguardado outro ciclo de crescimento acima de 10% ao ano?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wang Xiaoguang, renomado especialista do Instituto Investigação Econômica de Pequim, aponta um fato, geralmente despercebido, que merece a mais cuidadosa atenção: “Não pode olhar-se apenas para a taxa de crescimento de um país como um valor absoluto. Temos que considerar algo muito mais importante, que é como essa riqueza adicional é distribuída entre a população. Porque ai sim temos uma sólida base para avaliar até que ponto a evolução presente, contribui com o equilibro social e aumenta o poder de consumo da maioria, que é uma das metas críticas de nosso Plano Qüinqüenal de Desenvolvimento 2007-2012. Felizmente, nessa área,temos alcançado excelentes resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);"&gt;O ano da verdade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prognósticos para 2009? Têm muitos. Pessimistas, uns; otimistas, outros; muitos, preferem ver o comportamento da economia mundial para depois opinar; outros, preferem ficam encima do muro; enfim, têm para todos os gostos e os palpites fariam a gloria de jogadores inveterados do jogo de bicho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Que, no caso, o "bicho" da vez é una “vaca”, símbolo deste ano 4047 no calendário chinês, que se inicia em 26 de Janeiro de 2009, em nosso calendário gregoriano.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-316081344217895452?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/316081344217895452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/316081344217895452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/01/voo-rasante.html' title='VÔO RASANTE'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm0DspFzjI/AAAAAAAAAMA/hSnPLpYOVg0/s72-c/956949-3304-atm10.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-953488406919702413</id><published>2009-01-20T11:27:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T10:50:26.453-08:00</updated><title type='text'>CHINA EM FOCO (2)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm1CMqDV7I/AAAAAAAAAMI/tkllXou2KxA/s1600-h/obamal+ivro+china.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 214px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm1CMqDV7I/AAAAAAAAAMI/tkllXou2KxA/s320/obamal+ivro+china.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303469085567440818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;Nosso amigo presidente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China espera "reacender e consolidar" suas relações com os EUA já a partir da posse do novo presidente americano, Barack Obama, conhecido agora como o lider estrangeiro que soube cativar o imaginario de boa parte da população chinesa. Seu livro "Audácia da Esperança" praticamente esgotou-se quando chegou aos pontos de venda chineses e já esta ganhando fama de obra imprescindível nas delicadas mesinhas de cabeceira dos amantes da boa leitura, assim como de intelectuais, polìticos, empresários, estudantes, funcionários públicos, jornalistas e membros destacados do governo chinês, inclusive tendo criado fama como manual de auto-ajuda, do tipo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;" juntos podemos fazer mais e melhor"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica no ar uma questão interessante: Por que do outro lado da imensidão do Pacífico os chineses parecem ter encontrado seu "guru ocidental-americano"!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;África &amp;amp; China&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes momentos de indefinições e dificuldades, a visita do ministro chinês de Relações Exteriores, Yang Jiechi, à Uganda, Ruanda, Maláui e África do Sul, tem o significado especial de uma mensagem de solidariedade ativa, apoiada em ações palpáveis que têm a forma de financiamentos, investimentos, comércio e apóio técnico. O alto funcionário chinês enfatizou que seu país não recortará sua ajuda devido à problemática atual e continuará impulsionando programas direcionados prioritariamente a projetos nas áreas de agricultura, saúde, infra-estrutura, educação e ciências aplicadas, todos fundamentais para incentivar o progresso da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);font-size:130%;" &gt;Brasil-China: Cooperação &amp;amp; Negócios &amp;amp; Interesses&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro de Negócios Estrangeiros da China, Yang Jiechi, esteve no Brasil para reforçar o interesse do gigante asiático em aumentar e qualificar o intercambio comercial entre os dois países, assim como para verificar a possibilidade de novas parcerias mutuamente benéficas. E também, colocar à disposição recursos adicionais para financiar projetos do PAC, entre outros. É natural que o maior sócio da China nesta parte do mundo receba atenção especial, máxime considerando que os negócios bilaterais continuam vento em popa, com exportações do Brasil na casa dos 16,4 bilhões de dólares e importações de 20 bilhões de dólares, em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ponderando que o dinamismo desse relacionamento comercial – que aumentou 18 vezes em 10 anos – tem como complemento estrutural diversos acordos e projetos conjuntos em campos estratégicos, como energia, monitoramento espacial, transporte, aviação, pesquisa de novos materiais, agricultura, meio ambiente, reflorestamento, gestão das águas, medicina, etc., resulta mais que evidente a conveniência e a necessidade de manter-se as melhores relações entre os dois parceiros, que sabem da importância e do potencial de suas afinidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ocasião, o ministro Yang Jiechi convidou o presidente Lula para visitar oficialmente a China, viagem que deve acontecer ainda em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Foto: Cartaz do livro de Barack Obama encontrado nas livrarias chinesas.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-953488406919702413?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/953488406919702413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/953488406919702413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/01/china-em-foco-2.html' title='CHINA EM FOCO (2)'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm1CMqDV7I/AAAAAAAAAMI/tkllXou2KxA/s72-c/obamal+ivro+china.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-4144325564469066804</id><published>2009-01-16T15:02:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T10:57:56.616-08:00</updated><title type='text'>VENDER NO EXTERIOR</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm2dz0HH-I/AAAAAAAAAMQ/2MwYEpU5RnA/s1600-h/navio-portaconteiner.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 146px; height: 109px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm2dz0HH-I/AAAAAAAAAMQ/2MwYEpU5RnA/s320/navio-portaconteiner.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303470659446710242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Novos desafios&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As negras nuvens no horizonte, empurradas pela ventania da crise globalizada, pressagiam tempos difíceis para as exportações brasileiras. E justo agora que as coisas estavam indo tão bem, com as vendas internacionais crescendo fortemente ano após ano, para bater os 198 bilhões de dólares em 2008!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, para 2009? Tão difícil parecem as coisas lá fora que nem o MDIC se atreve a prognosticar o resultado para nosso comércio exterior para este ano, tal o caos que se instaurou na economia mundial।&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, só resta uma solução: trabalhar mais e ir a luta com todas as armas disponíveis para ganhar mercados, usando mecanismos criativos com a (agora) imprescindível participação governamenta para facilitar a venda de produtos brasileiros nos mercados globalizados, cada vez mais exigentes,ariscos e concorridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;A chave&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, partir para a luta sem esquecer que para exportar – processo interno e burocrático – é necessário primeiro vender – ação externa e competitiva. Assim, fica muito mais fácil entender onde muitas empresas – especialmente as P&amp;amp;M - encalham suas expectativas de inserção internacional, desde que focalizam exageradamente os problemas internos e negligenciam ações de marketing no exterior, imprescindíveis para o sucesso nos mercados do planeta em mutação।&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo pode e deve ajudar muito nessa batalha, inclusive por uma questão de lógica econômica, desde que aproximadamente um terço do dinamismo da economia é resultado direto ou indireto do desempenho de nossas exportaões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante é lembrar que já fazem mais 35 anos da primeira investida do “marketing oficial”, na forma da organização, financiamento e promoção da Feira de Produtos de Exportação do Brasil, em Bruxelas, em 1973। Foi a primeira vez – se a memória não me falha – que os tecnocratas de Brasília, deixando de lado sua visão burocrática e fiscalizadora, tiveram a lucidez necessária para proporcionar apóio executivo a uma iniciativa privada para venda de nossos produtos no exterior.Foi, sem dúvida, uma bela jogada, centrada no potencial da União Européia que, na ocasião,, já estava firmando-se como o maior mercado do mundo para os produtos de exportação brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, enquanto se abrem novas trilhas, não está demais analisar as ações de marketing internacional dos países asiáticos, liderados pela China, que ajudam a explicar seu sucesso extraordinário nas batalhas do comércio exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Quem sabe a gente aprende algo!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-4144325564469066804?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/4144325564469066804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/4144325564469066804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/01/vender-no-exterior.html' title='VENDER NO EXTERIOR'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm2dz0HH-I/AAAAAAAAAMQ/2MwYEpU5RnA/s72-c/navio-portaconteiner.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-8435142132493609317</id><published>2009-01-13T15:50:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T11:06:12.907-08:00</updated><title type='text'>DESAFIOS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm4tO05P5I/AAAAAAAAAMY/b8SB1X7NwcM/s1600-h/MUNDO.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 282px; height: 268px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm4tO05P5I/AAAAAAAAAMY/b8SB1X7NwcM/s320/MUNDO.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303473123419045778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No final de 2008, o Secretário Geral das Nações Unidas, o coreano Ban Ki-Moon, dirigiu um apelo especial aos 192 membros da organização, onde enfatiza a necessidade de enfrentar com coragem e determinação dois grandes desafios que põem em risco total o bem estar dos povos em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);font-size:130%;" &gt;O primeiro desses desafios é&lt;/span&gt; a mudança climática, minimizada pelas grandes nações poluidoras no altar dos interesses econômicos e da ânsia desenfreada de ganância, típica do capitalismo liberal de mercado. Em geral, os países industrializados, liderados por EE.UU, resistem à aplicação do Protocolo de Kyoto, aduzindo, basicamente, que uma mudança no seu modo de usar a energia vai ser um freio inaceitávell para seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que, convenhamos, atropelar os fantásticos interesses criados na base do modelo econômico vigente vai exigir muito tempo, paciencia, negociação e novas lideranças com visão de um novo futuro ecologicamente sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa resistência para implantar medidas de proteção ambiental em benefício da manutenção de um modelo econômico esgotado recebe, cada vez com mais freqüência, a resposta indignada da natureza que revida, de forma implacável, o descaso dos inquilinos da terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida, muitas multinacionais, tidas entre as maiores predadoras da natureza, já estão vislumbrando o bilionário mercado das máscaras de gás, item de primeira necessidade num futuro não muito distante de continuar esse estado de coisas. Lógico, serão comercializadas em belas embalagens coloridas, tanto para humanos como para seus bichos de estimação. Que serão também obrigados a beber água engarrafada, fornecida por uma das grandes multinacionais do setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;O segundo grande desafio é&lt;/span&gt; o econômico, detonado pela crise financeiro que estourou em Outubro e que, tal como a ameaça ambiental, é globalizado e não distingue raça, credo, posses ou localização geográfica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reunião dos G-20 – as 20 nações mais ricas do mundo, o Brasil no meio – realizada em Novembro em Washington, sentou as bases de uma cooperação planetária a partir do convencimento da uma realidade que salta aos olhos: todos dependem e precisam de todos. Claro, uns mais que outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi acordado que um grandioso esforço planetário - cujos detalhes serão sacramentados numa nova cume em Março de 2009 - será a base para uma cruzada para diminuir os riscos latentes de uma grave recessão global, pesadelo que deve assombrar as noites de muitos líderes mundiais por um bom tempo. E de dezenas de milhões de pessoas comuns, que temem que seus empregos virem fumaça, como já está començando a suceder neste começo de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos lembram que esse filme já foi visto na Grande Depressão da Década dos 30, iniciada com quebradeiras monumentais de instituições bancárias “das mais sólidas", acompanhadas por quedas espetaculares e irreversíveis nas Bolsas de Valores pelo mundo afora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situação que foi o empurrão para um desemprego brutal e a redução do comércio internacional, ontem como hoje, um dos esteios do crescimento econômico. E esses cavaleiros estavam escoltados pela queda dos preços de bens e serviços e a diminuição significativa de todas as atividades produtivas. E assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;E o pior: uma descrença generalizada tomou conta de toda a sociedade, lapidando aqueles tempos terríveis que, por ironia digna de um filme de horror, em muitos países só terminaram com a II Guerra Mundial, elevada assim à condição de motor do desenvolvimento deste sofrido planeta.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-8435142132493609317?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/8435142132493609317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/8435142132493609317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/01/desafios.html' title='DESAFIOS'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm4tO05P5I/AAAAAAAAAMY/b8SB1X7NwcM/s72-c/MUNDO.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-7596167253240460137</id><published>2009-01-09T13:40:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T11:10:11.933-08:00</updated><title type='text'>CHINA EM FOCO (1)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm5pIj-20I/AAAAAAAAAMg/oIxb9MPnj78/s1600-h/Shangai.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 211px; height: 192px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm5pIj-20I/AAAAAAAAAMg/oIxb9MPnj78/s320/Shangai.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303474152529648450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;• Números fabulosos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As contas revisadas de 2007 do PIB chinês colocam o colosso asiático como a terceira economia do mundo, com &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3,74 trilhões de dólares&lt;/span&gt; de bens e serviços produzidos.&lt;br /&gt;Fogos de artifício aparte, essa cifra impressionante precisa ser considerada no marco de sua relatividade, comparando-a com aquelas de outros grandes competidores na corrida pela produção da riqueza global. Assim, comparativamente, esse valor - que é aproximadamente o dobro daquele do Brasil - está 10% acima do PIB da Alemanha, agora na quarta posição no ranking; 18% abaixo do Japão, segunda potencia mundial; e corresponde apenas a 28% do PIB dos EE.UU, lider disparado.&lt;br /&gt;Sem esquecer que tudo é calculado pelo conceito tradicional de medir o produto interno bruto dos países a preços de mercado, com base na cotação média da moeda local com relação ao dólar americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 0);"&gt;• Papel fundamental&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente Hu Jintao afirmou que com o crescimento previsto de 8% a 10% para 2009 a China reforça o papel do país como uma das peças chaves na recomposição da arquitetura financeira/econômica global.E isso será alcançado do modo que eles conhecem bem: crescendo de um modo contínuo, sustentável e acelerado.&lt;br /&gt;Esse desempenho positivo deve continuar a criar mercados para o resto do mundo e ajudar a promover o avanço de outros países, especialmente aqueles que, como é o caso dos emergentes, têm na exportação de matérias primas uma das mais importantes fontes de divisas e riquezas.&lt;br /&gt;Só como exemplo: em 2008 a China foi o segundo cliente brasileiro de commodities, superado apenas pela União Européia com seus 27 integrantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 0);"&gt;• Muito dinheiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com quase &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;dois trilhões de dólares&lt;/span&gt; em seus cofres, a China fechou 2008 com as maiores reservas de divisas do planeta - 9,5 vezes maiores que as reservas brasileiras - equivalentes a 35% do total mundial.&lt;br /&gt;Considerando também as reservas de outros países da região, – Japão, Índia, Kóreia do Sul, Singapura, etc – resulta que estão na Ásia mais de 75% dos recursos existentes à disposição dos bancos centrais o que, entre outros aspectos, traz à tona a pergunta: Porque as sedes dos principais organismos financeiros internacionais (FMI, BM, CFI, etc.) devem estar localizados em Washington?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 0);"&gt;• Investimento externo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, com um aumento de 23% sobre 2007, a China recebeu mais de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;93 bilhões de dólares&lt;/span&gt; de investimentos diretos do exterior, continuando na posição do líder entre os emergentes e superando o Brasil em aproximadamente 130% na preferência e na confiança dos investidores estrangeiros, especialmente das grandes multinacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Foto: distrito financeiro de Shangai&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-7596167253240460137?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/7596167253240460137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/7596167253240460137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/01/china-em-foco-1.html' title='CHINA EM FOCO (1)'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm5pIj-20I/AAAAAAAAAMg/oIxb9MPnj78/s72-c/Shangai.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-7696958612022221285</id><published>2009-01-06T12:43:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T11:14:30.942-08:00</updated><title type='text'>LIÇÕES QUE A CRISE DEIXOU EM 2008</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm6hYYehSI/AAAAAAAAAMo/LTXUGG95pgo/s1600-h/tormenta+3.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 160px; height: 107px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm6hYYehSI/AAAAAAAAAMo/LTXUGG95pgo/s320/tormenta+3.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303475118849033506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O vendaval financeiro que assolou nosso sofrido planeta em 2008, deixou algumas marcas e lições que, tais como feridas de guerra, não serão esquecidas tão cedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, deixou bem claro que a globalização – fenômeno, econômico, político, social, planetário e perverso - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;trata os desiguais de forma igual&lt;/span&gt; e com sua força avassaladora não reconhece fronteiras, não deixa ninguém de fora e coloca grandes e pequenos no mesmo redemoinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, ficou mais que evidente que, direta o indiretamente, no curto ou médio prazo, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;todos dependemos de todos&lt;/span&gt;. E que a desgraça de uns, tal como a bonança, é tão contagiosa como essas gripes repentinas que vêm, quem sabe de onde, para estropiar nosso bem estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo: o dito acima não se aplica só aos países, senão que também à empresas e pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra lição – e por favor, não vamos esquecer essa - é que o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brasil é uma peça muito importante&lt;/span&gt; (fundamental?) no futuro rearranjo da frágil arquitetura das finanças internacionais e no ordenamento mais justo das relações econômicas internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, vale a pena lembrar que os badalados “gênios da administração” estão em forte baixa nas bolsas globalizadas de talentos empresariais. Para quem não lembra, são aqueles executivos que, em busca de melhores resultados, não vacilam em fechar fábricas, cortar empregos, desmontar organizações e pôr milhares de pessoas na rua da amargura. Mas tudo com classe, olhando de cima de seus vistosos títulos acadêmicos, com a soberba dos indiferentes às necessidades humanas. No fundo, no fundo mesmo, a maior habilidade de muitos desses ditos “salvadores da pátria” é de apenas deixar-se levar pela correnteza das circunstâncias, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;abraçados num excelente programa de promoção pessoal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro interessante motivo para reflexão é analisar o papel da imprensa nessa estória toda. Sem dúvida, teve (e tem) um desempenho essencial para informar, questionar e analisar ainda que, de acordo com as declarações de muitos governantes, houve alguns exageros, do tipo “ um pouco de lenha na fogueira é sempre bom”. Quem sabe, nos tempos futuros, o eterno debate entre responsabilidade e liberdade seja enriquecido com novas idéias e conceitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos afirmam – com razão, acho – que 2008 será lembrado também como &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o ano do início do fim do capitalismo&lt;/span&gt;, pelo menos tal como o conhecemos hoje, dependente que é do poder anônimo, tirânico e absoluto do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“deus mercado”&lt;/span&gt;, que dita as regras e a forma do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“sistema”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até pode ser. Será uma boa oportunidade para verificar-se o que tem de positivo um namoro (firme) de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Karl Marx&lt;/span&gt; com &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Milton Friedman&lt;/span&gt; que, desde já, conta com o apóio incondicional de&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; John K Glbraith&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tudo essa baderna, os governos saíram por cima e o Estado ficou fortalecido. Tomara: não se tem memória de tantas e tão grandes empresas estendendo a mão para receber recursos oficiais, aparentemente inesgotáveis. Mas esse dinheiro público tem um custo nefasto, desde que significa ainda menos recursos – já insuficientes - para a infra-estrutura física e social dos países, a começar pelos pobres e os emergentes. Traduzindo: mais fome, mais doenças, mais miséria, menos esperanças, menos qualidade de vida, menos empregos, tudo alimentando o círculo vicioso do desespero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso, em todo o mundo e de todos os modos imagináveis, seguindo um dos mandamentos imutáveis da história: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;os que mais precisam e menos têm vão pagar a maior parte dessa astronômica fatura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é o fim do mundo. Tem saídas. Por agora, cabe lembrar que, apoiados na experiência de 5.000 anos de civilização, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;os chineses consideram as crises como o melhor adubo para o arvore da oportunidade e do empreendedorismo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-7696958612022221285?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/7696958612022221285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/7696958612022221285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2009/01/licoes-que-crise-deixou-em-2008.html' title='LIÇÕES QUE A CRISE DEIXOU EM 2008'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm6hYYehSI/AAAAAAAAAMo/LTXUGG95pgo/s72-c/tormenta+3.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-2636585535487697721</id><published>2008-12-12T21:47:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T11:19:07.461-08:00</updated><title type='text'>CRISE &amp; EMPREGO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm7swLcTkI/AAAAAAAAAMw/Vnij3v4RELs/s1600-h/NUHAMMAD+YUNUS.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 226px; height: 278px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm7swLcTkI/AAAAAAAAAMw/Vnij3v4RELs/s320/NUHAMMAD+YUNUS.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303476413727002178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Gianni Vattino, notável pensador, especialista italiano de fama mundial em questões sociais, afirma: “uma mudança profunda, tal como uma revolução gestada na força de um destino irreversível, está socavando os laços tradicionais entre o emprego – que outrora foi porto seguro para a sobrevivência e o progresso familiar – e a empresa, agora assediada pela crise dos mercados. Nessa estrutura da economia, sobrou o trabalhador, relegado a peça dispensável, unidade de produção substituível e, portanto, descartável. E o emprego definitivo e estável está em vias de desaparecer para sempre”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade, acho que o emprego estável só existe no setor público tradicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, se a essa conjunção de forças que acuam os trabalhadores somamos os efeitos malignos da malfadada “crise” deste final de primeira década do Século XXI, temos sérios motivos para acelerar (já!) a implantação de novos mecanismos para gerar desenvolvimento sustentável, máxime que diariamente, o noticiário (sensacionalista às vezes, admitamos!) não deixa de registrar milhares de demissões, inclusive dentre aquelas empresas consideradas padrão de boa administração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exemplos estão em todo o mundo, gerando conflitos inevitáveis de adaptação a uma nova ordem de relacionamentos entre o capital e o trabalho, ambos acuados por essa nova realidade que, numa face, estabelece a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;competitividade&lt;/span&gt; como símbolo máximo da excelência empresarial com sua implacável relação custo/benefício-máquina/homem; e noutra mostra a perversidade de uma equação nefasta: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;menos emprego&lt;/span&gt;, menos renda; menos renda, menos consumo; menos consumo, menos demanda; menos demanda, menos vendas; menos vendas, menos produção; menos produção, menos investimentos; menos investimentos, menos crescimento; menos crescimento, menos empresas, menos empresas, menos empregos.....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim por diante, num “modus perpetuo” , recomeça o círculo sinistro, cuja força de atração atrai de forma insensível para o desespero e a fome uma parcela significativa da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que existem mecanismos para solução desse paradoxo da sociedade moderna. Um deles, para aplicação imediata, seria a formação de exércitos de pequenos empresários – ex empregados - que, sob a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;égide do empreendedorismo&lt;/span&gt; encontram a motivação e os incentivos necessários para constituir pequenos empreendimentos para dar asas a sua vontade de sobreviver economicamente e gerar riquezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem esquecer que a pequena empresa tem, pelo menos, duas características especialmente positivas: a) a relação capital - empregos gerados é muito pequena, ou melhor, com pouco investimento são gerados muitos empregos, o que é a fórmula ideal para os países pobres e os emergentes, como o Brasil: b) sua inquestionável capacidade de distribuir renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Isso faz da pequena empresa uma fábrica de desenvolvimento economica e socialmente sustentável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mecanismo é muito simples: a) crédito abundante, a juros compatíveis com a função social do objetivo proposto, subsidiado se preciso; b) sistema eficaz de informação de negócios; c) menos burrocracia - com dois “rr” mesmo; d) lideranças, que em vez de gastar tempo e energia tentando achar bodes expiatórios, trabalhem com vigor e proclamem aos quatro ventos “nós podemos crescer mais, sim”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada desses bem comportados 2,5% e similares - como muitos "analistas" teimam em estimar para 2009 - que mais servem para esconder incompetências que ações efetivas para fomentar o crescimento e a distribuição de renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Por quaisquer dúvidas sobre crédito para pequenos empreendedores e receitas para o desenvolvimento, não ter receio em consultar ao Prêmio Nobel da Paz de 2006, Muhammad Yunus e o Banco Grameen, em Bangladesh).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Foto: Muhammad Yunus, um dos exemplos mundiais do novo capitalismo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-2636585535487697721?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/2636585535487697721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/2636585535487697721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2008/12/crise-emprego.html' title='CRISE &amp; EMPREGO'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm7swLcTkI/AAAAAAAAAMw/Vnij3v4RELs/s72-c/NUHAMMAD+YUNUS.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-6939372877498783542</id><published>2008-12-05T20:27:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T11:22:27.690-08:00</updated><title type='text'>A FORÇA DO CAMPO</title><content type='html'>O aumento da produção de alimentos na China demonstra claramente que não existe obstáculo intransponível para o que pode fazer o individualismo empreendedor aliado a uma nova organização social e o necessário apóio técnico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm8teOI10I/AAAAAAAAAM4/43mxLU3ovKI/s1600-h/Povo+Zhaoxing+da+%C3%A9tnia+Dong.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 145px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm8teOI10I/AAAAAAAAAM4/43mxLU3ovKI/s320/Povo+Zhaoxing+da+%C3%A9tnia+Dong.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303477525597968194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Para assombro dos especialistas que afirmavam no início do Século que a China não teria condições para alimentar sua imensa população - 20% dos 6.550.000.000 dos habitantes do planeta – gerando assim um caos fantástico, a produção de alimentos vem batendo recordes sucessivos e as colheitas de grãos do gigante asiático ultrapassam já os 510 milhões de toneladas, quase 4 vezes o que produzem os campos brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a imensa maioria dos campesinos chineses o passado de fome e penúrias ficou para trás e, muito possivelmente, seja justamente aí onde seja mais visível a verdadeira natureza do desenvolvimento na Nova China: este não é apenas econômico, mas tem um forte componente de equidade social, o que é um fator essencial para a sustentabilidade de sua pujante economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas esse resultado não é produto das forças incontroláveis dos mercados: toda essa reforma é fruto de uma longa reflexão dos dirigentes chineses, que perceberam muito bem a inviabilidade de um país com uma massa virtualmente explosiva de 800 milhões de campesinos quase sem nada para perder, o que corresponde à 60% de sua população de 1.350 milhões de habitantes. O que, simplesmente, poderia acender a fogueira que consumiria a China em algum momento nos próximos anos e levaria rajadas de destruição sobre toda Ásia. E poderia estender-se através dos mares e gerar ondas de instabilidade no mundo num efeito dominó incontrolável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;È claro que ainda persiste uma desigualdade muito grande entre a renda dos habitantes do campo e aqueles das cidades, que desfrutam de um poder de consumo individual três vezes maior. Mas existem planos, ora em pleno andamento, para duplicar o poder de compra dos campesinos nos próximos 12 anos, assim como um esforço muito grande para diminuir a brecha cidade-campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que também acelera a necessidade da indústria chinesa em aumentar drasticamente a produção de bens de consumo de baixo preço com qualidade, o que vai exigir um formidável esforço de tecnologia, design, inovação e gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que, na opinião do influente pensador indiano, C.K. Prahalad, daria à China a liderança inquestionável no mercado mundial formado pelos integrantes da base da pirâmide social, que hoje podem ser estimados em fabulosos 5 bilhões de ansiosos futuros consumidores!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Esse deve ser o maior negócio do mercado real da segunda metade do Século XXI!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Foto: Povo Zhaoxing da étnia Dong numa zona rural da China.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-6939372877498783542?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6939372877498783542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6939372877498783542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2008/12/forca-do-campo.html' title='A FORÇA DO CAMPO'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm8teOI10I/AAAAAAAAAM4/43mxLU3ovKI/s72-c/Povo+Zhaoxing+da+%C3%A9tnia+Dong.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-9074244958456837644</id><published>2008-12-02T12:49:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T11:29:06.714-08:00</updated><title type='text'>AS GARRAS DO DRAGÃO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm-RrK2G1I/AAAAAAAAANQ/mQ5mr2FjavY/s1600-h/CENTO%2BDE%2BCONVEN%C3%87OES%2BINTERNACIONAIS%2B%28Shangai%29.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 292px; height: 203px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm-RrK2G1I/AAAAAAAAANQ/mQ5mr2FjavY/s320/CENTO%2BDE%2BCONVEN%C3%87OES%2BINTERNACIONAIS%2B%28Shangai%29.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303479247060736850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A 1ª. “Grande Crise do Século XXI”, inesperada, globalizada, injusta para os menos favorecidos, que estende seus tentáculos para ricos e pobres, grandes e pequenos, criadores de impérios e marginalizados e, tal como um tsunami, arrasa com tudo a sua frente, deixando um rastro de destruição, miséria, incertezas, desemprego e sonhos arrasados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns pessimistas de carteirinha lembram os tempos sombrios da crise iniciada em 1929 e que se prolonga por toda Década dos 30 e só termina com a 2ª. Grande Guerra, na Década dos 40. E aproveitam para alertar que, tal como quase 70 anos atrás, o caos do presente pode também ser o prelúdio de outra guerra mundial, provavelmente o último dos confrontos das civilizações que povoam o planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, os tempos são outros e, se por um lado não faltam visões apocalípticas, por outra parte são evidentes os desejos dos governos em buscar saídas conjuntas e sustentáveis para a crise - tal como acordaram os membros do G-20 - agora aparentemente convencidos de que as nações não podem proteger seus interesses e melhorar o bem-estar dos povos sem a participação de todos.&lt;br /&gt;Quem sabe seus líderes estão começando a perceber que tudo é parte do tudo e que nada pode sobreviver isolado do resto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;A CHINA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China pode ser uma das peças chaves na recomposição da arquitetura financeira- econômica global. E de um modo que eles conhecem bem : &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;crescendo de um modo contínuo, sustentável e acelerado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Issp significa demanda e mercado para o resto do mundo, ajudando a promover o avanço estável da economia global.&lt;br /&gt;Para isso a China reserva alguns trunfos importantes: a dinamização do mercado interno, o de maior potencial do mundo; investimentos garantidos de trilhões de dólares em áreas chaves, como transporte, energia, meio-ambiente, habitação, promoção social, etc.; reservas de quase 2 trilhões de dólares, a maior do mundo; sistema financeiro interno relativamente sólido, com rígidos controles para manter a liquidez;e atuação governamental firme e competente para manter os rumos traçados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, esses e muitos outros fatores positivos justificam expectativas favoráveis sobre esse novo papel do colosso asiçatico, agora com renovado alento para vir a transformar-se na maior economia do planeta.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Imagem: Centro de Convenções Internacionais em Shangai.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-9074244958456837644?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/9074244958456837644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/9074244958456837644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2008/12/as-garras-do-dragao.html' title='AS GARRAS DO DRAGÃO'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm-RrK2G1I/AAAAAAAAANQ/mQ5mr2FjavY/s72-c/CENTO%2BDE%2BCONVEN%C3%87OES%2BINTERNACIONAIS%2B%28Shangai%29.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-6065812663654497356</id><published>2008-11-25T12:52:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T11:36:08.803-08:00</updated><title type='text'>UM VALOR BÁSICO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm__A2ThlI/AAAAAAAAANo/wcvEb6CU16o/s1600-h/Rio+Yangtze+-visto+doespaco.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 180px; height: 179px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm__A2ThlI/AAAAAAAAANo/wcvEb6CU16o/s320/Rio+Yangtze+-visto+doespaco.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303481125485905490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Eis o tema do 5º. Foro de Beijing, realizado no início de Novembro, com participantes de mais de 40 países:”A Harmonia da Civilização e Prosperidade para Todos”. E no subtítulo, esclarece: “Uma análise dos Valores Universais e as Tendências de Desenvolvimento no Milênio”.&lt;br /&gt;No ideário chinês o conceito de harmonia é um valor básico, é o espírito fundamental da cultura china (e pasmem!,) é o centro motriz das coordenadas para o planejamento governamental no Plano Qüinqüenal 2007-2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria Geral do conclave, Liu Yandong, enfatizou que” para os chineses trata-se de um critério chave em muitos tipos de relações entre povos, entre indivíduos y sociedade, entre etnias y estados, entre culturas, e entre seres humanos e natureza.”&lt;br /&gt;Vale o exemplo do boxe chinês, praticado ao amanhecer em milhares de praças da China, quando milhões de chineses – a maioria da melhor idade – se exercitam com movimentos suaves, buscando nesse incrível ritmo harmonizar corpo, espírito e natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitos, as crises irrompem quando a harmonia é quebrada, como no capitalismo global de hoje e sua capacidade para gerar mais pobreza e desigualdade entre cidadãos e países. Em seis mil quinhentos milhões de pessoas que constituem a população mundial, 1200 milhões vivem em pobreza absoluta, 150 milhões estão desempregados, 800 milhões não têm acesso a serviços de saúde e 850 milhões são analfabetos. (ONU, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais revolta é saber é que para eliminar esse flagelo vergonhoso bastariam apenas 10% dos gastos destinados a armamentos pelas 10 economias mais ricas do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ou apenas 20% dos recursos utilizados (até Janeiro/09) pelos EE:UU e UE para salvar suas empresas financeiras mal administradas.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-6065812663654497356?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6065812663654497356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6065812663654497356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2008/11/um-valor-basico.html' title='UM VALOR BÁSICO'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SZm__A2ThlI/AAAAAAAAANo/wcvEb6CU16o/s72-c/Rio+Yangtze+-visto+doespaco.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-6522709533126805277</id><published>2008-11-21T13:17:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T11:40:26.778-08:00</updated><title type='text'>O CARROSSEL</title><content type='html'>Os lideres das 20 nações mais ricas do mundo tentarão um consenso sobre os remédios que podem ajudar o mundo sair no do lamaçal para o qual foi empurrado pela dupla sinistra: capitalismo &amp;amp; liberalismo, que é o refugio predileto dos grandes males que afligem a humanidade: egoísmo, materialismo, soberba, consumismo, corrupção, ganância, ansia de poder e desrespeito ao meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, países que ontem eram da “periferia",como o Brasil, também poderão opinar e dizer, em alto e bom tom: Basta! A supremacia colonialista dos que tudo têm, precisa terminar de vez! Então, e só assim, podemos negociar uma solução duradoura e honesta para uma crise da qual nós somos vítimas, não culpados! E evitar que se repita no futuro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, tentar não custa nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postura que, sem dúvida, abre caminho para as três primeiras revoluções econômicas do Século XXI e que devem transformar as relações entre as nações: a reforma do sistema que outorga o direito para que poucos decidam, à portas fechadas, o destino de muitos; o aperfeiçoamento do processo de globalização, para ajudar a reduzir o abismo entre ricos e pobres; e a proteção prioritária do meio ambiente, para preservar o planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso, apenas para começar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que é mais que evidente que tampouco escapa para os “grandes” que o sistema capitalista somente pode manter-se se a economia cresce de modo contínuo, e para que isso aconteça, o consumo não pode parar de aumentar indefinidamente: mais pessoas demandando mais bens e serviços, e assim sucessivamente, mais, mais...sem limites (?). Do que resulta importante que os mais carentes – sejam as pessoas mais pobres de um país, sejam os países mais pobres do mundo - se incorporem ao mercado, não por razões morais, das quais os países mais ricos parecem distantes, senão por motivos puramente técnicos: para que aumente a produção, são necessários mais e mais compradores; e para tal, é preciso que o poder de compra seja cada vez maior, abrangendo mais pessoas, em mais pontos do planeta. Isso é fundamental para manter o sistema em estado de crescimento perpetuo. Ou, de outro modo: o crescimento não pode, simplesmente, deixar de crescer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais, mais e mais, é a consigna maior do capitalismo &amp;amp; liberalismo! E, muito provavelmente, a origem do descalabro da economia mundial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-6522709533126805277?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6522709533126805277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/6522709533126805277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2008/11/o-carrossel.html' title='O CARROSSEL'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-9070940036350116801</id><published>2008-11-18T12:44:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T11:45:03.698-08:00</updated><title type='text'>O PARCEIRO ESTRATÉGICO</title><content type='html'>O mundo treme indeciso sem entender o porque da “crise globalizada” nem o rumo a seguir para diminuir seus nefastos efeitos e busca, já em desespero, soluções salvadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os olhares ansiosos já não se dirigem ao todo poderoso (ex) EE.UU. – considerado, pela grande maioria, o principal responsável pelo "embroglio" no qual está submersa a outrora (aparentemente) sólida economia mundial – &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;mas sim à distante China&lt;/span&gt; - “Na China está a salvação”, afirmam muitos afoitos, que acreditam que a luz no final do túnel tem a forma da tradicional lâmpada, feita de papel e bambu, que deve iluminar o caminho a ser seguido para sair dessa monumental enrascada do sistema liberal-capitalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que a miragem de um crescimento sustentável, devidamente embalado num “capitalismo à chinesa” e politicamente apoiado em lideranças fortes, tem atrativos evidentes e oferece &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;alternativas que merecem ser analisadas.&lt;/span&gt; Antes que afundemos todos no oceano agitado pelas ondas selvagens do capitalismo-liberal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vida real, pelo pior camino imaginável – ameaça de uma recessão global – percebemos que a&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; interdependencia entre as nações&lt;/span&gt; deixa de ser apenas um tema de conversa diplomática nos envidraçados salões da sede da ONU em Nova York, para vir a ser &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;uma questão urgente, inmediata e que exige medidas e posicionamentos concretos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E também que a solidez da economia dos EE.UU. significa - admitam ou não governos, polìticos, economistas e izquerdistas de plantão - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;uma salvaguarda necessária&lt;/span&gt; para sustentar, pouco ou muito, a saúde econômica/financeira de 99% dos paìses da terra. Direta ou indiretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incômoda situação, diriam os mais sabidos, que lembram das lições da história e torcem a nariz quando percebem as conseqüências e as artimanhas desse sorrateiro tipo de neo-colonialismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, a China apresenta credenciais muito fortes para dar uma ”mãozinha” ao mundo em crise: tem um mercado potencial 7 vezes maior que aquele do Brasil; suas reservas em divisas estrangeiras de praticamente 2 trilhões de dólares são 10 vezes maiores que as nossas; rivaliza e em breve deve superar Alemanha como a segunda potência comercial do mundo, logo abaixo dos EE.UU; tem uma política eficaz de aproximação e ajuda com os países pobres e emergentes; é o maior produtor, importador, exportador, consumidos mundial de mais de 60 bens econômicos estratégicos, enfim, tem um quinto da população mundial, o que significa uma população 7 vezes maior daquela que habita a terra descoberta por Pedro Alvarez Cabral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sobretudo, tem o desejo manifesto de superar os EE.UU e ocupar seu lugar como a maior potência do mundo!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-9070940036350116801?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/9070940036350116801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/9070940036350116801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2008/11/o-parceiro-estrategico.html' title='O PARCEIRO ESTRATÉGICO'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-3406754393668925656</id><published>2008-11-10T19:06:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T11:53:49.248-08:00</updated><title type='text'>EXPORTAR É A SOLUÇÃO</title><content type='html'>Interessante: 40 anos atrás, "EXPORTAR É A SOLUÇÃO" era o slogan da campanha oficial para motivar as empresas para sacudir a poeira do letargo colonial das exportações tradicionais de café, cacau, açúcar, banana e madeira – que representavam qualquer coisa próxima aos 90% das vendas externas – e partir para conquista de novos mercados pelo mundo afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Historicamente, foi a primeira vez que a burocracia governamental demostrava entender a importância crucial da inserção internacional do País como alavanca para a geração de empregos, incentivo para a melhoria da qualidade, da produtividade e da competitividade, geração de divisas sadias, atração de investimentos, aplicação de novas tecnologias e de novos sistemas de gestão.. enfim, seria um elo fundamental para do circulo virtuoso do desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, num mundo onde o comércio internacional é uma das medidas mais importantes para julgar a capacidade de competir nos cenários globalizados, as exportações brasileiras têm também o rol estratégico de contribuir diretamente para manter o processo de estabilização detonado pelo Plano Real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, representando pouco mais de 1% do total mundial, estão muito aquém das necessidades e das potencialidades do Brasil. E, desde que concentradas em poucas centenas de empresas, resulta fundamental multiplicar o número de exportadores, motivando &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;especialmente as P&amp;amp;M empresas industriais &lt;/span&gt;a competir internacionalmente, tanto pelo significado específico do negócio além fronteiras, como pela percepção de que o sucesso no mercado interno recebe a influência direta das atividades externas, desde que ambos espaços mantêm, cada vez mais, íntimas relações de interdependencia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de uma taxa de câmbio favorável e das medidas já existentes de apoio à expansão das vendas externas, é também cada vez mais importante &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;somar densidade econômica aos produtos&lt;/span&gt;, o que significa um crescimento do conteúdo tecnológico que, cada vez mais, ajudará a abrir novas portas no fechado mundo das exigências internacionais de sofisticação e diferenciação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda, é preciso implementar políticas coerentes com a realidade de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;guerra comercial permanente&lt;/span&gt;, o que obriga, sob pena de pesadas perdas, a manter princípios de excelência na gestão dos negócios internacionais, o que exige investimentos prévios, sólidos sistemas de informação, políticas de marketing competitivas, continuidade de esforços e uma diretriz firme de pautar as ações internacionais sob a égide de políticas de eficiência, inovação e criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só para pensar: apenas para manter a participação brasileira no mercado mundial, seria preciso acrescentar uns 75% - uns U$ 120 bilhões - sobre os resultados de 2007 - nas vendas externas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-3406754393668925656?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/3406754393668925656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/3406754393668925656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2008/11/exportar-e-solucao.html' title='EXPORTAR É A SOLUÇÃO'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1310187446805076993.post-2714548129201732157</id><published>2008-11-07T13:45:00.000-08:00</published><updated>2009-07-23T05:55:34.086-07:00</updated><title type='text'>CAMPO DE BATALHA</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-size:180%;color:#006600;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A história econômica das nações “vencedoras” demonstra claramente que seu crescimento, em todos os níveis, é fortemente acelerado através do comércio com o exterior que, por seus efeitos multiplicadores e suas exigências de modernização, pode muito bem ser considerado como o passaporte para a qualidade da estrutura organizacional de uma nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou, colocado em outros termos: o comércio internacional tem um papel fundamental no progresso, desde que exigente em níveis superiores de gestão dos negócios, uso de tecnologias avançadas, qualificação de todos os agentes participantes, melhoria da eficiência dos fatores de produção, participação inteligente do governo, eliminação de gargalos estruturais – o famigerado “Custo País”- enfim, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a percepção de que a competitividade fora das fronteiras é o caminho para o bem estar dentro das fronteiras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No comércio está a chave. E os dados da OMC (Organização Mundial do Comércio) são mais que eloqüentes, revelando que nos últimos 20 anos o crescimento médio do comércio internacional tem sido&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; quase três vezes superior àquele correspondente ao PIB mundial&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-size:180%;color:#006600;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Então, queiramos ou não, a favor ou contra a internacionalização da economia, não é mais possível perder tempo discutindo temas da década dos 50, tentando reviver um passado que, gostemos ou não, está desaparecendo numa velocidade assustadora.Visto de outra forma, lá fora tem uma corrida entre o sucesso ou o fracasso. E não podemos fazer outra coisa senão participar, porque as penalidades por ficar fora vão muito além do sacrifício dos corredores para atingir sua melhor forma. Então, só tem sentido acadêmico a discussão de se a globalização é a grande responsável pela primeira grande crise econômica do Século XXI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que deve ser analisado, e muito bem, é como e o que fazer para ficar no pelotão de frente. E vencer. Agora, nessa corrida, os participantes são empresas, milhares de empresas, que devem ter condições para competir. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Porque é na competitividade onde está o secreto do sucesso internacional.&lt;/span&gt; O que significa, para muitas empresas ainda embaladas na utopia de mercados cativos resguardados por barreiras aduaneiras, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;iniciar uma revolução interna&lt;/span&gt; de efeitos positivos fantásticos, visíveis na redução de custos, na aplicação de melhores tecnologias de gestão e produção e no aprimoramento da qualidade de seus produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como muito bem provam diariamente as empresas que não vacilam em enfrentar os riscos e as oportunidades dos mercados além fronteiras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1310187446805076993-2714548129201732157?l=miguelnozar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/2714548129201732157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1310187446805076993/posts/default/2714548129201732157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miguelnozar.blogspot.com/2008/11/nacoes-vencedoras.html' title='CAMPO DE BATALHA'/><author><name>Miguel S. Nozar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10130599160120756614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_FneqdnXXjr4/SW-8M7_oJ-I/AAAAAAAAACs/mcz2lq7XMOU/S220/DSC00141.JPG'/></author></entry></feed>
